Índice da edição nº 2.862, 2017 [de 01/11/17]

    Futebol e indicadores sociais da Islândia: tamanho não é documento, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Contaminantes Emergentes: Uma ameaça real na água usada para consumo humano, por Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira Poluição do ar está associada à mortalidade por cânceres não pulmonares Pesquisa encontra resíduos de agrotóxicos em 60% dos alimentos consumidos em São Paulo e Brasília Crescimento do rebanho e aumento no uso de

Futebol e indicadores sociais da Islândia: tamanho não é documento, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Muita gente associa a grandeza populacional de um país com sua força futebolística. Mas a Islândia (Iceland), com uma população de somente 335 mil habitantes em 2017, obteve vaga para a Copa da Rússia e se tornou o país com o menor volume populacional a garantir uma participação em copa do mundo de futebol. Enquanto isto, os cinco países mais populosos do mundo não conseguiram vaga para a Copa da

Contaminantes Emergentes: Uma ameaça real na água usada para consumo humano, por Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira

    [EcoDebate] A partir de 2012 os estudos sobre contaminantes emergentes (CE) se tornaram mais comuns no país, motivados pelo número crescente de geração desses produtos, com o consequente descarte ou eliminação dos mesmos no meio ambiente, principalmente nos cursos d’água. O CE é uma alusão aos produtos tóxicos que não são removidos ou eliminados pelos processos tradicionais de tratamento de água para consumo humano. Entre esses produtos estão os hormônios

Poluição do ar está associada à mortalidade por cânceres não pulmonares

    Um estudo epidemiológico em larga escala associa alguns poluentes do ar com morte por câncer de rim, bexiga e colorretal Do Barcelona Institute for Global Health (ISGlobal)* A poluição do ar é classificada como cancerígena para os seres humanos, devido à sua associação com o câncer de pulmão, mas há pouca evidência de associação com o câncer em outros sítios corporais. Em um novo estudo prospectivo em larga escala, liderado pelo Instituto

Pesquisa encontra resíduos de agrotóxicos em 60% dos alimentos consumidos em São Paulo e Brasília

    ABr Testes toxicológicos realizados pelo Laboratório de Resíduos de Pesticidas (LRP) do Instituto Biológico de São Paulo, a pedido da organização não governamental Greenpeace, mostraram que 60% dos alimentos que a população de São Paulo e Brasília come diariamente contém resíduos de agrotóxicos. Em 36% das amostras, havia ainda alguma irregularidade, como presença de agrotóxicos banidos do país e de quantidade acima do limite máximo de resíduos permitido no Brasil. Os alimentos

Crescimento do rebanho e aumento no uso de fertilizantes nitrogenados elevam emissões na Agropecuária

  Crescimento recorde do rebanho e aumento de 23% no uso de fertilizantes nitrogenados elevam emissões na Agropecuária     As emissões de gases de efeito estufa na agropecuária subiram quase 2% entre 2015 e 2016. É o maior crescimento registrado dos últimos cinco anos. Esse é um dos resultados do relatório elaborado pelo Imaflora para o 5º Seminário Nacional sobre Gases de Efeito Estufa, realizado pelo Observatório do Clima. O relatório mostra ainda

Estudo mostra que é economicamente viável zerar desmatamento no Brasil

  Por Maura Campanili, Instituto Escolhas Impactos no PIB e nos salários seriam muito baixos e podem ser compensados com pequeno aumento nas taxas de intensificação da pecuária Se todo o desmatamento – e a consequente expansão da fronteira agrícola – no Brasil acabasse imediatamente, seja legal ou ilegal, incluindo terras públicas e privadas, haveria um impacto mínimo na economia do país. Isso significaria uma redução de apenas 0,62% do PIB acumulado entre

Às vésperas da COP 23, ONU aponta riscos para efetivação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

  ABr   Há dois anos, 195 países firmaram o Acordo de Paris, fruto da Conferência Mundial do Clima (COP21) sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa. Era a primeira vez na história que governos reconheciam conjuntamente os riscos associadas ao aquecimento global e pactuavam um acordo global sobre o clima. Apesar da relevância do acordo, um estudo divulgado hoje (31), pela ONU Meio Ambiente afirma que o acordo está em

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