Filosofia de praia, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] Assim como tem a filosofia de boteco, onde se resolvem os grandes problemas do mundo e da humanidade, tem a filosofia de praia, mais modesta e cotidiana. No boteco à noite, depois de uns tragos, se fazem revoluções, se derrubam governos e se dão conselhos a Deus sobre as modificações necessárias na fabricação de novas pessoas. Na praia, lagarteando, as filosofias são mais prosaicas, do tipo “as mentirinhas é

Movimentos sociais apontam desafios e prioridades diante do avanço dos agrocombustíveis

    Diante do avanço dos agrocombustíveis e do agronegócio, como garantir o direito à terra, ao território e a um modelo de agricultura sustentável ao povo camponês? Este desafio foi debatido por diversas organizações durante a oficina “Agrocombustíveis, segurança alimentar e sustentabilidade: construindo estratégias comuns de ação”, realizada no Rio de janeiro, nos dias 6 e 7 de dezembro de 2012. Como resultado da atividade, 16 movimentos e entidades participantes construíram

Blocos de rua de São Paulo defendem modelo não empresarial de carnaval

  Crianças brincam o carnaval em blocos de rua. Foto de José Cruz/ABr   Além do espetáculo dos desfiles das escolas de samba, que enchem os olhos dos espectadores no Anhembi, as folias de rua também animam o carnaval na capital paulista. Com orçamento pelo menos cinquenta vezes menor do que as agremiações do grupo especial, blocos e cordões carnavalescos defendem um modelo não empresarial da festa, a qual teria como principal motivação

Blocos de rua ressurgem em São Paulo na busca por carnaval mais espontâneo, diz pesquisadora

  Crianças brincam o carnaval em blocos de rua. Foto de José Cruz/ABr   A busca por um carnaval mais espontâneo, longe das regras dos desfiles e das fantasias caras das escolas de samba, está fazendo com que os blocos de rua ressurjam em São Paulo, segundo avaliação da pesquisadora do Centro de Memória da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora do Departamento de Ciências Sociais da Faculdade de Educação, Olga Rodrigues

Carnavais latino-americanos mesclam tradições indígenas e africanas

    Os carnavais latino-americanos mesclam as tradições indígenas das civilizações pré-hispânicas com os costumes da população afrodescendente dos países da região. Alguns recebem até influência do carnaval brasileiro, considerado o maior do mundo. De um modo geral, os carnavais latino-americanos foram trazidos pelos colonizadores – na América Hispânica – pela Coroa espanhola, assim como o brasileiro chegou com os portugueses. Nas colônias, as festas foram assimilando elementos das culturas locais, das civilizações

Não é apenas a dengue, os alertas são muitos, artigo de Washington Novaes

    [O Estado de S.Paulo] Há umas poucas décadas, jornalistas brasileiros tomaram conhecimento, muito surpresos, de que estávamos às voltas com um problema novo, importado do Oriente em cascos de navios que chegavam a nossos portos: a invasão do mexilhão dourado, que entrara pelo Porto de Rio Grande, subira pelo Rio Paraná, já ocupara o reservatório de água e provocava entupimentos graves em turbinas da usina de Itaipu, com sérios prejuízos

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