Índice da edição nº 2.837, 2017 [de 25/09/17]

    Decadência e violência no Rio de Janeiro, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Comunidades Tradicionais, artigo de Emerson Souza Gomes População e mudanças climáticas, artigo de Natalia Kanem 30 anos após o acidente com o césio-137, em Goiânia, Brasil ainda não sabe o que fazer com material radioativo Vítimas do Césio-137 seguem desamparadas 30 anos após tragédia radioativa em Goiânia No Brasil, 45% da população ainda não têm acesso a serviço adequado de esgoto sanitário Mesmo

Decadência e violência no Rio de Janeiro, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Atenção, Tudo é perigoso (...) É preciso estar atento e forte Não temos tempo de temer a morte” Divino Maravilhoso, Caetano Veloso     [EcoDebate] O Rio de Janeiro vive uma situação de decadência econômica, crise política, esgarçamento do tecido social, colapso dos serviços públicos, corrupção generaliza e banalização da violência. O rombo fiscal do Estado, de R$ 22 bilhões em 2017, é fruto da combinação de recessão econômica, retração nas atividades da

Comunidades Tradicionais, artigo de Emerson Souza Gomes

    [EcoDebate] O formato de uma cidade é dado por suas comunidades. Não raro, dentre elas, encontramos comunidades tradicionais, grupos culturalmente diferenciados com organização e forma de vida peculiares. Índios, quilombolas, açorianos, pescadores artesanais, faxinalenses, são alguns exemplos desta espécie de grupamento social que, via de regra, depende da ocupação de territórios e do uso de recursos naturais para sua reprodução cultural, social e econômica. Por ser flagrante a importância como elemento

População e mudanças climáticas, artigo de Natalia Kanem

  Em artigo, a diretora-executiva em exercício do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, menciona conexões equivocadas frequentemente feitas entre crescimento populacional e mudança climática. Segundo ela, apesar de o crescimento populacional fazer com que mais pessoas consumam mais e, portanto, emitam mais gases do efeito estufa, essas emissões não estão distribuídas de forma igualitária entre todas as populações do mundo. Por Natalia Kanem* Compreender a relação entre população e mudança

30 anos após o acidente com o césio-137, em Goiânia, Brasil ainda não sabe o que fazer com material radioativo

  A radiação emitida foi reduzida pela metade no local do acidente, em Goiânia, de acordo com o professor Daniel Junqueira Dorta, da USP de Ribeirão Preto Rádio USP Este mês, o acidente radiológico com o césio-137, em Goiânia, completa 30 anos. Segundo a Comissão Nacional de Energia Nuclear, no âmbito radioativo, esse acidente só não foi maior que o da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia.     O acidente aconteceu dia 13 de setembro

Vítimas do Césio-137 seguem desamparadas 30 anos após tragédia radioativa em Goiânia

  Por Juliana Ferreira, para a Articulação Antinuclear Brasileira   Este mês completam-se 30 anos do início do maior acidente radiológico do mundo, causado por uma cápsula de Césio-137 abandonada em um aparelho hospitalar no centro de Goiânia. As 17 gramas do elemento radioativo contaminaram pessoas, meio ambiente e causaram consequências sentidas até hoje. É uma tragédia que ainda não terminou. A Articulação Antinuclear Brasileira apoiou uma série de eventos que marcaram os

No Brasil, 45% da população ainda não têm acesso a serviço adequado de esgoto sanitário

ABr No Brasil, 45% da população ainda não têm acesso a serviço adequado de esgoto. O dado consta no Atlas Esgotos: Despoluição de Bacias Hidrográficas divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Ministério das Cidades. O estudo traz informações sobre os serviços de esgotamento sanitário no país, com foco na proteção dos recursos hídricos, no uso sustentável para diluição de efluentes e na melhor estratégia para universalização desses serviços.     O Plano

Mesmo poluída, Baía de Guanabara ainda é fonte de renda para milhares de pescadores

ABr   Aos 67 anos, Sérgio Souza dos Santos, pescador há 58 anos, lembra com saudades dos bons tempos de pesca na Baía de Guanabara. “Na época que eu era jovem, com uns 20 anos, era muito peixe. Até os botos vinham e batiam no barco, vinham por cima das tainhas e dos paratis, a gente levava um susto, dava muito boto. Agora parece que só resta uns 30”, lamenta. A informação sobre

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