Índice da edição nº 3.005, 2018 [de 27/06/2018]

    O grande crescimento da Pegada Ecológica no mundo e nos continentes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Anvisa continuará a denunciar riscos do PL 6299/02, que altera lei e ‘flexibiliza’ o uso de agrotóxicos Nota Técnica do MPF aponta inconstitucionalidade no PL dos agrotóxicos Decrescimento, parte 2/6: Mudanças climáticas; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp) Estado do Rio de Janeiro terá de abolir sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais Plástico: um grande responsável pela poluição marinha Sistemas Agrícolas

O grande crescimento da Pegada Ecológica no mundo e nos continentes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo tinha superávit ambiental em 1961, pois a pegada ecológica total era de 7 bilhões de hectares globais (gha) para 9,6 bilhões de gha de biocapacidade. A pegada ecológica per capita era de 2,29 gha e a biocapacidade per capita de 3,13 gha, para uma população em torno de 3 bilhões de habitantes. A figura acima, com dados sobre a pegada ecológica total para os continentes, mostra (gráfico pequeno)

Anvisa continuará a denunciar riscos do PL 6299/02, que altera lei e ‘flexibiliza’ o uso de agrotóxicos

  Agência manifesta-se contrariamente ao Projeto de Lei aprovado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados e que propõe que tais produtos não passem por avaliação sobre os riscos à saúde. A Anvisa é contrária à proposta do substitutivo do Projeto de Lei (PL) 6299/02, que trata do registro, fiscalização e controle dos agrotóxicos no País e que retira da Agência, na prática, a competência de realizar reavaliação toxicológica e ambiental desses

Nota Técnica do MPF aponta inconstitucionalidade no PL dos agrotóxicos

  Em nota técnica, Ministério Público Federal detalha seis pontos em que o projeto de lei desrespeita a Constituição Imagem ilustrativa: Pixabay Para a Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal (MPF), o Projeto de Lei que flexibiliza o registro de agrotóxicos (PL 6299/2002) é inconstitucional e desrespeita pelo menos seis artigos da Constituição Federal. O PL, de autoria do atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi, foi aprovado em

Decrescimento, parte 2/6: Mudanças climáticas; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Resumo: (1) Trata-se do segundo de uma série de seis artigos sobre as crises socioambientais contemporâneas e suas possíveis soluções ou mitigações numa perspectiva de decrescimento administrado. (2) Este segundo artigo, sobre as mudanças climáticas, retoma os principais argumentos científicos que demonstram a inevitabilidade atual de um aquecimento médio global superior a 2 graus C nos próximos decênios, mantido o paradigma do crescimento econômico lastreado na queima de combustíveis fósseis e nos

Estado do Rio de Janeiro terá de abolir sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais

Prazo é de 18 meses para microempresas e 12 meses para demais empresas ABr As sacolas plásticas são responsáveis por vários prejuízos econômicos e ambientais O estado do Rio de Janeiro terá de abolir as sacolas feitas com plásticos derivados de petróleo dos estabelecimentos comerciais, como supermercados, em até 18 meses. É o que determina a Lei 8.006, sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão, que modifica a legislação anterior, de 2009. A medida

Plástico: um grande responsável pela poluição marinha

  Plástico: um grande responsável pela poluição marinha. Entrevista especial com Monica Costa IHU     Apesar de o plástico não ser biodegradável como os materiais orgânicos, que retornam ao estado de CO2 e água, “do ponto de vista químico, todo plástico é reciclável”, diz a oceanógrafa e mestra em Química Monica Costa à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por telefone. O problema com esse tipo de material, adverte, não é em relação à possibilidade de reciclagem, mas à excessiva escala de consumo,

Sistemas Agrícolas Tradicionais: FAO premia mulheres maranhenses que preservam cultivo tradicional do babaçu

  ONU Há 25 anos, a Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais (AMTR) do Médio Mearim, no estado do Maranhão, implementam práticas de exploração sustentável dos babaçus, um tipo de palmeira que ajuda na conservação da biodiversidade regional. A iniciativa do grupo de 102 agricultoras, espalhadas por 14 comunidades, foi a vencedora do Prêmio de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais, da FAO e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Há 25

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