Cresce a pobreza na América Latina e no Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“There are people dying If you care enough for the living Make it a better place For you and for me” Michael Jackson     [EcoDebate] A América Latina passou por uma dúzia de anos de redução da pobreza, no período compreendido entre 2002 e 2014, época em que aproveitou a onda favorável do superciclo das commodities para aumentar o nível de emprego e reduzir a exclusão social. Mas os ventos favoráveis mudaram

Reduções na renda familiar aumentam evasão escolar no Brasil, aponta Banco Mundial

  Reduções na renda familiar aumentam evasão escolar no Brasil, aponta Banco Mundial ONU Banco Mundial indica que jovens de 15 a 25 anos vivendo em lares afetados por quedas nos rendimentos têm 2,3% mais chances de abandonar os estudos. Entre os que têm 18 anos, o índice sobe para 4,5%. O problema preocupa porque, em anos recentes, mais brasileiros viram sua renda encolher. Segundo os números do organismo financeiro, de 2013 para 2014,

Homens pioneiros do feminismo e da luta pela equidade de gênero, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    Homens pioneiros do feminismo e da luta pela equidade de gênero, artigo de José Eustáquio Diniz Alves “Tudo o que os homens escreveram sobre as mulheres deve ser suspeito, pois eles são, a um tempo, juiz e parte” François Poullain de la Barre (1647-1725) Ou nenhum indivíduo da espécie humana tem verdadeiros direitos, ou todos têm os mesmos; e aquele que vota contra os direitos do outro, seja qual for a sua

De 29 países, entre desenvolvidos e em desenvolvimento, o Brasil está entre os cinco países mais desiguais, diz estudo de centro da ONU

  De 29 países, entre desenvolvidos e em desenvolvimento, o Brasil está entre os cinco países mais desiguais, diz estudo de centro da ONU ONU Estudo que analisou 29 países — entre desenvolvidos e em desenvolvimento — mostrou que o Brasil está no grupo de cinco nações em que a parcela mais rica da população recebe mais de 15% da renda nacional. O 1% mais rico do Brasil concentra entre 22% e 23% do

MAPA DA DESIGUALDADE – 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro

  MAPA DA DESIGUALDADE - 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro Casa Fluminense* O Mapa da Desigualdade agrega 23 indicadores sobre sete temas-chave da realidade metropolitana do Rio de Janeiro: Mobilidade, Mercado de trabalho, Pobreza & Renda, Educação, Segurança Pública & Cidadã, Saúde e Saneamento Básico. Os dados são atualizados de acordo com a publicação mais recente por fontes oficiais. A visualização na forma de mapas ilustrados mostra

Redução do salário mínimo, golpe em 100 milhões de pobres e idosos, artigo de frei Gilvander Moreira

  Por frei Gilvander Moreira1     [EcoDebate] Dia 29 de dezembro de 2017, o presidente ilegítimo e golpista Temer, por decreto, reduziu o já injusto valor real do salário mínimo ao cortar 25,00 (vinte e cinco reais) de cada trabalhador/a, desempregado/a com direito a seguro-desemprego ou aposentado/a. Em 2018, o salário mínimo será de apenas R$954,00 (Novecentos e cinquenta e quatro reais), aumentando formalmente apenas 1,81%, quase só a metade da inflação. Esse

Brasil tem 25,4% de sua população vivendo na linha de pobreza, com renda familiar equivalente a R$ 387,07

  Brasil tem 25,4% de sua população vivendo na linha de pobreza, com renda familiar equivalente a R$ 387,07 ABr     Cerca de 50 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre. Os dados foram divulgados na sexta-feira (15), no Rio de Janeiro,

Brasileiro defende que cabe ao Estado combater desigualdades, diz pesquisa da Oxfam

  Brasileiro defende que cabe ao Estado combater desigualdades, diz pesquisa da Oxfam ABr A pesquisa Nós e a desigualdade, divulgada nesta quarta-feira (6) pela ONG Oxfam Brasil, investigou a percepção dos brasileiros sobre a desigualdade e aponta que a má distribuição da renda, do patrimônio e dos serviços essenciais no país não passa despercebida pela população que, em sua maioria, defende ser papel do Estado corrigir essas distorções, financiado por mais impostos

Desigualdade: Em 2016, os 10% com maiores rendimentos concentravam 43,4% de toda a renda recebida no Brasil

  Desigualdade de renda atinge regiões, gêneros, cores e escolaridades Em 2016, as pessoas situadas na parcela de 1% dos maiores rendimentos de trabalho recebiam, em média, R$ 27.085, enquanto a metade de menor renda recebia R$ 747, em um país cujo rendimento médio mensal de todos os trabalhos foi de R$ 2.149. Nesse mesmo ano, os 10% com maiores rendimentos concentravam 43,4% de todas as fontes de renda recebidas no Brasil. Os

A pirâmide global da desigualdade da riqueza 2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  A pirâmide global da desigualdade da riqueza 2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves   [EcoDebate] A pirâmide global da riqueza sempre foi desigual, mas conseguiu apresentar uma desigualdade ainda maior nos últimos anos. O relatório sobre a riqueza global 2017, do banco Credit Suisse (The Credit Suisse Global Wealth Report 2017) renova o quadro amplo e esclarecedor da má distribuição da riqueza (patrimônio) das pessoas adultas do mundo. A riqueza global

Estrutura fundiária iníqua e luta pela terra, por frei Gilvander Moreira

Estrutura fundiária iníqua e luta pela terra Por frei Gilvander Moreira1 “A população do território hoje conhecido como Brasil em 1500 era, calcula-se, de mais de cinco milhões2 de pessoas distribuídas por centenas de povos, com línguas, religiões, organizações sociais e jurídicas diferentes” (MARÉS, 2003, p. 49). Há mais de cinco séculos o latifúndio continua sendo a estrutura básica fundiária no Brasil e, ultimamente, sob a hegemonia do agronegócio, a luta pela

A crescente desigualdade de renda nos Estados Unidos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Renda anual de vinte libras, despesa de dezenove libras, dezenove xelins e seis pence, resultado: felicidade. Renda anual de vinte libras, despesa anual de vinte libras e seis pence, resultado: desespero” Charles Dickens     [EcoDebate] A desigualdade de renda nos Estados Unidos (EUA) está piorando nas últimas décadas, mostrando que a Curva de Kuznets não explica as tendências atuais. O gráfico acima (Leonhardt, 07/08/2017), publicado no NYT, mostra que, em 1980, os percentis de

A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil; ONU lança campanha Vidas Negras para alertar sobre violência

  ABr A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil. A cada dia, são 66 vidas perdidas, totalizando 4.290 óbitos por ano. Segundo o Mapa da Violência, um rapaz negro tem até 12 vezes mais chance de ser assassinado em relação a um branco. Em comum nesses homicídios, está a presença do racismo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Essa é a premissa da campanha Vidas Negras, lançada

As mudanças climáticas podem ser mais mortíferas nos assentamentos africanos pobres

  Johns Hopkins University* As condições nos assentamentos urbanos superpovoados na África tornam os efeitos da mudança climática piores, elevando as temperaturas a alturas perigosas para crianças e idosos nessas áreas. É o que sugere um novo estudo [Temperature and heat in informal settlements in Nairobi] liderado por um cientista da Universidade Johns Hopkins.     O estudo sugere que a mudança climática atingirá as pessoas que vivem nesses assentamentos porque suas condições de vida

Morador de área rica de SP vive 23,7 anos a mais que o de periferia, diz novo Mapa da Desigualdade da Cidade

  ABr     Um morador do Jardim Paulista, na região nobre da capital paulista, vive, em média, 79,4 anos; cerca de 23,7 a mais que um habitante do Jardim Ângela, na periferia, onde as pessoas morrem, em média, com 55,7 anos. O dado está no Mapa da Desigualdade da Cidade, divulgado ontem (24) pela Rede Nossa São Paulo com o apoio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). O levantamento

Construção de políticas públicas efetivas de combate à desigualdade tem que ser a agenda do Brasil

  Construção de políticas públicas efetivas de combate à desigualdade tem que ser a agenda do Brasil. Entrevista especial com Fábio Castro IHU Os dados de que as desigualdades sociais no Brasil não diminuíram ao longo dos últimos 15 anos, conforme demonstra a pesquisa realizada pelo economista Marc Morgan, do Instituto World, Wealth & Income Database, que é codirigido pelo economista Thomas Piketty, reforçam as análises feitas pelos pesquisadores brasileiros que usam as

Os seis maiores bilionários brasileiros têm a mesma riqueza e patrimônio que os 100 milhões mais pobres

  ABr   No Brasil, os seis maiores bilionários têm a mesma riqueza e patrimônio que os 100 milhões de brasileiros mais pobres. Caso o ritmo de inclusão no mercado de trabalho prossiga da forma como foi nos últimos 20 anos, as mulheres só terão os mesmos salários dos homens no ano de 2047, e apenas em 2086 haverá equiparação entre a renda média de negros e brancos. De acordo com projeções do

Super-ricos são menos tributados que os 10% mais pobres da população brasileira

  Super-ricos são menos tributados que os 10% mais pobres da população brasileira A baixa tributação sobre o patrimônio das camadas mais altas e a alta tributação indireta (sobre consumo e serviços) fazem os super-ricos pagarem poucos tributos no Brasil. As conclusões constam de estudo divulgado ontem (25) pela organização não governamental britânica Oxfam. Segundo o relatório A Distância que nos Une: um Retrato das Desigualdades Brasileiras, os 10% mais pobre da população brasileira

‘O Brasil não é desigual por acidente’; entrevista com Pedro Herculano de Souza, pesquisador do Ipea

    No último fim de semana, novos dados sobre a persistente desigualdade social brasileira voltaram a circular. O recente estudo de Marc Morgan, do World, Wealth & Income Database, cruza as declarações de renda dos brasileiros nos últimos 15 anos com pesquisas domiciliares e de renda nacionais. O pesquisador, vinculado ao grupo do economista francês Thomas Piketty, demonstra que ao contrário do que se pensava, a desigualdade no Brasil cresceu no período.

Desigualdade de renda no Brasil não caiu entre 2001 e 2015, revela estudo da equipe do economista Thomas Piketty

  O crescimento da renda da população mais pobre no Brasil nos últimos 15 anos foi insuficiente para reduzir a desigualdade. Segundo estudo divulgado nesta semana pela equipe do economista Thomas Piketty, famoso por propor a taxação dos mais ricos para reduzir as disparidades na distribuição de renda, a maior parte do crescimento econômico neste século foi apropriada pelos 10% mais ricos da população. De acordo com o estudo, conduzido pelo World

Top