Mata ciliar – parte II: efeito oásis e consumo de água, artigo de Osvaldo Ferreira Valente

 

[EcoDebate] Voltando, com este segundo artigo, para discutir aspectos científicos e técnicos relacionados com as relações da mata ciliar com as nascentes e os cursos d’água, começo transcrevendo um texto e apresentado uma informação.

O texto, extraído de “A floresta e a água”, disponível no Google, diz o seguinte: “Em regiões semiáridas, onde a água é limitante, a presença da mata ciliar pode significar um fator de competição. Isso se deve ao fato de que as árvores das matas ciliares apresentam suas raízes em constante contato com a franja capilar do lençol freático. Nesse caso, o manejo da vegetação ripária pode resultar numa economia de água. No caso de se pensar em aumentar a produção de água de uma bacia mediante o corte da vegetação da mata ciliar em regiões semiáridas, deve-se considerar que a eliminação da vegetação deve ser por meio de cortes seletivos e jamais por corte raso. Isso porque as funções básicas das matas ciliares, manutenção de habitat para fauna, prevenção de erosões e aumento da temperatura da água devem ser mantidas. Na região sul do Brasil, onde o clima é subtropical sempre úmido, e chove em média 1350 mm por ano, a competição das matas ciliares não compromete a produção de água nas bacias hidrográficas a ponto de serem feitos cortes rasos”.

A informação foi extraída do livro “Água subterrânea – Uma introdução” do geólogo Dagfin John Cedestron que ministrou hidrologia para o primeiro curso de Geologia, da então Escola Nacional de Geologia, entre 1961 e 1963. Nele o prof. Cedestron faz referências a plantas de raízes profundas e que são capazes de provocar abaixamento de lençóis freáticos. Cita trabalho feito por dois pesquisadores norte-americanos, em 1965, mostrando que árvores de carvalho provocavam abaixamentos significativos de lençóis freáticos, pela transpiração daria, chegando a valores de 495.000 litros por dia e por hectare.

O texto e a informação foram escolhidos de propósito, pois o texto é recente e a informação mostra que o assunto tem raízes bem mais antigas. Os norte-americanos já conhecem o fenômeno desde a primeira metade do Século 20. O que eu quero deixar claro, antes de tudo, é que as discussões que serão desenvolvidas a seguir têm sido preocupações de pesquisadores e de instituições já há muito tempo. Mas exposta a preocupação, vamos analisar as razões do consumo de água pelas matas ciliares.

Comecemos pela Figura 1, onde está representada uma encosta com  mata ciliar e o córrego no fundo do vale (ac e c, respectivamente). Também está representado o aquífero (lençol) subterrâneo (aq), responsável pelo abastecimento do córrego

Figura 1 – Relações entre mata ciliar e aquífero

Comecemos pela Figura 1, onde está representada uma encosta com mata ciliar e o córrego no fundo do vale (ac e c, respectivamente). Também está representado o aquífero (lençol) subterrâneo (aq), responsável pelo abastecimento do córrego. Já foi dito, no outro artigo (parte I), que as vazões de estiagem são mantidas pelos volumes de água das partes mais distantes do aquífero e que se deslocam lentamente para o córrego. Com tal movimento, enquanto houver água no aquífero, haverá, também, presença de água subterrânea na área ripária, onde está a mata ciliar. Como está no fundo do vale, onde o aquífero está emergindo, garantindo o córrego, é normal que ele esteja, aí nessa região ripária, a pequena profundidade. Imaginemos, agora, que as árvores formadoras da mata ciliar tenham raízes que possam chegar próximas da superfície do aquífero, pelo menos até a região conhecida por “franja capilar” (fc), onde a presença da água é garantida pela ação de capilares do solo que estão em contato com a superfície do aquífero. Nessas condições, e em períodos secos e com bons níveis de energia no meio, como ocorre em muitas regiões brasileiras, as árvores terão todas as facilidades para absorver e transpirar grandes volumes de água do aquífero para a atmosfera, pois as taxas de transpiração dependem de duas disponibilidades ambientais: água no solo e energia no meio. Em toda região Sudeste, por exemplo, é comum termos, no final de agosto e no mês setembro, temperaturas bem altas, indicando bons níveis de energia no meio, e ausência de chuvas, ou com chuvas muito esparsas. O consumo de água pela mata ciliar pode ser alto, nesses casos, concorrendo com os volumes destinados ao córrego. As vazões passam a ser menores. E apesar de o texto transcrito no início do artigo dizer que o consumo de água pela mata ciliar só ocorre em regiões semiáridas, isso não é totalmente verdade, pois mesmo na região Sul tudo está na dependência das variações climáticas.

Mas vamos adicionar mais uma preocupação nossa, que trabalhamos com hidrologia de pequenas bacias. Se a época é de final de período de estiagem, a região do entorno da área ripária ( assinalada como “as” na Figura 1), está sem água no solo para as plantas transpirarem. Portanto, a energia que seria utilizada na evapotranspiração, nesse entorno, está sobrando no meio. Como a energia na área ripária está sendo consumida na transpiração, porque tem água disponível, também, ela fica mais fria do que o entorno, provocando o deslocamento de energia deste para aquela (caminho indicado pelas setas representadas por “E”). Passa a haver, por isso, um excesso de energia disponível para a mata ciliar carregar na transpiração, e o coitado do córrego acaba pagando o pato, quase secando, às vezes, quando o aquífero não for muito rico em volume d’água. O fenômeno descrito recebe o nome de “efeito oásis”, muito conhecido na irrigação, pois áreas irrigadas em ambientes secos podem ter o mesmo comportamento.

Figura 2 – Foto de mata ciliar sob efeito oásis
Figura 2 – Foto de mata ciliar sob efeito oásis

A foto da Figura 2 mostra mata ciliar em desenvolvimento ao longo de um pequeno córrego ( com vazão média de estiagem igual a 80 litros por minuto), que drena uma pequena bacia. É caso típico de efeito oásis, podendo ser notado que as árvores maiores ou mais próximas do córrego ( que está no meio da faixa de vegetação) estão demonstrando pleno vigor vegetativo. A foto foi tirada em 10/09/2011 e a região está com bons níveis de energia no meio há mais de trinta dias.

Mas será que todas as matas ciliares, em quaisquer situações, apresentam os comportamentos discutidos? Claro que não! Daí a nossa preocupação em mostrar como o fenômeno se desenvolve, permitindo que ele seja analisado para ecossistemas específicos. Um exemplo de exceção pode ser o dos córregos encaixados em áreas rochosas, onde a vegetação ripária tem sistema radicular desenvolvido em substrato raso, formado essencialmente da decomposição de resíduos produzidos pela própria vegetação, como folhas e galhos. As poucas raízes que penetram em fendas e falhas não são suficientes para a retirada de muita água. Esta situação é muito comum em regiões serranas. O problema, portanto, é de fundamentação científica e de uso de tecnologias apropriadas para otimização dos resultados esperados. Se a vegetação ripária consome muita água, proporcionalmente à vazão do córrego, e se tal consumo estiver prejudicando a disponibilidade necessária ao consumo humano, por exemplo, ela não deveria existir. Se por problemas ambientais ou meramente legais (?), isso não for possível, a pequena bacia precisa ser trabalhada com tecnologias capazes de contrabalançar tais consumos. O que não pode acontecer é a crença cega de que a simples presença da mata ciliar (às vezes com a mata de topo) pode ser medida suficiente para garantir quantidade de água em épocas de estiagens, idéia ainda muito comum até mesmo em meios científicos não afeitos ao assunto, mas que cometem a indelicadeza de emitirem opiniões com base em conceitos genéricos.

Chegando a este ponto, e para não alongar mais o artigo, tornando-o cansativo, eu decidi que precisarei escrever outro texto para dar conta de discutir aspectos que faltam nos assuntos que prometi no final de “Mata ciliar – parte I: da metragem ao sonho”. E ele virá com o título de “A vegetação, o solo e a água em pequenas bacias hidrográficas”. Até lá, então.

Osvaldo Ferreira Valente é engenheiro florestal, especialista em hidrologia e manejo de pequenas bacias hidrográficas e professor titular, aposentado, da Universidade Federal de Viçosa (UFV); colaborador e articulista do EcoDebate. Email: valente.osvaldo@gmail.com

EcoDebate, 19/09/2011

[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

Inclusão na lista de distribuição do Boletim Diário do Portal EcoDebate
Caso queira ser incluído(a) na lista de distribuição de nosso boletim diário, basta clicar no LINK e preencher o formulário de inscrição. O seu e-mail será incluído e você receberá uma mensagem solicitando que confirme a inscrição.

O EcoDebate não pratica SPAM e a exigência de confirmação do e-mail de origem visa evitar que seu e-mail seja incluído indevidamente por terceiros.

Alexa

11 comentários em “Mata ciliar – parte II: efeito oásis e consumo de água, artigo de Osvaldo Ferreira Valente

  1. Não entendi.
    Cortar árvores da mata ciliar que beira e protege os córregos e abriga, refugia e dá passagem à inúmeras espécies – NUNCA! Em Área de Preservação Permanente não se corta a vegetação nativa, arborea, arbustiva ou herbácea nenhuma.
    As árvores mantém a biota; mesmo em estresse hídrico, trás frescor, alimento e abrigo – passagem para inúmeras espécies de fauna locais e transientes.Os ecosistemas ciliares são os mais importantes elos biológicos entre biomas e bacias, entre ecossistemas, habitats e populações de espécies.
    As árvores ciliares não são como a indústria de grãos, que bombea água dos aquíferos para irrigar as lavouras.
    Esta ótica apresentada no texto é muito equivocada.
    Consulte o Codigo Florestal, Biólogos e o povo da roça.
    Mesmo os córregos intermitentes sustentam o anos todo as espécies locais e migratórias;no período da estiagem, a vegetação arbórea protege a fauna de flora endêmica em seus momentos mais críticos – as estigens.
    Respeite a Naturesa, Ela é sábia, e sabe o que faz. Nós é que somos transientes…
    Vamos proteger (não mexer) nas matas ciliares.
    A Natureza agradece, e a ciência biológica também!

  2. Talvez o senhor Peter é que não tenha entendido bem a minha preocupação ao escrever o artigo, ou seja, aquela de tirar da mata ciliar a obrigação que tentam impor a ela de salvar as quantidades de água (vazões) dos cursos d’água. Disse, tanto neste como no artigo anterior, que não discuto os benefícios ambientais da mata ciliar. Mas que fiquemos por ai, que já é o bastante. Quanto aos aspectos puramente hidrológicos, precisamos parar de sonhar com fatos que não são reais. É claro que para as considerações hidrológicas eu não consultei biólogos, consultei publicações científicas relacionada com a hidrologia de pequenas bacias. Também não dei bolas para o Código Florestal, porque ele não reflete mais o estado do conhecimento científico pertinente. Conclusão, não tenho pretensão de propor a eliminação indiscriminada da mata ciliar, mas também não a considero uma entidade sagrada.

  3. Caro Peter:

    Matas ciliares são extremamente importantes, sim, por abrigar biodiversidade própria, por servir como corredores para indivíduos e genes, agir como barreira parcial ao assoreamento e por outras causas ecológicas e conservacionistas.

    Mas elas não tem, função de conservação da água ou de “produção” de água. Isso é conhecido há muitos anos, através de pesquisas sobre a relação entre depósitos naturais de água e a evapotranspiração, especialmente em climas desérticos.

    Essas funções são de toda a área de recarga, ou seja, da bacia inteira (entre divisores de água), ou, em sistemas sedimentares e ou cársticos, até mais que a própria bacia mapeável.

    O que o Prof. Valente deixa claro, ao expor conhecimentos antigos, renovados por pesquisas recentes, é que não podemos atribuir aos sistemas ripários funções derivadas da Metafísica, ou seja, enunciáveis mas não prováveis.

    a realidade não é aquela que desejamos, mas o que pode ser medido e provado.

    O Prof. Osvaldo não sugere, e nem o poderia, sugerir desmatamento ripário, como se fez (e muito) nos desertos dos Estados Unidos. Lá a destruição de vastas áreas de matas acentuou o caráter torrencial dos córregos e rios. era mais fácil, então, desmatar do que recuperar.

    há pouco tempo pesquisas demonstraram que a eliminação de predadores (ursos e lobos) provocou a destruição das matas nas encostas, reduzindo a infiltração (e a recarga) e secando muitos córregos. Bastou a reintrodução do lobo para que o processo de reabastecimento hídrico se normalizasse em alguns anos.

    O perigoso, e indesejável, é atribuir o milagre da multiplicação da água às matas ciliares e esquecer que devemos conservar os campos, brejos, matas e cerrados encostas acima, responsáveis pela recarga (pelo abastecimento ) das reservas subterrâneas que dão origem aos córregos e rios.

    O dilema não é “mata ciliar x deserto” mas “matas x desertificação”. nossas políticas devem proteger o pouco que restou e, sempre que possível, restaurar ecossistemas protegidos.

    A metafísica conservacionista é inimiga da conservação.

    Somente a observação e a descrição e a experimentação científicas podem trazer luzes científicas à biologia da conservação.
    Mas neste país, em que a Ciência e e Educação são menosprezadas, a Conservação anda apoiada, infelizmente, na muleta metafísica que a deforma e atrasa.

    Abraço,

    Celso

    Celso do Lago Paiva
    Instituto Pró-Endêmicas
    http://br.groups.yahoo.com/group/proendemicas/

  4. Alem do fator metafisico na nossa ciência ambiental, ha que se separar em nossa ciência também o que temos de ciência a soldo, haja vista o estrago que fez dr. Evaristo de Miranda em tempos recentes… Diria que esta ultima eh pior que a ciência metafisica ou ideológica.

  5. ‘Metafísica’? Perdão, não sei de onde isso veio.
    Parece que estamos mundos aparte.
    Estou falando de ciência biológica, relatados por pareceres técnicos, audiências públicas, EIAs e Rimas, etc.
    E, também, acima de tudo, o Codigo Florestal que vigora e que foi muito bem fundamentada no aspecto de proteção às populações de espécies,
    Vamos manter o foco. a manutenção da diversidade genética das populações de espécies através desses Corredores Biológicos, que integram bacias, habitats, etc., etc.
    A questão é muito mais biológica que hidrologia. A região Sul tem climas, aspectos e ocupações diferentes do Cerrado, então a aplicação dos conceitos expostos na matéria possívelmente devem se restringir à estes habitats e ecossistemas específicos, e não serem generalizados para o país inteiro. No Cerrado do Planalto Central, a situação é muito diferente da do Sul, úmido e temperado.
    Como o Brasil é muito diverso, os tratos ambientais talvéz sejam diversos; mas não se póde greneralizar e ser mal compreendido.
    Grato.

  6. senhores

    a mata ciliar também não participa da recarga do aquifero?

  7. senhores
    esse site é uma apologia ao agronegócio disfarçado de ecológico ou seja agora o agronegócio está de mãos dadas com a ecologia, de forma a se beneficiar mais ainda dos lucros que porventura essa junção possa lhe trazer. Os formadores de opinião que usam o nome de algumas universidades, usam a ciência em beneficio de uns poucos,
    para manter a miséria que assola o mundo. Essa ecologia dita pelo prof Osvaldo é baseada na relação floresta – sistema hidrológico, cadê o resto do escossitema?

  8. Caro Osvaldo.
    Me permita um questionamento, mas esta análise que afirma que a mata ciliar pode em certos casos “roubar” a água do aquífero não estaria sendo pontual demais, tratando de um ambiente que está todo conectado e ainda por cima alterado? A água retirada de um determinado ponto não retornaria por meio da precipitação, que seja para o mesmo ou para outro aquífero, inclusive com sua percolação facilitada pela existência da vegetação? Seria o caso de um aquífero reabastecendo ou outro e vice-versa. São ciclos naturais e que dependem inclusive da ajuda da vegetação para “bombear” a água até a atmosfera…

    O que poderia estar ocorrendo no caso analisado nos EUA, imagino, seria que neste local específico as próprias correntes atmosféricas dominantes estariam transportando a umidade para outros pontos sem que haja reposição, o que acredito (me corrija se estiver errado pois sou ignorante no assunto) que não é o caso do Brasil. E neste caso o “xis” da questão não seria a vegetação, mas sim a atmosfera (divagando um pouco), que poderia estar “comportando-se inadequadamente” devido a um desequilíbrio ambiental.

  9. Caro Prof. Osvaldo,
    parabéns pela clareza nos argumentos, mas fiquei com uma dúvida.
    Um aspecto que não foi abordado em nenhum dos posts sobre Mata Ciliar, é a capacidade desta vegetação propiciar amenização microclimática e por conseguinte diminuição da evaporação, por meio do sombreamento e do efeito de quebra vento fornecido.
    Acho também que afirmar que a vegetação ripária em alguns casos (comentados no texto) não deviam existir é incorrer no mesmo erro antes comentado pelo sr., de analisar a questão de forma muito pontual.
    att.

  10. Respostas e comentários: o sr Celso tem razão quando reclama do tratamento metafísico dado a temas tecnológicos.

    O senhor Peter reclama de eu estar querendo vender uma ideia para todas as situações, mas é exatamente o contrário que estou pretendendo. Prego que cada ecossistema tem suas próprios especificidades que precisam ser respeitadas; que a questão é de ciência e técnica e não de legislação que só faz criar intocabilidades que não vão se sustentar. Já escrevi aqui um artigo dizendo que o Código Florestal deveria contemplar as variabilidades pelo menos por biomas. É claro que mata ciliar é importante, mas sobre ela não se deve colocar responsabilidades que ela não poderá dar conta. Cada caso é um caso, mas a legislação teima em se esquecer disso.

    Ao Darcy quero dizer que mata ciliar, se restrita aos 30m, paticamente tem poco efeito no aquífero, pois mesmo que armazene um determinado volume, ele será rapidamente drenado para o córrego. A Ana que me desculpe, mas ela deve ser partidária da metafísica mencionada pelo Celso, pois ninguém aqui está a favor ou contra o agronegócio, estamos discutindo ciência e técnica.

    Se a Ana não entendeu o artigo, paciência, não posso fazer mais nada.

    O Jean tem razão quando fica preocupado com o ciclo hidrológico. A evapotranspiração é importantíssima, é claro´para garantir o ciclo hidrológico, mas não precisa estar concentrada no pequeno espaço da mata ciliar.

    Guilherme, nada é descartado na aplicação técnica. Tudo precisa ser analisado nas condições em que os fenômenos acontecem. Apenas mostrei que, em muitos casos, em sistemas já muito alterados, a mata ciliar recebe excesso de energia e passa a ser uma bomba.

  11. Caro Prof. OSVALDO F. VALENTE tenho procurado seu livro sobre conservação de nascentes de cabeceira, ja o li mas gostaria de compra-lo, o livro que ache de sua autoria Conservação de Nascentes seria este uma nova edição? Fico grato se puder informar caso tenha dificuldade de entrar em contato estou no facebook. Desde já agradeço.

Comentários encerrados.

Top