nº 2.509, 2016 [15/04/2016]

    Edição n° 57 da revista Cidadania & Meio Ambiente está disponível para acesso e/ou download O colapso da Arábia Saudita é inevitável? artigo de José Eustáquio Diniz Alves Agrotóxicos-transgênicos: um rolo compressor está sendo passado sobre o direito do consumidor, artigo de Sucena Shkrada Resk A perspectiva das construções sustentáveis, artigo de Reinaldo Dias Um círculo virtuoso: a integração de catadores na gestão de resíduos sólidos Anvisa: lei que autoriza

Edição n° 57 da revista Cidadania & Meio Ambiente está disponível para acesso e/ou download

  Prezadas(os) Leitoras(es) do EcoDebate e da revista Cidadania & Meio Ambiente Informamos que a edição n° 57 da revista Cidadania & Meio Ambiente, ISSN 2177-630X, já está disponível para acesso e/ou download na página da revista no Portal EcoDebate. Capa da edição n° 57 da revista Cidadania & Meio Ambiente   Para acessar a edição e/ou fazer o download clique aqui As edições da revista, na versão on-line, também estão disponíveis, no formato do Acrobat Reader,

O colapso da Arábia Saudita é inevitável? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “It took us 125 years to use the first trillion barrels of oil. We’ll use the next trillion in 30”. Cambridge Energy Research Associates     [EcoDebate] A Arábia Saudita, mais que um país é o sobrenome de uma família. A família Saud manda e desmanda em toda a nação, que tem instituições democráticas frágeis e uma sociedade civil desempoderada e praticamente sem nenhuma liberdade de expressão, organização e manifestação. As mulheres sauditas

Agrotóxicos-transgênicos: um rolo compressor está sendo passado sobre o direito do consumidor, artigo de Sucena Shkrada Resk

    Enquanto o cenário político brasileiro enfrenta uma de suas maiores crises na história democrática no país, nos bastidores, a orquestração no Congresso de grupos políticos, que representam predominantemente interesses de mercado, consegue aprovar projetos que prejudicam o direito do consumidor de acesso ao conhecimento e poder de escolha, além de facilitar a maquiagem verde de produtos que consumimos nas gôndolas, potencialmente prejudiciais à nossa saúde.  Esse retrocesso de conquistas está

A perspectiva das construções sustentáveis, artigo de Reinaldo Dias

telhado verde

    [EcoDebate] Ao longo das últimas décadas tem observa-se um avanço no debate sobre a responsabilidade social nas indústrias, tanto na sua relação com o meio ambiente quanto nos impactos que estas podem provocar na comunidade onde está integrada. Contudo esse avanço no nível de debate não ocorre com a mesma força no setor da construção, atrasando o desenvolvimento de formas alternativas e socialmente comprometidas. Ainda há um número significativo de práticas

Um círculo virtuoso: a integração de catadores na gestão de resíduos sólidos

  Catadores de lixo são os principais atores na recuperação de resíduos para a indústria de reciclagem. Entre suas demandas está o reconhecimento dos serviços que prestam, o acesso aos resíduos e o direito de concorrer a contratos de gestão. O Banco Mundial tem desenvolvido programas para reconhecer e apoiar os catadores como integrantes do setor de resíduos sólidos.     O lixo – sua geração, coleta e disposição – é um grande desafio

Anvisa: lei que autoriza uso da fosfoetanolamina pode colocar população em risco

    A lei que autoriza o uso da fosfoetanolamina sintética, sancionada ontem (14) pela presidenta Dilma Rousseff, pode colocar a população brasileira em risco sanitário porque libera a utilização de uma substância que não passou por nenhum tipo de teste capaz de assegurar sua segurança e eficácia. A avaliação é do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Jarbas Barbosa. Em entrevista à Agência Brasil, o médico sanitarista lembrou que a agência

Fosfoetanolamina: pacientes vão arcar com custos para compra, diz ministério

    O Ministério da Saúde informou ontem (14) que participa da elaboração de uma regulamentação para o uso, a pesquisa e o fornecimento da fosfoetanolamina sintética, conhecida popularmente como pílula do câncer. Por meio de nota, esclareceu que, com a autorização de uso, os pacientes interessados terão de arcar com todos os custos, já que a substância não foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS). A lei que autoriza o uso

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