abril 8, 2008

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Se nada for feito, febre amarela urbana deve voltar – Médico da Fiocruz avalia que país está próximo de uma epidemia de dengue 4, mais grave que a atual, no Rio

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A febre amarela urbana ameaça Rio e São Paulo, avalia o clínico Antônio Sérgio Almeida Fonseca, médico que em 1986 examinou em Nova Iguaçu (cidade na região metropolitana do Rio) o primeiro caso de dengue após décadas sem registros. A falta de eficácia do poder público no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das duas doenças, trará de volta, inevitavelmente, a febre amarela em sua forma urbana, estima o especialista. Por Sérgio Torres, da Folha de S.Paulo, 07/04/2008.

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abril 8, 2008

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Projeto em tramitação no Congresso prevê que a produção de energia elétrica a partir de fonte nuclear não seja monopólio da União

Usina nuclear poderá ser instalada no NE

Risco de Apagão – Ministério das Minas e Energia prevê que Nordeste precisará triplicar potencial energético até 2030 para crescer satisfatoriamente O nordeste pode virar alvo de investidores privados interessados em produzir e operar reatores nucleares para geração de energia elétrica. Ana Claudia Dolores, Jornal da Paraiba, 06/04/2008.

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abril 8, 2008

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Estudo revela complexidade do trabalho na agricultura orgânica

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Agricultura orgânica vem crescendo e ganhando mercado no Brasil e já é praticada em mais de 120 países. Aqui, chegam a 15 mil os produtores, com 90% das unidades de produção do tipo familiar e 10% do tipo empresarial. Prosperam no mesmo ritmo os estudos sobre a agricultura orgânica focando seus aspectos ecológicos, econômicos e sociais, elegendo-a como alternativa para o desenvolvimento sustentável. Entretanto, ainda são escassas as informações referentes, propriamente, ao trabalho deste agricultor. Por Luiz Sugimoto, do Jornal da UNICAMP.

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abril 8, 2008

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Estudo avalia impactos ambientais do turismo em Bonito

Avaliação da integridade do ecossistema como ferramenta de gestão ambiental e adequação à legislação ajudariam a preservar o lugar. Por Valéria Dias, valdias@usp.br, Agência USP de Notícias.

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abril 8, 2008

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mudanças climáticas: IPCC usa cenários velhos de redução de CO2, diz grupo

O IPCC, painel de climatologistas das Nações Unidas que ganhou o Nobel da Paz no ano passado, está usando cenários falhos e obsoletos para estimar o quanto a humanidade precisa cortar suas emissões de gases-estufa para evitar uma tragédia climática global. Quem diz é o australiano Tom Wigley, climatologista do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (Ncar) dos EUA. Por Claudio Angelo, da Folha de S.Paulo, 07/04/2008.

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abril 8, 2008

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mudanças climáticas: Metas de emissão de CO2 são desastre garantido, diz cientista

Hansen pediu que a UE repense suas metas, diminuindo a emissão de 550 para 350 partes por milhão de CO2.

SÃO PAULO – James Hansen, chefe do Instituto de Estudos Espaciais Goddard da Nasa em Nova York, pediu nesta segunda-feira, 7, que a União Européia (UE) e seus parceiros internacionais repensem urgentemente as metas para redução na emissão de dióxido de carbono (CO2), pois eles podem ter subestimado grosseiramente a escala do problema climático. Segundo o The Guardian, o alerta baseia-se em seu trabalho publicado, também nesta segunda-feira, 7, que indica que os níveis atuais de emissão encaminham o planeta a um “desastre garantido.” da Redação, Agência Estado, segunda-feira, 7 de abril de 2008, 14:52 | Online.

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abril 8, 2008

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UE já vê etanol como vilão e ameaça planos do Brasil

Manifestações recentes de governos, partidos e entidades sugerem uma abrupta mudança de humor dos europeus em relação ao uso de biocombustíveis, mas mais especificamente contra o etanol. As conseqüências para os Brasil podem ser graves, desde a falta de estímulo para a criação de um mercado mundial de etanol até a perda de terceiros mercados. Por Assis Moreira e Humberto Saccomandi, de Genebra e São Paulo, do Valor Econômico, 07/04/2008.

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abril 8, 2008

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Fontes renováveis de energia, artigo de Heitor Scalambrini Costa

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[EcoDebate] As mudanças climáticas se devem principalmente as emissões de gases de efeito estufa (GEE) para a atmosfera, provocadas pelo emprego dos combustíveis fósseis e pelo desmatamento. Atualmente a concentração na atmosfera de um dos principais GEE, o dióxido de carbono (CO2), é a maior dos últimos 650.000 anos. Até o final do século XVIII nunca a concentração de CO2 superou 300 partes por milhão (ppm), mas em 2007 chegou-se a 400 ppm. As atividades humanas (de uns mais que de outros) têm mudado a composição química da atmosfera.

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abril 8, 2008

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Negócios e sustentabilidade, artigo de Danilo Pretti Di Giorgi

[Correio da Cidadania] Um dos maiores problemas da sociedade contemporânea mostrou sua cara feia em meados de março na cidade de São Paulo, quando conseguimos bater todos os recordes históricos de congestionamento nas ruas e avenidas da metrópole. Durante quatro dias, as marcas foram sendo sucessivamente superadas, até chegarmos no dia 13 de março a incríveis 221 quilômetros de vias travadas.

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abril 8, 2008

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Dengue: incompetência e demagogia, artigo de Paulo Capel Narvai

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O mosquito “Aedes aegypti”, diz a mídia, causa as mortes por dengue no Rio. Mas não é o mosquito que mata. É a política.”

[Folha de S.Paulo] O mosquito Aedes aegypti, diz a mídia, causa as mortes por dengue no Rio de Janeiro. Apenas os “idiotas da objetividade” acreditam nisso, diria Nelson Rodrigues. Não é o mosquito que mata, mas a política. No cenário carioca, a política de saúde é vítima da incompetência e da demagogia. Ingênuos ou mal-informados estão aceitando a tese da perda de controle sanitário da dengue por incompetência de “todos os governos”.

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abril 8, 2008

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Aquecimento beneficia Islândia

Potencial hidrelétrico sobe com derretimento de geleiras; país é pioneiro em energia limpa – O aquecimento global tem beneficiado economicamente pelo menos um país: a Islândia, nação-ilha localizada no Atlântico Norte. O derretimento intensificado de geleiras que alimentam seus rios aumentou a atividade hidrelétrica. “Ao compararmos dados hidrológicos sobre a quantidade de energia que veio da água nos últimos 60 anos, observamos um incremento nas últimas duas décadas”, afirma Thorstein Hilmarsson, da companhia energética estatal Landsvirkjun. A energia excedente vai principalmente para indústrias com uma utilização intensiva, como a de alumínio. Matéria da Agência Reuters, Reykjavik, publicada pelo O Estado de S.Paulo, 07/004/2008.

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