Índice da edição nº 2.865, 2017 [de 07/11/17]

    Macrófitas aquáticas, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime Injustiça hídrica e clamor por água, artigo de frei Gilvander Moreira PIB mais PIV, será um novo foco de luz no final do túnel? artigo de Fabiano Rangel As mudanças climáticas podem ser mais mortíferas nos assentamentos africanos pobres Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que 2017 deve ser um dos três anos mais quentes já registrados Mudanças Climáticas: 'Tostados, assados e grelhados'; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp) Tragédia

Macrófitas aquáticas, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] As macrófitas aquáticas são plantas aquáticas que vivem em brejos e até ambientes verdadeiramente aquáticos, incluindo os corpos de água doce, salobra e salgada. Incluem vegetais desde macroalgas até angiospermas. São caracterizados como vegetais que durante sua evolução retornaram do ambiente terrestre para o aquático. Devido o seu retorno do ambiente terrestre para o aquático, muitas de suas estruturas tiveram profundas modificações. A estrutura de transpiração das plantas terrestres, perdem a

Injustiça hídrica e clamor por água, artigo de frei Gilvander Moreira

Injustiça hídrica e clamor por água Por frei Gilvander Moreira[1] [EcoDebate] Precedida por doze pré-romarias, em doze cidades do noroeste, norte e centro-oeste de Minas, com a participação de seis mil pessoas, a 20ª Romaria das Águas e da Terra de Minas Gerais teve sua celebração final em Unaí, no noroeste de Minas, na Diocese de Paracatu, dia 23 de julho de 2017, com o tema: “Povos da Cidade e do Sertão

PIB mais PIV, será um novo foco de luz no final do túnel? artigo de Fabiano Rangel

    [EcoDebate] Agora além do PIB (Produto Interno Bruto), indicador da macroeconomia que mede o nível da atividade econômica de uma determinada região, o Brasil passará a ter o PIV (Produto Interno Verde). Baseado em um projeto de lei do Deputado Federal Otávio Leite (PSDB-RJ) de 2011, o Presidente da República, Michel Temer, promulgou em 17 de outubro deste ano a Lei 13.493, que institui o novo indicador, tendo apenas um

As mudanças climáticas podem ser mais mortíferas nos assentamentos africanos pobres

  Johns Hopkins University* As condições nos assentamentos urbanos superpovoados na África tornam os efeitos da mudança climática piores, elevando as temperaturas a alturas perigosas para crianças e idosos nessas áreas. É o que sugere um novo estudo [Temperature and heat in informal settlements in Nairobi] liderado por um cientista da Universidade Johns Hopkins.     O estudo sugere que a mudança climática atingirá as pessoas que vivem nesses assentamentos porque suas condições de vida

Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima que 2017 deve ser um dos três anos mais quentes já registrados

  É muito provável que 2017 seja um dos três anos mais quentes já registrados, com diversos episódios de efeitos devastadores, como furacões e inundações, ondas de calor e secas. A conclusão é da Organização Meteorológica Mundial (OMM). As temperaturas de 2016 e, em certa medida, de 2015, foram mais altas devido ao fenômeno do El Niño excepcionalmente intenso. O ano de 2017 vai ser o mais quente jamais registrado sem a

Mudanças Climáticas: ‘Tostados, assados e grelhados’; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Texto LUIZ MARQUES Fotos REPRODUÇÃO | GREENPEACE Edição de imagem LUIS PAULO SILVA “Como disse antes, se não fizermos nada a respeito da mudança climática, seremos tostados, assados e grelhados num horizonte de tempo de 50 anos. (...) Se não encararmos essas duas questões – mudança climática e desigualdade crescente – avançaremos a partir de agora em direção a sombrios 50 anos” [I]. Quem fala é Christine Lagarde, diretora do Fundo

Tragédia de Mariana: livrar a água do composto à base de minério de ferro fica ainda mais difícil no período chuvoso

  Agricultores retomam cultivo em Mariana, mesmo com rejeitos da Samarco ABr Nos cerca de 110 quilômetros (Km) de curso d'água mais atingidos pela lama da mineradora Samarco, o rejeito ainda é visto por todos os lados, dois anos depois. A região vai do ponto em que o rio Gualaxo do Norte encontra o distrito de Bento Rodrigues até a hidrelétrica Risoleta Neves, conhecida como Candonga. A luta para livrar a água do

Top