junho 16, 2008
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Ambientalistas entram com Representação no MPF contra as usinas do rio Madeira
São Paulo: Lixões interditados
São Paulo: Contaminação de áreas cresce 25% em um ano e bate recorde
40% de carne e soja vêm da Amazônia Legal
Governo prepara mudanças na mineração
Gás de lixo pode produzir 15% da energia do Brasil
Guerra mundial no Xingu? artigo de Rodolfo Salm
O país do agronegócio e o nosso, Luis Fernando Novoa Garzon
Austrália e Haiti são aqui, artigo de Egon Heck
junho 16, 2008
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Os ambientalistas, Luiz Carlos Maretto (Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé, Rondônia), Zuleica Nycz (APROMAC Associação de Proteção ao Meio Ambiente, Paraná) e Telma Delgado Monteiro (ATLA Associação Terra Laranjeiras, São Paulo) protocolizaram, no dia 13 de junho, uma Representação ao Ministério Público Federal de Rondônia.
junho 16, 2008
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Os lixões dos municípios de Mongaguá, Itanhaém, Itapecerica da Serra e Araras foram interditados pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) por causa da falta de providências para a melhoria das suas condições de operação, apesar das freqüentes requisições da Cetesb às prefeituras, das multas aplicadas e dos Termos de Ajustamento de Conduta firmados com a estatal. O lixão de Itapecerica da Serra está em área de manancial e compromete as águas subterrâneas da bacia onde fica a Represa de Guarapiranga, responsável pelo abastecimento de 3,8 milhões de moradores da cidade de São Paulo. Mongaguá e Itanhaém, duas estâncias balneárias, têm suas praias contaminadas pelos lixões. Em Araras, a deposição irregular do lixo urbano também afeta mananciais. Do O Estado de S.Paulo, Sábado, 14 de Junho de 2008.
junho 16, 2008
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SP tem 2.272 terrenos poluídos, segundo a Cetesb; postos de gasolina são principais vilões – O solo de grandes parcelas de São Paulo virou um poço de substâncias químicas nocivas à saúde e ao meio ambiente. A lista de áreas contaminadas por infiltração de produtos químicos no Estado cresceu 25% em um ano e bateu recorde: são 2.272 localidades, em 2007, ante 1.822, em 2006. O índice é nove vezes maior do que há cinco anos, quando a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) divulgou os primeiros dados, com 255 áreas. Os vilões da contaminação são postos de gasolina (77%), indústria (14%) e comércio (5%). Por Marcela Spinosa, do O Estado de S.Paulo, 15/06/2008.
junho 16, 2008
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Dados oficiais mostram que agronegócio avança sobre floresta; 73% das 74 milhões de cabeças de gado da região estão na mata. Governo e empresários rejeitam recuar a produção; ambientalistas classificam o agronegócio como principal causa de devastação local.
Com pouco mais de 5 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 83% são dominados por floresta, a Amazônia Legal já responde por quase 40% da produção de carne e soja do país. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Por Marta Salomon, da Sucursal de Brasília, da Folha de S.Paulo, 15/06/2008.
junho 16, 2008
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Novo marco regulatório do setor prevê tributação maior da extração e regulamentação da atividade em terras indígenas. Motivada pela alta dos preços das commodities no mundo e pela escassez de fertilizantes, proposta já é criticada pelas empresas. Por Valdo Cruz e Sheila D´Amorim, da Sucursal de Brasília, da Folha de S.Paulo, 15/06/2008.
junho 16, 2008
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O lixo das 300 maiores cidades brasileiras poderia produzir 15% da energia elétrica total consumida no país. A estimativa consta no Plano Decenal de Produção de Energia 2008/2017 e considera todo o lixo recolhido nestes municípios. O documento deveria ser lançado ainda neste mês e está em fase final de elaboração. Por André Lobato, colaboração para a Folha de S.Paulo, na Folha Online, 14/06/2008 – 08h37.
junho 16, 2008
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Viver mais sem comer menos – Na década de 1930, cientistas demonstraram que uma dieta com poucas calorias retardava o envelhecimento, aumentando a longevidade dos animais. Agora, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram promover em camundongos os mesmos efeitos benéficos da dieta de restrição calórica sem precisar diminuir a quantidade de alimento. Por Fábio de Castro, da Agência FAPESP.
junho 16, 2008
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[Correio da Cidadania] Apesar de Altamira estar a “apenas” 450 quilômetros em linha reta de Belém, são necessárias quase 24 horas de viagem de ônibus da capital paraense até lá. E as companhias aéreas locais cobram pelo trecho o mesmo preço de passagens para o Rio ou São Paulo, a mais de 2 mil quilômetros dali. Então, a despeito da grande vontade que tive de comparecer à manifestação dos povos indígenas do Xingu contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, resolvi ficar em Belém e acompanhar o seu desenrolar de casa, pela mídia e pelas notícias trazidas pelos amigos que lá estiveram. No artigo que publiquei no dia 21 de maio, após o incidente envolvendo os índios armados de facões e o engenheiro da Eletrobrás, defendi que o corte em seu braço direito foi provavelmente acidental. Escrevi que ele obviamente não foi “atacado a golpes de facão” como noticiou em peso a grande imprensa, pois, se o fosse, teria inevitavelmente morrido, e que o corte foi uma ameaça simbólica, ou uma conseqüência não intencional.
junho 16, 2008
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[Correio da Cidadania] A limitação do crédito rural a propriedades sem regularização ambiental é uma reação tardia e incompleta ao avanço do desmatamento na Amazônia. Financiamento público não pode ser isento de critérios sociais e ambientais, senão não pode ser chamado de público. Seria apenas uma forma a mais de canibalização de recursos públicos. É o mínimo que também deveria se esperar do BNDES, mãe, pai, padrinho, conselheiro e sócio de empreendimentos e iniciativas de grande escala, mas que, em igual proporção, apequena nossas margens de futuro. Se é o financiamento que pré-define o futuro, obrigatória deve ser a avaliação prévia da localização da atividade econômica pretendida, ou seja, da sua compatibilidade em termos territoriais, sociais e ambientais.
junho 16, 2008
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junho 16, 2008
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A prática é conhecida, tolerada, por vezes incentivada. Seja para trabalhar, estudar ou curtir uma balada, o uso de estimulantes inibidores de sono é encarado com naturalidade por muita gente –mas, segundo especialistas em dependência química, pode ser perigoso para a saúde. Por Amaro Grassi, Colaboração para a Folha de S.Paulo, na Folha Online, 13/06/2008 – 10h19.










