Na COP17, em Durban, Izabella Teixeira defende a prorrogação do Protocolo de Quioto

  Em discurso na 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Durban, na África do Sul, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ontem (8) que o Brasil defende a criação de um novo regime de emissões de gases de efeito estufa com obrigações de redução para todos os países a partir de 2020. A conferência está negociando um instrumento que complemente o Protocolo de Quioto, cujo primeiro

COP17, em Durban: Cresce apoio por um novo tratado climático com metas obrigatórias

  Ganhou força nesta quinta-feira, graças a uma aliança entre países pobres e ricos, uma proposta da União Europeia para que um novo tratado climático com metas obrigatórias seja definido até 2015 para entrar em prática depois de 2020. A UE se disse animada com os avanços registrados durante a Conferência Climática da ONU na cidade sul-africana de Durban, que termina na sexta-feira. Reportagem de Nina Chestney e Barbara Lewis, da Reuters. Num

O Protocolo de Kioto já cumpriu sua função?

  O Protocolo de Kioto, o único pacto internacional que prevê metas legalmente vinculantes de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa, deveria ser renovado ou expirar em 2012, quando termina seu primeiro prazo de compromisso? Ainda que a pergunta pareça uma heresia para muitos países presentes na Conferência do Clima da ONU, algumas vozes em Durban alegam que ele se tornou mais um obstáculo do que um aliado na

COP17, em Durban: Semana derradeira em Durban começa sem solução para impasses

  Protestos em Durban (Reuters) - No fim de semana, milhares de manifestantes cobraram soluções para a questão do clima Com a chegada de ministros e chefes de governo a Durban, na África do Sul, começou nesta segunda-feira a etapa final da 17ª conferência das Nações Unidas sobre mudança climática. O encontro começou em marcha lenta, contrastando com a urgência sugerida por pesquisas científicas recentes que apontam para uma aceleração no aquecimento global

COP17, em Durban: Aumenta pressão para acordo legalmente vinculante de redução de emissões

  Aumenta pressão para acordo na Conferência Climática da ONU em Durban - A conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, que termina na próxima sexta-feira em Durban, África do Sul, se aproxima da hora da verdade, com fortes pressões para se alcançar um acordo que parece incerto e que divide os grandes emissores do planeta, como Estados Unidos, Europa, Brasil, Índia e China. Reportagem da France Presse. O principal obstáculo

COP17, em Durban: Não ter um segundo período de Kyoto é o mais provável, diz especialista

  O especialista em direito ambiental internacional e professor da Escola de Sustentabilidade da Universidade do Estado do Arizona, Daniel Bodanksy, apresenta três cenários possíveis para a Conferência de Durban no artigo “Qual o futuro provável do Protocolo de Kyoto? Durban e além”, publicado em agosto de 2011 no site do Projeto de Acordos Climáticos de Harvard. Por Flávia Dourado, para o UOL Ciência e Saúde. Veja abaixo os cenários: Três possíveis cenários

COP17, em Durban: Aquecimento cada vez maior e novo protocolo de Kyoto são desafios para Conferência do Clima

  Apesar do acordo mundial firmado em 2009 para limitar o aquecimento a 2ºC, caminhamos para temperaturas bem maiores, e pouco resultado é notado. A Organização Meteorológica Mundial divulgou novo recorde nas emissões dos gases do efeito estufa em 2010, isso porque estamos na reta final do pacto global que obriga países a diminuírem as emissões. Matéria do UOL Ciência e Saúde. Este é o pano de fundo da Conferência da ONU

COP17, em Durban: Roteiro para acordo global sobre o clima, artigo de Connie Hedegaard

  [Correio Braziliense] Quando ministros e negociadores de todo o mundo se reunirem, a partir de hoje, em Durban (África do Sul) para a Conferência da ONU sobre o Clima, será um momento decisivo para avançarmos no combate internacional contra as alterações climáticas. Alguns perguntarão: não poderíamos aguardar um pouco e tratar do problema do clima depois de termos resolvido a crise da dívida na Europa, quando houver uma nova retomada do

COP17, em Durban, começa como última chance de salvar Protocolo de Kyoto

  Mesmo a crise global não barrou as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Após o fracasso das duas últimas COPs (conferência da ONU para mudanças climáticas) em Cancún e Copenhagen, a 17ª Conferência das Partes da ONU, que começa nesta segunda-feira em Durban, na África do Sul, vem atraindo atenção por ser vista como a última chance de se salvar o Protocolo de Kyoto. O acordo, que obriga os países

COP17, em Durban: Países emergentes querem mais empenho dos ricos pelo clima

  Como novos motores da economia global, Brasil, África do Sul, Índia e China rejeitam protagonismo no esforço para salvar o clima. Em Durban, emergentes cobram que paises ricos se comprometam com redução das emissões. Com um discurso cada vez mais afinado nas negociações climáticas, Brasil, África do Sul, Índia e China são categóricos: estão cansados de liderar os esforços globais contra as mudanças do clima. Depois de uma reunião em Pequim,

COP17, em Durban: Crise financeira global ameaça conferência do clima

  A 17.ª Conferência das Partes sobre o Clima começa hoje já acuada pela possibilidade de fracasso. Em meio à mais séria crise econômica dos últimos anos, a COP-17, em Durban (África do Sul), precisa definir o futuro dos acordos sobre emissões de poluentes que afetam o clima. Uma decisão que envolve investimentos, mudanças na produção e financiamento a países mais pobres - temas longe das prioridades dos países desenvolvidos. Matéria

COP17, em Durban: Convenção de Clima começa sem expectativa de acordo

  Pessimismo global - A três dias da Convenção de Clima (COP-17) em Durban (28/11), na África do Sul, dados ambientais e até mesmo vazamento de e-mails de cientistas vêm sendo publicados com a perspectiva de influenciar as negociações. Ainda que ganhem grande repercussão, não alimentam a esperança de metas de redução da emissão de gases-estufa. Para muitos especialistas, evitar um retrocesso já pode ser considerado uma vitória. E, num pior

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