A internet das coisas, ou as coisas da internet? artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] A “internet das coisas” ou internet of things - IoT é um conceito proposto em 1999 por Kevin Ashton do Instituto de Tecnologia de Massashusetts – MIT que expôs a possibilidade de conexão na rede mundial não apenas por computadores, mas também de outras maneiras e através de outros objetos utilizados no cotidiano das pessoas em suas atividades. Como funciona? Cada aparelho eletrônico possui uma identificação única, geralmente realizada por

Fiocruz cria aplicativo para pesquisar doenças e monitorar animais silvestres

    Em tempo de uso crescente da tecnologia para soluções de problemas da sociedade, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conta com a população para ajudar no combate de doenças no Brasil e na coleta de informações por meio do uso de um aplicativo [SISS-Geo] gratuito e disponível no Google Play. A bióloga Márcia Chame, que está à frente de um projeto de biodiversidade da Fiocruz, informou que, para ampliar a base de

Brasil desenvolve tecnologia para descontaminação ambiental a partir de bagaço de cana-de-açúcar

    Material criado no CNPEM utiliza resíduos da indústria sucroalcooleira para fabricação de carvão ativo até 20% mais barato que o importado Um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do mundo, o Brasil estuda um destino sustentável para o bagaço produzido pela indústria sucroalcooleira: a produção de carvão ativo que possa ser utilizado para a descontaminação da água e do ar. Em estudo pelo Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), ligado ao CNPEM –

No futuro, bactérias poderão produzir plástico biodegradável a partir do metano

  Pesquisadores do RCGI procuram estabelecer uma rota diferente da química para transformar o metano em PHB, um biopolímero de alto valor agregado     O Centro de Pesquisa para Inovação em Gás Natural (Research Centre for Gas Innovation – RCGI), com sede na Escola Politécnica (Poli) da USP, vem desenvolvendo, desde o ano passado, pesquisas em parceria com instituições do Brasil e do exterior. Em uma dessas iniciativas, a bióloga Elen Aquino Perpétuo,

Expansão de energia solar fotovoltaica esbarra na falta de tecnologia nacional

    A avaliação é do estudo “Energia Solar no Brasil: Situação Atual, Perspectivas e Recomendações”, elaborado pelo Comitê de Energia da Academia Nacional de Engenharia (ANE) A energia solar fotovoltaica representa atualmente 0,02% da matriz elétrica brasileira, conforme dos dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A aposta do governo para mudar esse cenário tem sido os leilões de energia, onde o País já conseguiu aproximadamente 15 gigawatts (GW) vendidos

Inovações tecnológicas ambientais para mudar o mundo, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Redação do site hypiness, elenca 5 inovações de baixo custo que podem ser muito influentes e decisivas na civilização humana. Despoluir rios, usar energia limpa e permitir que avanços tecnológicos andem ao lado da consciência ecológica por vezes se parecem inciativas impossíveis e caras. Mas ao observar a natureza e propor soluções inovadoras, algumas empresas estão mostrando que mudar o mundo não exige grandes quantias de dinheiro, mas pesquisa, boa

Bem-vindos à quarta Revolução Industrial, artigo de Paulo Afonso da Mata Machado

opinião

    [EcoDebate] O UBER é apenas uma ferramenta de software, eles não são proprietários de carros e são agora a maior companhia de táxis do mundo. A AIRBNB é a maior companhia hoteleira do mundo, embora eles não sejam proprietários. Inteligência Artificial: Computadores estão se tornando exponencialmente melhores no entendimento do mundo. Neste ano, um computador derrotou o melhor jogador de GO do mundo, 10 anos antes do previsto. Nos Estados Unidos,

Inovações tecnológicas e meio ambiente, artigo de Roberto Naime

      [EcoDebate] Site de inovação tecnológica explana algumas inovações que estão obtendo sucesso e reconhecimento. Inventos e inovações tecnológicas voltados a melhorar a vida do ser humano em seu meio ambiente, nem sempre apresentam resultados satisfatórios. Mas, para a alegria dos cientistas e pesquisadores, algumas inovações são, simplesmente, geniais e se mostram extremamente úteis para o planeta. Alguns dessas tecnologias são capazes até de proteger o meio ambiente e salvar os recursos

Biodiversidade e Biotecnologia, parte III (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] O professor Dr. Marcos Tadeu T. Pacheco, afirma que “é preciso aumentar em pelo menos 50 vezes o número de pesquisadores. O principal desafio para que o país se torne uma potência científica e não perca na disputa internacional é melhorar a educação desde o ensino fundamental. É essencial remunerar dignamente o professor deste ensino, motivar mais alunos e docentes, cultivar talentos, desenvolver as potencialidades do cidadão. No Brasil,

Biodiversidade e Biotecnologia, parte II, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] O projeto, já mencionado em manifestos precedentes, denominado “BIOTA-FAPESP” contribuiu substancialmente para a melhoria do conhecimento básico de ciência dos estudantes brasileiros, criando uma mentalidade sobre a importância da ciência para o Brasil e motivando a cidadania a olhar o conhecimento científico como um instrumento maravilhoso para desvendar os segredos do mundo, e não como uma obrigação curricular (JOLY et al., 2008). RACANICCHI et. al. (2014) asseveram que numa área

Biodiversidade e Biotecnologia, parte I, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RACANICCHI et. al. (2014) praticam reflexão, que tem como objetivo questionar o motivo pelo qual existe no Brasil um percentual muito pequeno de pesquisas científicas que inferioriza procedimentos educacionais e influencia na disputa por uma mais avançada biotecnologia. RACANICCHI et. al. (2014) demonstram a riqueza natural do Brasil e apontam a necessidade do desenvolvimento de novas biotecnologias sem interferir na sustentabilidade ambiental. Se reforça a idéia de que para desenvolver

Tecnologia permite usar carcaças do pirarucu, hoje descartadas, para enriquecer alimentos

    As carcaças do pirarucu, hoje descartadas após a retirada dos filés do peixe, podem virar matéria-prima para a indústria alimentícia. Cientistas brasileiros criaram uma maneira de transformar os restos de carne em uma substância líquida chamada hidrolisado proteico de pirarucu, capaz de enriquecer alimentos com baixo teor de proteína, como pães, cereais e biscoitos. O líquido também pode ser usado em alimentos para pessoas que não digerem a proteína do

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