EcoDebate: Índice da edição nº 3.175, 2019 [de 29/03/2019]

  Revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394 Informações, notícias e artigos sobre temas socioambientais   A população do grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves O que é o Sínodo para a Amazônia? artigo de Ricardo Luiz da Silva Costa ‘No campo a gente tem liberdade e adquire saúde’: luta pela terra no sul de MG, artigo de Gilvander Moreira Aquecimento Global: Um bilhão de pessoas serão expostas a doenças como a dengue com o aumento da

A população do grupo BRICS, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O grupo BRICS reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e tem um certo protagonismo no cenário internacional. Parece que o atual governo brasileiro não deve dar muita importância para este bloco econômico e político (a 11ª Cúpula do BRICS será realizada no Brasil, em 2019, com Bolsonaro como anfitrião) . Mas o termo BRIC (soa como tijolo em inglês) não foi invento por nenhum esquerdista globalista, mas

O que é o Sínodo para a Amazônia? artigo de Ricardo Luiz da Silva Costa

  [EcoDebate] A Amazônia Continental, também designada de Pan-Amazônia, essa gigantesca região fisiográfica da América do Sul, de incomensurável riqueza natural e cultural, compartilhada, além do Brasil com mais oito países, quais sejam, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Inglesa, Guiana Holandesa (Suriname), Guiana Francesa, Peru e Venezuela, desta feita, conta com as bençãos e graças providenciais da Igreja Católica, que, de uma forma proativa, adota a iniciativa de abraçar as causas ecológicas

‘No campo a gente tem liberdade e adquire saúde’: luta pela terra no sul de MG, artigo de Gilvander Moreira

  “No campo a gente tem liberdade e adquire saúde”: luta pela terra no sul de MG. Por Gilvander Moreira1 Ao lado do Assentamento Primeiro do Sul, do MST2, em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, e na fronteira com a maior fazenda de monocultura do café da América Latina está o megalatifúndio da ex-usina Ariadnópolis, que foi ocupado pelo MST pela primeira vez em 1998, um ano após a

Aquecimento Global: Um bilhão de pessoas serão expostas a doenças como a dengue com o aumento da temperatura mundial

  Até um bilhão de pessoas poderiam ser expostas a mosquitos portadores de doenças até o final do século devido ao aquecimento global, diz um novo estudo que examina mensalmente as mudanças de temperatura em todo o mundo. Georgetown University Medical Center*     Os cientistas dizem que a notícia é ruim mesmo em áreas com um pequeno risco de ter um clima adequado para mosquitos, porque os vírus que carregam são notórios por surtos

A terceira edição de ‘Capitalismo e colapso Ambiental’. O que mudou nos últimos 3 anos? análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  JORNAL DA UNICAMP TEXTO LUIZ MARQUES FOTOS REPRODUÇÃO EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA Em outubro de 2015, a Editora da Unicamp lançou a primeira edição de Capitalismo e colapso ambiental. O objetivo do livro, como então escrevi, era levar a termo “a ingrata empresa de perscrutar o colapso socioambiental que se desenha em nosso horizonte”. No dia 25 próximo, às 15h., a terceira edição desse livro será lançada no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH)

Imazon divulga dados do desmatamento na Amazônia em fevereiro de 2019

  Por Stefânia Costa O Imazon publicou os dados do Boletim do Desmatamento (SAD) referentes ao mês de fevereiro de 2019. No total, foram detectados 93 km² de desmatamento na Amazônia Legal. Esse número é 57% inferior ao desmatamento detectado em fevereiro de 2019, quando o desmatamento somou 214 km². Mas o dado não deixa de ser preocupante porque, considerando os 7 primeiros meses do calendário do desmatamento 2019 (agosto/2018 a fevereiro/2019),

Ações climáticas urgentes são necessárias para conter ciclones fatais como Idai, alerta o secretário-geral da ONU

  O crescente número de mortos provocado pelo ciclone Idai é “outro sinal alarmante dos perigos da mudança climática”, disse na terça-feira (26) o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertando que países vulneráveis como Moçambique serão atingidos com mais força se ações urgentes não forem tomadas pela comunidade internacional. “Tais eventos estão se tornando mais frequentes, mais severos e mais amplos, e isto só irá piorar se não agirmos agora”, disse

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