Índice da edição nº 2.801, 2017 [de 26/07/17]

    Transição dos carros de combustão interna para os veículos elétricos: uma mudança de época, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Créditos de Carbono para Quem? artigo de Amyra El Khalili Substituindo peixes nos oceanos por plástico; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp) Força Nacional vai reforçar equipes do Ibama no combate ao desmatamento no Pará Governo anuncia estímulo à mineração sem salvaguarda socioambiental, alerta WWF-Brasil Estamos todos doentes? Pesquisadora da Unicamp alerta para o crescimento do

Transição dos carros de combustão interna para os veículos elétricos: uma mudança de época, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Nossas invenções são apenas brinquedos bonitinhos, que distraem nossa atenção das coisas sérias” Ducentésimo aniversário de nascimento de Henry Thoreau (12/07/1817)     [EcoDebate] A indústria automobilística não está passando simplesmente por uma época de mudanças, mas sim por uma mudança de época. A mudança da época do motor à combustão interna, com base nos combustíveis fósseis para a época dos carros elétricos, com base na energia renovável. A época dos carros elétricos

Créditos de Carbono para Quem? artigo de Amyra El Khalili

    Resumo: Quando lidamos com meio ambiente não podemos tratar deste direito fundamental como se fosse um produto negociado com base em contratos e regras determinados a portas fechadas. Pelo contrário, tais negociações devem acontecer com o coletivo da sociedade. Se a sociedade não aderir, não há projeto socioambiental que possa ser concretizado. Analisar o desenho mercadológico e criticar acordos internacionais em sua estrutura operacional, o da execução financeira, não significa

Substituindo peixes nos oceanos por plástico; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Uma economia ecoeficiente, com generalização da engenharia reversa, reciclagem, reutilização e refabricação, permitiria reduzir tendencialmente a zero a extração de novos recursos naturais e o descarte. Tal é o sonho do capitalismo “sustentável”, do qual a figura 1 brutalmente nos desperta. Fonte: Daniel Hoornweg, Perinaz Bhada-Tata, Chris Kennedy, “Environment: Waste production must peak this century”. Nature, 30/X/2013; Joseph Stromberg, “When will we hit peak garbage?”. Smithsonian.com 30/X/2013 http://www.smithsonianmag.com/science-nature/when-will-we-hit-peak-garbage-7074398/ O lixo

Força Nacional vai reforçar equipes do Ibama no combate ao desmatamento no Pará

  ABr Um grupo de 100 agentes da Força Nacional seguiu ontem (25), de Brasília para Novo Progresso (PA), para apoiar equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no combate à devastação de florestas e o comércio ilegal de madeira na região, no âmbito da Operação Onda Verde. A previsão é que as equipes cheguem até o fim de semana ao local da operação, que tem

Governo anuncia estímulo à mineração sem salvaguarda socioambiental, alerta WWF-Brasil

    Medidas focam os benefícios setoriais, mas podem deixar vulneráveis áreas protegidas vitais para a conservação da biodiversidade, recursos hídricos, povos e comunidades tradicionais Atrair investimentos é a palavra de ordem no governo como resposta a uma das maiores recessões da história do Brasil. Para isso, o governo anuncia hoje um pacote para beneficiar o setor de mineração. A expectativa é aumentar em 50% a participação mineral no PIB brasileiro e reverter

Estamos todos doentes? Pesquisadora da Unicamp alerta para o crescimento do número de diagnósticos de transtornos mentais

    Por Patricia Mariuzzo para o Jornal da Ciência Dados do National Institute of Mental Health (NIMH, 2012) apontam que 46% dos norte-americanos preenchem os critérios de diagnóstico de um transtorno mental. Na Europa essa porcentagem corresponde a 38%. Nos Estados Unidos, o diagnóstico de transtorno bipolar em crianças e adolescentes aumentou 40 vezes, entre 1994 e 2003, e uma entre cinco crianças tem um surto de transtorno mental por ano, de

Estudo analisa a desigualdade ‘racial’ nas eleições brasileiras

  Por José Tadeu Arantes | Agência FAPESP Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos     Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento

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