Fukushima nunca mais! artigo de Carlos Walter Porto-Gonçalves

Foto divulgada pela Tokyo Electric Power CO mostra dano em reator 4 (Foto: Reuters/G1) Durante anos cientistas e ativistas denunciaram os males do DDT, do agente laranja e outros subprodutos da indústria militar na “guerra contra as pragas”, enfim, na “luta pela dominação da natureza”, particularmente no mundo da agricultura e da pecuária. O argumento de que esses cientistas e ativistas era contra o progresso foi brandido ao paroxismo por um bem

Renováveis: A outra energia possível

Você os vê despontar em todos os lugares quando viaja nas rodovias da capital para Munique e o Sul, ou para Hannover ou para o Oeste: com o seu zumbido humilde, as pás dos grandes moinhos eólicos rompem o silêncio da zona rural alemã. Em todos os lugares, nas pequenas casas dos ricos bávaros ou nos grandes palácios pré-fabricados ao estilo soviético que o oeste de Berlim herdou do comunismo,

As lições atômicas que o Japão não aprendeu

Foto de satélite feita nesta quarta-feira (16) pela DigitalGlobe mostra a usina de Fukushima Daiichi. Vapor pode ser visto saíndo dos reatores 2 e 3. Também podem ser vistos danos nos reatores 1 e 4 e em outros prédios. (Foto: AP/G1) Em 16 de julho de 2007, às 10h13 um terremoto de magnitude 6.8 na escala Richter danificou a central nuclear japonesa de Kashiwazaki-Kariwa, a maior do mundo, com sete reatores.

‘Os fatos mostram que a energia nuclear é ingovernável’. Entrevista com Claudia Roth

A ameaça de um desastre nuclear na planta de Fukushima I após o terremoto e o posterior tsunami no Japão mobilizou no sábado passado cerca de 60.000 alemães contra a política nuclear do Governo de Angela Merkel. Se a chanceler alemã aprovou em 2010 um prolongamento de 12 anos da vida útil das centrais nucleares, após a situação em que se encontra o país nipônico e os protestos em seu

A contaminação radioativa do Oceano Pacífico fragilizará a cadeia alimentar

Vista aérea da usina de Fukushima, cujo projeto de reator nuclear do Japão sofre críticas há 40 anos.Foto: Reuters/AE A direção dos ventos está sendo observada com ansiedade no Japão. Até o momento ela foi bem favorável, levando os elementos radioativos emitidos pelos reatores da usina de Fukushima-Daiichi para o Oceano Pacífico, o que favorece a dispersão dos contaminantes na atmosfera e no oceano. Mas isso não significa que a poluição

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