Depois de Haiti e Sichuan, onde será a próxima tragédia?

Haiti, Sichuan, amanhã... Como poderíamos, aqui e agora, não pensar no Haiti? E não buscar, para além da comoção, o sentido que um acontecimento como esse traz, e que permite um preparo para o futuro? Mas, saturada de emoção, a tragédia ainda foge da discussão. "Analisar enquanto todas essas pessoas sofrem! Não tem vergonha?" Não. Analisemos, para não permanecermos em silêncio, alheios a este sofrimento. Poderíamos lembrar que, na sociedade do espetáculo,

O terremoto no Haiti esmagou ainda mais os pobres do país

Porto Príncipe (Haiti) - O tremor sentido, em 20/01, na capital do Haiti, que teve o seu epicentro ao sul do país, causou a queda dos escombros no o bairro de Bel Air, região central da capital, uma das áreas mais atingidas na semana passada. A população revira os escombros atrás de objetos que possam ser vendidos Foto: Marcello Casal Jr/ABr O terremoto esmaga os pobres - Depois do terremoto,

Projeto de fostareira em Anitápolis, na Grande Florianópolis, gera celeuma ambiental em SC

Ambientalistas temem que o projeto tenha impacto nos rios da região e possa atingir a área da baleia franca A exploração de uma jazida de fosfato em Anitápolis, na Grande Florianópolis, provocou uma disputa entre ambientalistas, governo do Estado e a Indústria de Fosfatados Catarinense (IFC), joint venture entre a norueguesa Yara e o braço de fertilizantes da americana Bunge. Uma liminar obtida por ambientalistas da ONG Montanha Viva suspendeu os efeitos

PR: Programas do governo e empresas trocam pinus, espécie exótica que causa danos ao ecossistema, por árvores da flora local

Rodrigo Ribeiro, gerente do projeto Serra Nativa: área recuperada fará parte de um parque nacional quando a substituição de árvores estiver concluída. Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo Árvores como o pinus tiveram uma época de sucesso em décadas passadas: usado na produção de papel, celulose e madeira para móveis, o pinus crescia rápido e era uma opção mais viável para o reflorestamento. Mas, por não ser originário do Brasil, se tornou

Embrapa desenvolve plástico comestível para substituir embalagens

Infográfico do Correio Braziliense. Para acessar o infográfico no tamanho original clique aqui. Estudos desenvolvidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deram origem a películas naturais e comestíveis que podem substituir plásticos sintéticos usados para envolver e proteger alimentos. Produzidos a partir de polímeros naturais, os chamados biopolímeros, os filmes têm a vantagem de serem biodegradáveis (podendo até mesmo ser ingeridos pelo homem), amenizando o problema do lixo no planeta.

2010: um ano de incertezas, artigo de Rogério Grassetto Teixeira da Cunha

Foto de Salvatore Vuono/FreeDigitalPhotos.net [Correio da Cidadania] É um exercício difícil e arriscado tentar imaginar a pauta ambiental e tentar prever eventos importantes para o ano que se iniciará sem cair na tentação de antecipar o que inevitavelmente acontece, e cada vez mais: mais desmatamentos, secas e chuvas catastróficas, lixo e poluição. Porém, 2010 apresenta uma dificuldade adicional: trata-se de um ano eleitoral, situação em que o tabuleiro do jogo político e

As incertezas da descarbonização, artigo de José Eli da Veiga

[Valor Econômico] Há três razões para que não se repita no México o desastre de Copenhague. Primeiro, porque em breve serão conhecidas as potencialidades e limitações da reforma energética que terá sido aprovada pelo Congresso dos EUA. Segundo, porque isso permitirá que o governo Obama se empenhe em formular com a Europa e com o Japão uma oferta conjunta que leve as maiores nações emergentes a desacelerar a disparada de

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