Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.734, de 07/12/2012

    A nossa cara, artigo de Montserrat Martins A população do Brasil em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Economia e Ecologia não devem ter conflitos, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira A falta de mão de obra especializada, artigo de Artur Bueno de Camargo Caderno informativo sobre a recuperação energética de resíduos sólidos urbanos, artigo de Marcos Godecke Mais de 30% das terras indígenas na Amazônia sofrerão impacto por

A nossa cara, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] “Os habitantes da Capitania do Rio Grande...tinham títulos de nobreza, léguas de sesmaria...falavam alto e grosso, de cabeça erguida... os sem título e sem terras falavam alto e grosso e de cabeça erguida porque tinham armas, botas e cavalos. Mas os gaúchos sem cavalo, sem armas, sem botas, sem nada... esses só falavam alto e grosso entre os da sua igualha. Porque ante os bem montados ficavam de olhos

A população do Brasil em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A população do Brasil girava em torno de 3,4 milhões de habitantes em 1800, chegou a 17,4 milhões em 1900 e a 170 milhões no ano 2000. Ou seja, pouco antes da chegada da família real portuguesa, a população brasileira, que era cerca da metade do tamanho atual do número de habitantes da cidade do Rio de Janeiro, se multilplicou por 5 vezes no século XIX e por 10

Economia e Ecologia não devem ter conflitos, artigo de Marcus Eduardo de Oliveira

    [EcoDebate] Em nome do que se convenciona chamar “progresso econômico”, a agressão ambiental em escala mundial não deixa espaço para dúvidas: o forte desequilíbrio no sistema natural é decorrente das mãos humanas que procura responder às ordens do mercado de consumo. Mais produtos, menos ambiente. Mais economia, menos ecossistema. À medida que o consumo ganha - pela ordem da imposição macroeconômica tradicional - maior proporção e torna-se sinônimo de prosperidade

A falta de mão de obra especializada, artigo de Artur Bueno de Camargo

    [EcoDebate] Estamos vivendo um momento em que há uma forte e considerável oferta de emprego no mercado brasileiro, quer seja no setor industrial, quer seja no setor comercial e, ainda no de prestação de serviços. Temos percebido que quanto maior é a oferta de emprego, maior também é a preocupação de boa parte dos empresários, pois eles alegam que não conseguem mão de obra especializada, para ocupar as vagas de trabalho

Caderno informativo sobre a recuperação energética de resíduos sólidos urbanos, artigo de Marcos Godecke

    [EcoDebate] A Abrelpe e Plastivida lançaram informativo sobre a recuperação energética de resíduos sólidos urbanos através da incineração, disponível em: http://www.abrelpe.org.br/_download/informativo_recuperacao_energetica.pdf A publicação aborda os tópicos: política nacional de resíduos sólidos, panorama dos resíduos sólidos no Brasil, desafios atuais da gestão de resíduos, conceitos sobre a recuperação energética, visão geral do processo de Mass Burning, evolução da destinação de resíduos e complementariedade das soluções, dioxinas e furanos, e recuperação energética e mudanças

Mais de 30% das terras indígenas na Amazônia sofrerão impacto por causa de hidrelétricas, diz procurador

    Mais de 30% das terras indígenas na Amazônia vão sofrer algum tipo de impacto com a construção das hidrelétricas previstas para a região. Na avaliação do procurador Felício Pontes, do Ministério Público Federal (MPF) no Pará, o projeto do governo brasileiro, que prevê a instalação de 153 empreendimentos nos próximos 20 anos, também vai afetar a vida de quase todas as populações tradicionais amazonenses. “Aprendemos isso da pior maneira possível”, avaliou

Relatório do Imazon identifica as Áreas Protegidas Críticas na Amazônia Legal

  Foto: Imazon   As Áreas Protegidas (APs) têm se mostrado eficazes contra o avanço do desmatamento na Amazônia brasileira. Entre 2004 e 2006, por exemplo, o desmatamento na região reduziu em 37% como consequência da criação, entre 2003 e 2006, de aproximadamente 485 mil quilômetros quadrados em Unidades de Conservação (UC). Este valor representa 40% das UCs existentes na Amazônia Legal em 2010. Porém, o desmatamento e a degradação florestal têm ameaçado a

Código Florestal e a corrida pela terra, por André Antunes

    Para ambientalistas, flexibilização do Código foi primeira etapa de um processo de desmonte da legislação ambiental brasileira, que deve mobilizar ruralistas pelos próximos 20 anos. A novela da votação do Código Florestal, pelo menos por enquanto, chegou ao fim. Por mais simplista que pareça, a analogia não é gratuita: assim como os folhetins televisivos, o processo de elaboração do novo Código foi repleto de idas e vindas, polêmicas e momentos dramáticos,

Especialistas discutem acesso à biodiversidade e repartição de benefícios durante encontro em Belém

    Quando o estudo internacional intitulado A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB na sigla em inglês) estimou o valor econômico das florestas mundiais em US$ 4,7 trilhões, os estudiosos fizeram os países notarem que manter a floresta em pé pode ser um bom negócio. Mesmo porque os cientistas também apontaram que as perdas em termos de biodiversidade e serviços ambientais nessas mesmas florestas devido ao desmatamento e a degradação

Agrotóxicos: ‘Flexibilizar a lei gaúcha seria um retrocesso’. Entrevista com Jaime Weber

    “É estranho que o Brasil, na tentativa de resolver o problema da fome, use uma série de tecnologias no sentido de aumentar a produtividade. Algumas dessas tecnologias vieram com a promessa de diminuir o volume de agrotóxicos utilizados na agricultura. Mas o fato é que desde 2008 o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo", constata o engenheiro agrônomo. Confira a entrevista. Há trinta anos o Rio Grande do Sul

Por um sistema integrado de tratamento do lixo. Entrevista com Eglé Novaes Teixeira

    “Temos que minimizar a geração, começando pela redução na fonte, ou seja, não gerando o lixo e, se este for inevitável, gerar menos, evitando o desperdício”, defende Eglé Novaes Teixeira Por: Graziela Wolfart Na visão da professora da Unicamp Eglé Novaes Teixeira, nossos hábitos nos conduzirão a um “mundo de lixo”. Na entrevista que concedeu por e-mail à IHU On-Line, ela acredita que todos devem mudar seus hábitos, passando a gerar menos

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