COP18 estende Protocolo de Quioto até 2020, mas não teve avanços concretos em cortes de emissões de gases

    Conferência do clima termina com mudança 'histórica', mas sem compromissos por cortes - A conferência da ONU sobre o clima em Doha, no Catar, chegou ao seu final neste sábado com uma mudança histórica em princípio, mas poucos avanços genuínos em cortes de emissões de gases do efeito estufa. Além de conseguir um acordo para estender o Protocolo de Kyoto até 2020, a conferência estabeleceu pela primeira vez que as nações

COP18: Fracasso na prorrogação do Protocolo de Kyoto enfraquece busca por novo acordo climático

    Pessimismo marca abertura de reunião climática da ONU. Apesar do crescente alarme sobre a mudança climática, quase 200 nações reunidas a partir desta segunda-feira, 26, em Doha pouco terão a oferecer além de palavras sobre a necessidade de conter as emissões de gases do efeito estufa. Reportagem de Alister Doyle e Regan Doherty, da Reuters, em O Estado de S.Paulo. O provável fracasso na definição de uma prorrogação significativa do Protocolo

COP 18: A principal meta da Conferência é a renovação do Protocolo de Kioto, mas o que é o Protocolo de Kioto?

    A principal meta da conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que começa na segunda-feira em Doha, com a participação de 190 países, é a renovação do primeiro período de compromisso do Protocolo de Kioto, que expira em 31 de dezembro. A seguir explicamos alguns elementos para compreender o único instrumento jurídico internacional que impõe aos países ricos metas de reduções obrigatórias de suas emissões de gases de efeito estufa. Matéria

Raul Estrada, um dos ‘arquitetos’ do Protocolo de Kyoto, se diz frustrado com negociações climáticas

  As negociações sobre o clima vão a lugar nenhum, enquanto políticos oscilam entre a hesitação e a disputa, e o ritmo do aquecimento acelera-se perigosamente, disse à AFP um dos arquitetos do Protocolo de Kyoto. "Me parece que as negociações estão retornando à estaca zero", lamentou Raul Estrada, o "pai" do único tratado internacional a especificar cortes nas emissões de gases de efeito estufa, enquanto Bonn, antiga capital da República Federal

COP17 adiou problema, dificultando o combate às mudanças climáticas, dizem especialistas

  Especialistas afirmam que uma promessa de acordo global com metas obrigatórias para 2020 - resultado da última Conferência do Clima da ONU (a COP-17) - dificulta o combate às mudanças climáticas. Reportagem de Karina Ninni, em O Estado de S.Paulo. "Não entendo porque estão chamando isso de acordo histórico. Minha impressão é de que o mínimo necessário para sinalizar que os países terão de mudar seu comportamento econômico não foi feito",

COP17, em Durban: Governo alemão celebra e ambientalistas criticam resultado

  Enquanto o governo da chanceler federal Angela Merkel vê com bons olhos o acordo fechado em Durban, oposição e ativistas ambientais alemães qualificam o resultado como vergonhoso. "Nós alcançamos o fundamento e a dinâmica para um acordo internacional de proteção do clima que pela primeira vez vale para todos", afirmou o ministro alemão do Meio Ambiente, Norbert Röttgen, neste domingo (11/12) em Durban. Ele considerou o resultado da Conferência das Nações

O Canadá se retirou do Protocolo de Kyoto

  Áudio. Apresentação Dilson Santa Fé Canadá abandona oficialmente o Protocolo de Kyoto. País diz que tem o direito legal de deixar o acordo e evita multas pesadas. Documento de 1997 é o único tratado global contra emissões de carbono. O Canadá se retirou do Protocolo de Kyoto, um acordo para redução das emissões de gases do efeito estufa, declarou nesta segunda-feira (12) o ministro canadense do Meio Ambiente, Peter Kent. Matéria da

Se a decisão é nada decidir, então chega de COPs, por Henrique Cortez

  [EcoDebate] A tão esperada COP17 chegou a duas decisões marcantes: 1) decidiu que a COP18 será no Qatar, de 26 de novembro e 7 de dezembro de 2012 e 2) que iniciaria as discussões sobre um acordo global vinculante, a ser definido até 2015, com metas obrigatórias de corte de emissão de gases de efeito estufa, para entrar em vigor logo após 2020. O Protocolo de Kyoto foi 'prorrogado', pelo menos,

COP17, em Durban, termina com acordo de renovação Protocolo de Quioto pelo menos até 2017

  Na mais longa reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas até hoje, representantes de 194 países concordaram, por volta das 5h deste domingo (1h de Brasília), em renovar o Protocolo de Quioto pelo menos até 2017 e iniciar um processo com força legal, cujo resultado será um novo pacto global sobre o clima, a entrar em vigor a partir de 2020. A 17ª Conferência das Nações Unidas sobre

COP17: Negociadores fecham acordo sobre clima, mas críticos consideram que o plano de ação não é suficiente

  Os negociadores sobre clima chegaram a um acordo neste domingo que, pela primeira vez, forçará todos os maiores poluidores a agirem contra a emissão de gases do efeito estufa. Os críticos, no entanto, disseram que o plano de ação não é suficientemente agressivo para reduzir o ritmo do aquecimento global. O acordo estendeu o Protocolo de Kyoto, o único pacto global que regula os cortes de emissão de carbono, concordou na

COP17, em Durban: Posições internacionais quanto a um pacto global de corte de gases estufa

  China A China tem se mostrado propensa a aceitar um acordo que vise um compromisso de metas obrigatórias a partir de 2020, com regras a serem definidas no futuro e se uma série de cinco condições forem atendidas. Entre as demandas está o acordo de uma segunda fase de Kyoto, a criação do Fundo Verde para o Clima e o princípio de responsabilidade comum, mas com exigências diferenciadas, dependendo da capacidade de

Greenpeace classifica resultado da COP17 como ‘fracasso’

  A ONG internacional Greenpeace criticou duramente a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17) - realizada nas últimas duas semanas em Durban -, descreveu-a como uma "fracasso" e afirmou que os governos participantes "deveriam se sentir envergonhados". "As negociações de Durban acabaram da mesma forma como começaram: em fracasso", diz um comunicado divulgado no site da entidade. "Os governos preferiram ouvir os poluidores ao povo". Matéria da Agência EFE. O Greenpeace acusa

Na COP17, em Durban, Izabella Teixeira defende a prorrogação do Protocolo de Quioto

  Em discurso na 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Durban, na África do Sul, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ontem (8) que o Brasil defende a criação de um novo regime de emissões de gases de efeito estufa com obrigações de redução para todos os países a partir de 2020. A conferência está negociando um instrumento que complemente o Protocolo de Quioto, cujo primeiro

COP17, em Durban: Cresce apoio por um novo tratado climático com metas obrigatórias

  Ganhou força nesta quinta-feira, graças a uma aliança entre países pobres e ricos, uma proposta da União Europeia para que um novo tratado climático com metas obrigatórias seja definido até 2015 para entrar em prática depois de 2020. A UE se disse animada com os avanços registrados durante a Conferência Climática da ONU na cidade sul-africana de Durban, que termina na sexta-feira. Reportagem de Nina Chestney e Barbara Lewis, da Reuters. Num

O Protocolo de Kioto já cumpriu sua função?

  O Protocolo de Kioto, o único pacto internacional que prevê metas legalmente vinculantes de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa, deveria ser renovado ou expirar em 2012, quando termina seu primeiro prazo de compromisso? Ainda que a pergunta pareça uma heresia para muitos países presentes na Conferência do Clima da ONU, algumas vozes em Durban alegam que ele se tornou mais um obstáculo do que um aliado na

COP17, em Durban: Semana derradeira em Durban começa sem solução para impasses

  Protestos em Durban (Reuters) - No fim de semana, milhares de manifestantes cobraram soluções para a questão do clima Com a chegada de ministros e chefes de governo a Durban, na África do Sul, começou nesta segunda-feira a etapa final da 17ª conferência das Nações Unidas sobre mudança climática. O encontro começou em marcha lenta, contrastando com a urgência sugerida por pesquisas científicas recentes que apontam para uma aceleração no aquecimento global

COP17, em Durban: Aumenta pressão para acordo legalmente vinculante de redução de emissões

  Aumenta pressão para acordo na Conferência Climática da ONU em Durban - A conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que termina na próxima sexta-feira em Durban, África do Sul, se aproxima da hora da verdade, com fortes pressões para se alcançar um acordo que parece incerto e que divide os grandes emissores do planeta, como Estados Unidos, Europa, Brasil, Índia e China. Reportagem da France Presse. O principal obstáculo

COP17, em Durban: Não ter um segundo período de Kyoto é o mais provável, diz especialista

  O especialista em direito ambiental internacional e professor da Escola de Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, Daniel Bodanksy, apresenta três cenários possíveis para a Conferência de Durban no artigo “Qual o futuro provável do Protocolo de Kyoto? Durban e além”, publicado em agosto de 2011 no site do Projeto de Acordos Climáticos de Harvard. Por Flávia Dourado, para o UOL Ciência e Saúde. Veja abaixo os cenários: Três possíveis cenários

COP17, em Durban: Aquecimento cada vez maior e novo protocolo de Kyoto são desafios para Conferência do Clima

  Apesar do acordo mundial firmado em 2009 para limitar o aquecimento a 2ºC, caminhamos para temperaturas bem maiores, e pouco resultado é notado. A Organização Meteorológica Mundial divulgou novo recorde nas emissões dos gases do efeito estufa em 2010, isso porque estamos na reta final do pacto global que obriga países a diminuírem as emissões. Matéria do UOL Ciência e Saúde. Este é o pano de fundo da Conferência da ONU

COP17, em Durban: Roteiro para acordo global sobre o clima, artigo de Connie Hedegaard

  [Correio Braziliense] Quando ministros e negociadores de todo o mundo se reunirem, a partir de hoje, em Durban (África do Sul) para a Conferência da ONU sobre o Clima, será um momento decisivo para avançarmos no combate internacional contra as alterações climáticas. Alguns perguntarão: não poderíamos aguardar um pouco e tratar do problema do clima depois de termos resolvido a crise da dívida na Europa, quando houver uma nova retomada do

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