Índice da edição nº 2.714, 2017 [de 09/03/17]

    Ecologia Profunda, artigo de Roberto Naime Enxurradas, qual o caminho a seguir pelas águas das chuvas? artigo de Patrícia Shimabuku Repensar a economia futura: a Economia Circular, artigo de Alexandra Leitão As mulheres da ciência: uma herança marcante, artigo de Thiago Lustosa Jucá Mulheres têm papel fundamental na proteção ambiental Artigo na revista Nature discute efeito do desmatamento em chuvas na Amazônia Desastres 'de pequena escala' matam mais do que grandes catástrofes na América Latina   [CC BY-NC-SA

Ecologia Profunda, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A ecologia profunda é uma concepção filosófica proposta no início da década de 70 do século passado pelo pensador e filósofo norueguês Arne Naess. Sua evolução é atribuída a uma reação dos indivíduos à visão hegemônica, então dominante sobre a maximização de utilização dos recursos naturais. A ecologia profunda possui influência do pensamento de Mahatma Gandhi, Henry David Thoreau, Jean Jacques Rousseau, Aldo Leopoldo na “ética da terra” e de

Enxurradas, qual o caminho a seguir pelas águas das chuvas? artigo de Patrícia Shimabuku

    [EcoDebate] Na escola, aprendemos que os elementos químicos renovam-se no meio ambiente, sendo retirados e devolvidos à natureza, de forma contínua, constituindo os ciclos biogeoquímicos. Dentre os inúmeros ciclos estudados, a seguir, faremos considerações sobre o ciclo hidrológico ou o ciclo da água. O elemento água dentro do ciclo hidrológico sofre mudanças de lugar e de estado físico em cada etapa do ciclo, passando pelos três estados de agregação da matéria:

Repensar a economia futura: a Economia Circular, artigo de Alexandra Leitão

[EcoDebate] Introdução A economia mundial tem sido construída, desde os primórdios da industrialização, com base num modelo linear de consumo de recursos que segue um padrão “extrair-produzir-descartar”, que se encontra nos dias de hoje sob ameaça devido à forma e velocidade insustentável como são usados os recursos naturais, cada vez mais escassos. Até determinado momento, poder-se-á dizer que este foi um modelo bem-sucedido, uma vez que providenciou produtos em larga escala, a

As mulheres da ciência: uma herança marcante, artigo de Thiago Lustosa Jucá

    [EcoDebate] No dia 8 de Março é celebrado o Dia Internacional da Mulher, data que continua sendo fortemente lembrada pelas lutas e conquistas de diversas mulheres que ousaram desafiar as desigualdades e injustiças, ainda tão marcantes na nossa sociedade. Nesse contexto, vale a pena lembrar o legado deixado por mulheres corajosas que contribuíram e contribuem para pavimentar a estrada da qual a ciência é construída. Em 2017, completam-se 150 anos de

Mulheres têm papel fundamental na proteção ambiental

    Se por um lado a população feminina é mais suscetível a problemas como mudança climática, por outro lado também pode ser agente de transformação A população feminina é a mais afetada pelos desastres causados pelas mudanças climáticas em todo o mundo. Dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC*) mostram que as mulheres compõem 72% do total de pessoas que estão em condições extremas de pobreza e também das mais vulneráveis

Artigo na revista Nature discute efeito do desmatamento em chuvas na Amazônia

  Artigo de Paulo Artaxo e pesquisador americano repercute estudo sobre impacto do desmatamento nas chuvas em Rondônia Jornal da USP A influência do desmatamento na Amazônia na quantidade de chuva na região é objeto de um estudo publicado na revista Nature Climate Change, no final de fevereiro deste ano, que contou com comentário do professor Paulo Artaxo, do Instituto de Física (IF) da USP. O artigo de Artaxo, assinado em conjunto com Jeffrey

Desastres ‘de pequena escala’ matam mais do que grandes catástrofes na América Latina

  ONU Em novo relatório, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) alerta para os desastres naturais ‘de pequena escala’. Eles causam menos mortes e destruição individualmente, mas sua frequência os torna mais destrutivos que as grandes catástrofes. Na América Latina, de 1990 a 2014, 22,4 mil pessoas foram mortas por esse tipo de tragédia e 115 milhões de indivíduos foram afetados. Na América Latina, desastres menores — mas

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