Comunidades extrativistas denunciam ameaças de morte na região sul do Amazonas

 

Entrevista com Luzia Santos Silva, representante do Fórum de Desenvolvimento Sustentável de Boca do Acre e diretora do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, e José Everaldo Vieira Melo, presidente da Associação dos Produtores Rurais e Agroextrativista do Seringal Macapá. Ele reivindicam empenho do governo na reforma agrária e regularização das terras. Lideranças comunitárias estão sob ameaça de morte e acusam os fazendeiros da região de tentativas de agressão.

Apresentação Beth Begonha, da Radioagência Nacional / ABr.

EcoDebate, 11/05/2012

[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate
Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário, basta clicar no LINK e preencher o formulário de inscrição. O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.

O EcoDebate não pratica SPAM e a exigência de confirmação do e-mail de origem visa evitar que seu e-mail seja incluído indevidamente por terceiros.

Alexa

Um comentário em “Comunidades extrativistas denunciam ameaças de morte na região sul do Amazonas

  1. Infelizmente, LUZIA SANTOS SILVA e JOSÉ EVERALDO VIEIRA MELO, vocês são obrigados, pelas circunstâncias, a dizerem que acreditam no atual governo brasileiro, e chegam até mesmo a fazerem comparações entre este governo e a época da ditadura militar, e a reconhecerem que atualmente não há a impunidade daquela época. Infelizmente porque, se bem olharmos, veremos que as diferenças são apenas estratégicas.

    O processo de destruição dos recursos naturais das terras brasileiras e dos povos primitivos foi implantado no início do século XVI, quando aqui chegaram os invasores europeus.

    Até o início do século XIX, esse processo foi conduzido por Estados europeus ( Portugal, Espanha e Holanda ) e, a partir de então, com a criação do Estado brasileiro ( a chamada independência do Brasil de Portugal ), é o Estado brasileiro que, em defesa dos interesses dos capitalistas – e não do povo – conduz esse processo destrutivo.

    Conclusão: o Estado brasileiro, desde sua origem, existe para defender os interesses dos capitalistas, ou seja, é um Estado capitalista, e, como todos os estados capitalistas, não pode deixar de cumprir as suas funções.

    Evidentemente, a dominação consentida é muito mais produtiva e de menos custo que aquela chamada ditatorial. Daí a importância da democracia para os Estados capitalistas. Não é sem motivo que o Supremo Tribunal Eleitoral brasileiro convoca os eleitores para votarem nas próximas eleições, chamando-os de “guerreiros” e afirmando que “brasileiro que vota, não foge à luta”. Que luta?!

    Destruir o Estado capitalista e, sobre suas cinzas, construir um Estado socialista ( nada a ver com os partidos socialistas que existem ) conduziria à solução dos problemas socioambientais atualmente vivenciados pelas espécies. Mas isso é pura utopia. O capitalismo se apodera de tudo: dos meios materiais ( toda a natureza ) e das mentes das pessoas. E, assim, torna-se imbatível. Somente perecerá junto com a destruição que promove, quando esta for total.

Comentários encerrados.

Top