Jornada Mundial pelo Fim do Especismo e do Ecocídio, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Não tenho dúvidas de que é parte do destino da raça humana, na sua evolução gradual, parar de comer animais, tal como as tribos selvagens deixaram de se comer umas às outras quando entraram em contato com os mais civilizados” Henry Thoreau (1817-1862) “A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados” Mahatma Gandhi [EcoDebate] O especismo é a discriminação existente com base nas desigualdades entre espécies. É

Mobilização internacional para que o ecocídio seja considerado delito universal

Ativistas se mobilizam pela instituição do ecocídio para coibir crimes ambientais IHU As constantes agressões ao ambiente natural cometidas por grandes grupos econômicos, com a complacência de governos e dispositivos legais, têm levado a uma mobilização em nível internacional para que o ecocídio seja considerado delito universal. Esta é a proposta do jurista espanhol Baltasar Garzón, para quem os ataques sistemáticos contra a natureza por parte de corporações, que promovem explorações arbitrárias e

Tribunal Penal Internacional reconhece ‘ecocídio’ como crime contra a Humanidade

  Da Radio France Internationale / ABr   O Tribunal Penal Internacional (TPI) decidiu, no final de 2016, reconhecer o “ecocídio' (termo que designa a destruição em larga escala do meio ambiente) como 'crime contra a Humanidade'. O novo delito, de âmbito mundial, vem ganhando adeptos na seara do Direito Penal Internacional e entre advogados e especialistas interessados em criminalizar as agressões contra o meio ambiente. As informações são da Radio France Internationale. Com

Especismo e ecocidio: restam 3 rinocerontes brancos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

rinoceronte branco

“Os animais são seres sencientes, que tem um direito natural de não sofrer” (Matthieu Ricard, monge budista tibetano)   “Tornei-me vizinho dos pássaros, não por ter aprisionado um, mas por ter me engaiolado perto deles” (Henry Thoreau)   "Quando meus olhos estão sujos da civilização, cresce por dentro deles um desejo de árvores e pássaros" (Manoel de Barros)     [EcoDebate] Mais uma espécie está em vias de extinção. Um dos últimos quatro rinocerontes-brancos do norte morreu

Especismo, Ecocídio e a degradação da Grande Barreira de Corais, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Grande Barreira de Coral é considerada a maior estrutura do mundo feita unicamente por organismos vivos. Trata-se de uma imensa faixa de corais composta por cerca de 1900 recifes, 60 ilhas e 100 atóis de coral, situada entre as praias do nordeste da Austrália e Papua-Nova Guiné, que possui 2.900 quilômetros de comprimento, com largura variando de 30 km a 740 km. As estruturas dos recifes são compostas por

Especismo e ecocídio: a extinção dos leões na África Ocidental e perda de biodiversidade no mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O Ecocídio é um crime que acontece contra as espécies animais e vegetais do Planeta e decorre da ganância humana que amplia os territórios da civilização (áreas ecúmenas) – para manter um modelo de produção e consumo conspícuo e insustentável – e reduz as áreas antes ocupadas pela vida selvagem (áreas anecúmenas). O especismo é a discriminação existente com base nas desigualdades entre espécies. Ocorre, em geral, quando os seres

Especísmo e ecocídio: a extinção dos Guepardos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O guepardo selvagem é considerado o animal terrestre mais rápido do mundo. Evoluiu na África durante a época Miocena (de 26 milhões a 7,5 milhões de anos), antes de migrarem para a Ásia. Sobreviveu às diversas transformações do clima no planeta, mas os cientistas dizem que pode desaparecer até 2030, não resistindo às condições impostas pelo Antropoceno. No começo do século XX, a população mundial de guepardos era de 100

O crime de ecocídio e a devastação das florestas de São Paulo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A floresta precede os povos E o deserto os segue” (Chateaubriand)     [EcoDebate] São Paulo é o maior estado do Brasil, tanto em termos populacionais, quanto econômico. Mas o crescimento das atividades antrópicas teve como consequência a destruição das matas e da biodiversidade do estado. No início do século XIX a cobertura florestal do Estado de São Paulo correspondia a 81,80% de seu território, equivalente a 20.450.000 hectares. Segundo Mauro Antônio Moraes Victor

Especismo e ecocídio: a extinção dos tigres, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] No espaço de um século a população de tigres selvagens diminuiu de cerca de 100.000 (cem mil) para 3.500 indivíduos. Três subespécies - Javan, Bali, e Caspian tigres - desapareceram durante o século 20. Uma quarta subespécie, o tigre do Sul da China, não foi vista na natureza há mais de 25 anos e foi assumida como extinta durante a década de 1990. De 1900 para cá, a população

Especísmo e ecocídio: o sumiço das abelhas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] De todas as espécies que estão sendo vítimas do crime de ecocídio – como os tubarões, os elefantes, os rinocerontes, os gorilas, as onças, etc – as abelhas são as mais fundamentais para a alimentação humana e a sobrevivência da humanidade. Três quartos das culturas alimentares do mundo dependem de polinização por insetos, sendo que as abelhas são as agentes mais fundamentais neste processo. As abelhas não produzem só mel,

Especismo e ecocídio: Gorilas ameaçados de extinção, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O especismo é a discriminação existente com base nas desigualdades entre as espécies. Ocorre, em geral, quando os seres racionais se consideram superiores aos demais seres vivos, inclusive, superiores aos seres sencientes não-racionais. O Ecocídio é um crime que acontece quando há discriminação e abuso contra as espécies animais e vegetais do Planeta. Algumas espécies muito evoluídas e com ancestrais mais antigos do que a espécie humana estão sendo

Especismo e ecocídio: a destruição da Amazônia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Em 500 anos, o Brasil já destruiu 93% da Mata Atlântica e a maior parte das florestas de Araucária. Em cerca de 50 anos, especialmente depois da construção de Brasília e de estradas como a transbrasiliana, destruiu mais da metade do Cerrado. No século XXI, caminha a passos largos para destruir a Amazônia. Os cálculos indicam que o país já eliminou 20% da floresta e a destruição continua acelerada

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