Índice da edição nº 2.736, 2017 [de 12/04/17]

    Teresina/Piauí: a capital mais católica do Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Pós-Rio+20 – Reflexões sobre a ‘comoditização’ dos bens comuns, artigo de Amyra El Khalili Senado aprova medida que pode deixar vulneráveis mais de 600 mil hectares de áreas protegidas no Pará Redução de Unidades de Conservação (UCs) federais na Amazônia estimula novas invasões e desmatamentos Em Minas, o repasse de ICMS ecológico transformou-se numa indústria de APAS municipais Articulação Antinuclear Brasileira lança

Teresina/Piauí: a capital mais católica do Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Como já repetido, o Brasil está passando por uma transição religiosa, com declínio das filiações católicas e aumento das filiações evangélicas, paralelamente ao aumento do percentual de outras religiões e do percentual de pessoas que se declaram sem religião (incluindo ateus e agnósticos). No conjunto do território nacional, os católicos eram 73,6% em 2000 e passaram para 64,6% em 2010. No mesmo período, os evangélicos passaram de 15,4% para 22,2%.

Pós-Rio+20 – Reflexões sobre a ‘comoditização’ dos bens comuns, artigo de Amyra El Khalili

A palavra inglesa commodities vem sendo usada há anos nos jornais e cadernos especializados em notícias econômicas, mas pouco se sabe efetivamente o que são commodities. Sempre grafada no plural — commodities — e raramente no singular — commodity —, após a Rio+20, a palavra-expressão tornou-se vedete dos debates socioambientais que a utilizam tanto no plural quanto no singular para se referir à “comoditização” dos bens comuns. Commodity significa mercadoria padronizada

Senado aprova medida que pode deixar vulneráveis mais de 600 mil hectares de áreas protegidas no Pará

  Congresso dá sinais que podem fazer subir o desmatamento na Amazônia   *Comissão Mista no Senado aprovou ontem (11) medida que pode deixar vulneráveis mais de 600 mil hectares de áreas protegidas no Pará *Coordenadora do Programa de Ciências do WWF-Brasil acredita que esse foi um péssimo sinal para a sociedade, de que o Congresso aceita manobras de grupos específicos em detrimento de um debate qualificado sobre conservação e um futuro sustentável

Redução de Unidades de Conservação (UCs) federais na Amazônia estimula novas invasões e desmatamentos

  Redução de UCs estimula novas invasões e desmatamentos. Entrevista especial com Elis Araújo IHU O monitoramento do desmatamento nas Unidades de Conservação da Amazônia Legal, realizado entre 2008 e 2015 pelo Imazon, demonstra que as 50 UCs mais desmatadas estão em “área de expansão da fronteira agropecuária e sob influência de projetos de infraestrutura como rodovias, hidrovias, portos e hidrelétricas, que geram fortes ondas migratórias e valorizam as terras do entorno”, diz

Em Minas, o repasse de ICMS ecológico transformou-se numa indústria de APAS municipais

  Amda Estudo realizado pela Amda mostra total descaso das prefeituras com as unidades de conservação e graves falhas no processo de cálculo dos valores a serem repassados "Uma indústria de APAS": foi este o cenário encontrado pela Amda ao investigar a destinação do ICMs ecológico em 12 municípios de Minas Gerais. A entidade constatou que as Áreas de Preservação Ambiental (APAs) municipais não têm sede, programa de prevenção e combate a incêndios,

Articulação Antinuclear Brasileira lança série de vídeos sobre os impactos locais do nuclear no Brasil

    Você sabia que a mineração de urânio tem gerado contaminação de água por radiação no interior da Bahia? E que existem toneladas de lixo radioativo em local de grande circulação de pessoas na capital paulistana? O Brasil tem duas usinas nucleares em funcionamento, uma terceira em construção e lobby constante da indústria nuclear para a construção de outras. Além disso, a fiscalização das demais atividades nucleares é ineficiente. Os impactos

MPF defende o direito de anistia coletiva aos indígenas Krenak, por violações sofridas no período militar

PGR Remoção de suas terras tradicionais, prisões forçadas e dispersão das famílias foram algumas violações sofridas pelos Krenak no período militar O Ministério Público Federal (MPF) defendeu o direito de anistia coletiva ao indígenas Krenak. A Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF (6CCR/MPF) lançou nota técnica em que rebate a validade da Portaria 2.523/2008 do Ministério da Justiça, que define normas dos procedimentos para requerimentos de reparações em função

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