EcoDebate: Índice da edição nº 3.286, de 19/09/2019

  Revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394   Ecologia dos Saberes segundo Boaventura Santos, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime Menos mortes violentas não quer dizer mais segurança, artigo de Marco Antônio Barbosa A poluição por fungicidas pode ter consequências imprevisíveis para o funcionamento dos sistemas aquáticos A 'Amazônia sem Lei' e a Greve Mundial pelo Clima, 20/9 Documentário 'River of Gold' [Rio do Ouro] denuncia mais uma ameaça à Amazônia: a mineração ilegal de ouro Secretaria de

Ecologia dos Saberes segundo Boaventura Santos, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] SANTOS (2007) relaciona que a ecologia de saberes é basicamente uma contra-epistemologia. O impulso básico resulta das novas emergências políticas de povos do outro lado da linha como parceiros da resistência. Em termos geopolíticos, trata-se de sociedades periféricas do sistema-mundo moderno onde a crença na ciência moderna é mais tênue, onde é mais visível a vinculação da ciência moderna aos desígnios da dominação colonial e imperial, onde conhecimentos não-científicos e

Menos mortes violentas não quer dizer mais segurança, artigo de Marco Antônio Barbosa

    [EcoDebate] Neste mês foi divulgada a 13ª Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, feito por pesquisadores do Fórum e do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O documento aponta uma queda de mais de 10% no número de mortes violentas em 2018 se comparado com o ano anterior. A menor taxa de criminalidade desde 2014. Então, temos motivos para comemorar, certo? Infelizmente ainda não é bem assim. Apesar da melhora,

A poluição por fungicidas pode ter consequências imprevisíveis para o funcionamento dos sistemas aquáticos

  Os fungicidas são usados mundialmente na agricultura. Grandes quantidades de fungicidas aplicados vazam para as águas superficiais próximas. Os efeitos dessas substâncias nos organismos aquáticos são pouco compreendidos e não são abordados especificamente nos quadros regulamentares da UE no que diz respeito à proteção das águas superficiais. Forschungsverbund Berlin e.V.*   Foto: Pixabay/FV-Berlin   Cientistas do Leibniz-Institute of Freshwater Ecology and Inland Fisheries (IGB) descobriram que a poluição por fungicidas pode ter consequências imprevisíveis, mas

A ‘Amazônia sem Lei’ e a Greve Mundial pelo Clima, 20/9

  Prezadas e Prezados, Envio abaixo notícia sobre o Relatório do Human Rights Watch. Bolsonaro e seus cúmplices devem responder por crimes contra a humanidade e ecocídio nos tribunais nacionais (se ainda houver Justiça entre nós) e internacionais. É dever nosso divulgar esses fatos à sociedade e envidar esforços organizados para que a destruição cesse e para que esses crimes não fiquem impunes. O primeiro passo é marcar presença maciça no dia 20, em

Documentário ‘River of Gold’ [Rio do Ouro] denuncia mais uma ameaça à Amazônia: a mineração ilegal de ouro

  IHU Enquanto eu escrevo esta resenha do documentário “River of Gold” [Rio do ouro], a Floresta Amazônica continua queimando. Os incêndios de 2019 supostamente têm origem humana. Eles provavelmente deveriam limpar a terra para a produção de carne para os mercados estadunidenses e além, e para o cultivo de soja e milho para alimentação. O comentário é da irmã paulina Rose Pacatte, diretora-fundadora do Pauline Center for Media Studies, de Los Angeles, EUA, em artigo publicado por National Catholic

Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Santarém, no Pará, suspeita de queimada criminosa em Alter do Chão

  Sema suspeita de queimada criminosa em Alter do Chão; Fogo atingiu mais de 7% da área de proteção ambiental ABr A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) de Santarém, no Pará, tem suspeitas de que os incêndios ocorridos desde sábado (14) na Área de Proteção Ambiental (APA) de Alter do Chão foram provocadas por ação humana, com o propósito de liberar pedaços de terra para exploração turística às margens do Rio Tapajós, em

Na próxima temporada de desova, o projeto Tamar deve alcançar a marca de 40 milhões de tartarugas protegidas

  Projeto Tamar anuncia marca de 40 milhões de tartarugas protegidas Na próxima temporada de desova das tartarugas marinhas, o projeto Tamar deve alcançar a marca de 40 milhões de animais protegidos ABr     “Podemos dizer que a tartaruga de número 40 milhões já existe e navega em uma viagem transcontinental rumo às praias brasileiras. Mas é importante lembrar que, a cada mil tartarugas que nascem, apenas uma ou duas sobrevivem. Ainda há muito a

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