EcoDebate: Índice da edição nº 3.302, de 15/10/2019

  Revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394   Uso de agrotóxicos e problemas para saúde, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime NÃO à mudança constitucional que permite instalar usinas nucleares em Pernambuco, artigo de Heitor Scalambrini Costa Quando a desinformação é menos tecnológica e mais cultural, artigo de Alexsandro Ribeiro Doenças infecciosas na vida marinha estão relacionadas a décadas de aquecimento do oceano Amazônia - Como e porque a ciência defende a floresta. Entrevista com Carlos Afonso Nobre América

Uso de agrotóxicos e problemas para saúde, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RIGOTTO et al (2014) assinala que os agrotóxicos constituem hoje um importante problema de saúde pública, considerando a amplitude da população exposta nas fábricas de agrotóxicos e em seu entorno, na agricultura, no combate às endemias e em outros setores, nas proximidades de áreas agrícolas, além de todos os consumidores dos alimentos contaminados. Entre 2007 e 2011, de acordo com os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação

NÃO à mudança constitucional que permite instalar usinas nucleares em Pernambuco, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Em 5 de outubro de 2019 a Constituição Estadual completou 30 anos. Veio no rastro da Carta Magna de 1988, chamada de Constituição Cidadã, que inovou no federalismo, assegurando aos Estados maior capacidade de autogestão, autonomia política para escolherem seus gestores e editarem leis. Neste trintenário da Constituição pernambucana, uma proposta de mudança de seu artigo 216 está provocando polêmica, e ao mesmo tempo um amplo debate na sociedade. O

Quando a desinformação é menos tecnológica e mais cultural, artigo de Alexsandro Ribeiro

    [EcoDebate] Passou longe a realidade de que a democratização do acesso à internet se apontava como possibilidade no horizonte, em que teríamos longos e frutíferos debates da juventude em uma esfera pública digital, e em que promoveríamos a participação cidadã on-line. Décadas depois, o excesso de informação e a capacidade quase que infinita de armazenamento em nuvem não resultaram em um aumento do conhecimento e de reflexão. Longe de recair

Doenças infecciosas na vida marinha estão relacionadas a décadas de aquecimento do oceano

    Novas pesquisas mostram que mudanças de longo prazo em doenças de espécies oceânicas coincidem com décadas de mudanças ambientais generalizadas. Redação EcoDebate O estudo, "Increases and decreases in marine disease reports in an era of global change", foi publicado na Proceedings of Royal Society B . A compreensão das tendências oceânicas é importante para avaliar as ameaças atuais aos sistemas marinhos, e as doenças são um importante sentinela da mudança, de acordo com

Amazônia – Como e porque a ciência defende a floresta. Entrevista com Carlos Afonso Nobre

    IHU Hoje, na Amazônia, é possível alcançar “um equilíbrio entre o saber tradicional e a ciência e a tecnologia modernas”, de modo a oferecer ao mundo um modelo econômico capaz de conciliar desenvolvimento e defesa da floresta. A reportagem é de Sergio Suchodolak, publicada em L’Osservatore Romano, 11-10-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Quem está convencido disso é o cientista brasileiro Carlos Afonso Nobre, Prêmio Nobel da Paz em 2007 e membro da Comissão de Ciências Ambientais do Conselho Nacional de Desenvolvimento

América Latina e Caribe são os responsáveis por 20% da comida perdidos e desperdiçados em todo o mundo, desde a pós colheita até o comercio varejista

    A América Latina e o Caribe são responsáveis por 20% da quantidade total de alimentos perdidos desde a pós-colheita até o varejo, não incluindo este último. É o que informo o novo relatório da FAO, O Estado Mundial da Alimentação e da Agricultura 2019 (SOFA, sigla em inglês). FAO Apesar da região abrigar apenas 9% da população mundial, um quinto de todos os alimentos perdidos em todo o mundo desde a pós-colheita até o

Relatório do Unicef revela que 26% das adolescentes brasileiras casam-se antes dos 18 anos

  Um relatório produzido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou que 26% das adolescentes brasileiras se casaram ou foram morar com seus parceiros antes de completar 18 anos de idade. O número é próximo da média na América Latina, de 25% de casamentos infantis e uniões precoces. O relatório Perfil do Casamento Infantil e Uniões Precoces foi publicado nesta semana. A média da região é a mesma nos

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