Na era da violência (Parte 2), artigo de Américo Canhoto

[EcoDebate] Somos seres muito mais reativos do que pró-ativos; daí que ás vezes, nós reagimos de forma nem sempre proporcional aos estímulos – quase sempre o revide através da agressão supera a ofensa. De onde surge a tendência para a agressividade e violência?

Inegável que somos uma lenta construção e que agressividade e tendência para a violência possam ser aprendidas ou desaprendidas sob a ação do meio ambiente; especialmente na infância – Mas, deixar de ser agressivo para tornar-se da paz é acima de tudo uma ação que deve partir do desejo, capacidades desenvolvidas (como a inteligência), trabalho e tempo. Daí que, não é uma situação, qualquer que seja ela; como gostamos de imaginar, que nos torna agressivos ou violentos; as ocorrências sempre colocam a descoberto o que já estava no nosso interior.

Analisemos mais alguns conceitos e tipos de violência:

Agressividade formando um padrão de atitudes violento.
Ao longo do processo evolutivo, alguns tomaram gosto pela violência e, tornaram essa reação primária num padrão de atitudes subconscientes que levará muito tempo para ser modificado (quase sempre à custa, de outro mais agressivo). Apenas a transformação íntima e, a educação pode reformar esse estado de coisas sem maiores distúrbios; porém quem a apresenta; na qualidade de instrutor deve provar que essa forma de agir não é correta; colaborando para tornar a paz uma conquista espontânea sem que sejam necessárias situações extremas de sofrer ou causar sofrimento.

Quase sempre o agressivo não o admite.
A justificativa é sempre a mesma: o problema são sempre os outros ou as coisas que não dão certo; que não batem com nossos desejos.
Ainda temos pouca consciência de nós mesmos e da nossa forma de reagir; e daí, quando agimos, não o fazemos segundo um raciocínio lógico e claro. O agressivo pensa pouco e age por impulso (não confundir com instinto de sobrevivência).

Dica.
Admitir e aceitar deficiências de caráter; é começar a solucioná-las.

Proposta de solução.
Ao identificar na infância uma alma com ímpetos violentos exponha-a aos seus iguais – isso, não é crueldade; apenas recurso pedagógico simples e eficiente. Sendo claro: recebe queixas de que seu filho agride as outras crianças? – Ao invés de inventar desculpas e justificativas; descubra nos arredores, outro igual e vacine seu filho contra cadeia ou morte precoce. De que forma? – Quando e se ele se queixar da agressão; calmamente pergunte a ele se gostou – daí explique que todas as crianças já agredidas por ele; também não gostaram – Mas, se ele de forma desafiadora, disser que gostou; preocupe-se e muito, pois no futuro, graves problemas podem surgir. Por que não usar apenas o discurso do tipo: Filhinho não faça mais isso! Papai do céu não gosta! Mamãe está muito triste com você! E outras tão ao gosto dos modernos educadores? – Simples: se apenas palavras educassem, já estaríamos vivendo num paraíso. Claro que bons exemplos ajudam; mas, nada substitui a própria vivência – mil palavras não valem uma única experiência…

Violência e obsessão
Obsedar: perturbar com insistência.
Padrão de comportamento que recebe estímulo constante dos desejos de vingança ou de retaliação. O pensamento fica estagnado num único ponto. A fixação passa a dominar o campo mental criando um tipo de paralisia evolutiva.

Na obsessão de cunho espiritual; ainda bem que a maior parte de nós não enxerga em 4D – mas, sempre é possível aprender a perceber influências estranhas tanto em nosso comportamento quanto de outras pessoas – muitas vezes, até diagnosticamos: – “baixou o santo em fulano”; quando queremos dizer que seu comportamento do momento não é habitual – com um pouco de treino é possível aprender a sentir as energias e a resolver situações que podem levar a desastres.

Alerta.
É comum nas relações familiares desgastadas pela falta de qualidade; pois os defeitos de caráter trombam o tempo todo entre os componentes. A frustração e infelicidade de certo modo; é creditada ao outro, e a guerra sai do campo mental emocional via pensamento e, se materializa em pequenas vinganças e retaliações que, de tão comuns não mais são percebidas como tal pelas pessoas envolvidas. Parte das relações marido/mulher descamba para esse tipo violência subliminar.

Proposta de mudança.
Reavaliar o conceito de obsedar é condição obrigatória para a paz íntima e coletiva. Sou assediado ou obsessor? – O que fazer para mudar ou para me libertar?

Permissividade
Tenta isentar-se de qualquer comprometimento ao permitir que a agressividade e a violência sejam aplicadas nos outros para preservar seus interesses – Não me comprometa – é seu lema preferido. Esse tipo de pessoa costuma virar a casaca quando seus desejos são prejudicados ou abrevia a existência de muitas formas, quase sempre passiva como ele próprio: enfarta, cria um câncer, um AVC, etc.

Na infância são crianças elogiadas e tidas como modelo – nunca dão trabalho. O conceito de criança – problema precisa de urgente reformulação. Há uma diferença a ser observada: há crianças com inata capacidade de compreensão – desde que os argumentos sejam inteligentes e honestos elas param de questionar e aceitam; mas, há outras que aceitam tudo até argumentos sem sentido nem lógica e honestidade; apenas para preservar seus interesses ou por falta de coragem.

Alerta.
Eles costumam se reunir em sindicatos, torcidas organizadas, bandos, congregações, associações ou turmas; nessas condições sua capacidade de agredir e de destruir é potencializada. A criança tipo Maria vai com as outras em certas circunstâncias pega fogo e incendeia o ambiente – sob determinados estímulos a tendência agressiva do passivo explode.

Dica.
Gostam de ser conduzidos e de recitar jargões ou gritos de guerra. Analise seu comportamento quando só e quando junto á sua turma. Nas crianças pela falta de freios sociais esse tipo de distúrbio é facilmente percebido por quem tem olhos de ver.

Violência mental
Este tipo de agressividade vincula-se à energia liberada pelo pensamento. As pessoas não acataram o conselho do Sábio: “vigia e ora”, poucos vigiam o que pensam dos outros e através da internet natural enviam e-mails lotados de vírus violentos e agressivos danando-se uns aos outros; numa permuta maluca de distúrbios energéticos que, interferem profundamente na suas vidas. Vigiar os pensamentos e sentimentos é coisa do outro mundo para os que são ainda inconscientes das próprias atitudes.

Alerta.
Tudo que irradiamos de nós retorna feito um bumerangue. Ensinar isso ás crianças para que tenhamos paz no futuro, é tarefa urgente.

Dica.
Analisar o que pensamos dos outros é vacina contra o sofrer tanto deles quanto nosso.
Depender dos outros não é bom.

Explicação: Quando causamos sofrimento a nós mesmos; dependemos apenas de nosso conhecimento, desejo de mudança e trabalho para resolver a situação. Porém; quando prejudicamos o outro; passamos a depender do seu perdão e boa vontade em não retaliar; claro que isso gera ansiedade e medo.

Proposta de trabalho.
O que é pensar de forma correta? – Este é um dos desafios que esperamos responder a nós mesmos, um dia; até certo ponto.

Violência emocional
Comparação entre irmãos; apelidos que usam de alguma deficiência do individuo (altura, cabelo, características físicas); boa parte da violência emocional é pratica e aprendida entre as paredes dos lares ou arremedo deles; vazando depois para o convívio social.

O ambiente escolar devido á pobreza de valores da maioria é o local de prática de violência emocional mais danosa e profunda.

No dia a dia:
Ameaças diretas ou indiretas de morte, seqüestro e chantagem moral tanto ao indivíduo quanto aos seus familiares aumentam a cada dia em todos os grandes centros urbanos. As pessoas comuns tornam-se cada vez mais indefesas e até adoecem devido á elevação do medo e da ansiedade a patamares insuportáveis.

Alerta.
Uma das cruéis formas de violência emocional presente na sociedade contemporânea, é o assédio sexual tão comum nos lares mal constituídos (maioria), onde se misturam enteadas, padrastos e outras formas de parentesco agregado – Outro foco são as empresas, onde chefias tentam se aproveitar de subordinados mesmo com as facilidades de denúncia; o problema se agrava e alastra. Quase sempre as vítimas (muito mais mulheres) tornam-se rés na boca do povo, devido a mecanismos culturais e á aplicação justiça; as pessoas vítimas desse tipo de violência sofrem-na em silêncio, duplamente.

Violência afetiva
Quantos crimes graves são cometidos diariamente em nome do tão mal compreendido amor. Como dissemos em nosso livro “Jogos de Amor”: muitas pessoas ainda confundem distúrbios graves de conduta psicótica como o apego e, o ciúme doentio como prova de amor.

A chantagem emocional e afetiva é um dos grandes algozes da paz e da felicidade íntima e coletiva.

Alerta.
O uso da palavra mágica que pode contribuir para a paz: Não! – Está comprometido, pois o ato de permitir ou negar foi contaminado pela afetividade – Se é permitido, sou amado. Se não é permitido não sou querido.

Proposta de trabalho.
“Amar, verbo intransitivo” – (Mario de Andrade) – O amor real não suporta peias nem regras. Amar de fato é antes de tudo praticar o desapego. Na vida em família é preciso separar normas, regras de conduta e afetividade. Não tente comprar amor nem permita que agregados ao grupo familiar usem de artifícios para serem amados. Coisas simples como presentes e guloseimas para premiar demonstrações de afeto. Obs. Este tema é tão importante para nossa paz que está distribuído em nossos livros anteriores e objeto de alguns a serem publicados.

Violência sexual
Como todo ato em que, pessoas com pouca consciência a respeito de quem somos; e o que fazemos aqui; a violência no uso da sexualidade torna-se um problema cada vez mais grave. Abusos de todos os tipos são praticados sob os olhos coniventes da sociedade; leia-se: cada um de nós, a família, poder público, instituições…

A violência estimulada pela passividade está escancarada na prática das pulseiras coloridas que as garotas estão usando; abrindo caminho para violações, estupros e agressões sob o olhar complacente da sociedade.

Pessoas pouco habituadas á arte de pensar confundem liberdade com permissividade – hoje; muitas famílias estão em apuros – o que fazer com uma garota de 12 anos que já foi induzida pela sociedade e pelo namoradinho ou pelos ficadinhos das baladas a dar uma rapidinha para ser aceita e querida pelo grupo? – Dar a essa criança anticoncepcional? – Com quantos anos ela estará com câncer de mama ou acabadona e cheia da varizes e outros bichos? – quando nossa sociedade deixar de ser machista a maioridade penal vai despencar; pois está muito desatualizada – as crianças da atualidade são mais “responsáveis” do que muitos adultos.

Dica.
Este é um problema muito sério e que de tão comum assumiu ares de normalidade e de sucesso – lembram-se da música entre tapas e beijos? – E outras tantas banalidades do dia a dia. Milhares de crianças cresceram num ambiente de tapas, beijos, gemidos – para milhões e milhões de pessoas o ato sexual é quase publico dada a exigüidade do espaço. Imagine o que se passa na cabeça de uma criança que vê o pai e a mãe (isso quando é uma família constituída), entre tapas e xingamentos, passar em pouco tempo ao êxtase da relação humana. Quantas almas infantis com tendência de nascença á violência violentarão pessoas para satisfazer suas tendências sexuais; em determinados segmentos da população mundial a realidade é mais preocupante: abortos, prostituição infantil, mortes, assassinatos; noutros: traições, vinganças, pedofilia.

Proposta de trabalho.
Revisão completa ou recall do sistema de crenças a respeito de sexualidade. E dos crimes de cunho sexual.

Auto/violência
É a que se volta contra o próprio agente.

Quando o impulso de reagir ainda é forte e já o identificamos, mas tentamos contê-lo sem que o tenhamos racionalizado; ao invés de agredir ao outro agredimos a nós mesmos, num processo chamado de somatizar ou materializar no corpo físico as doenças.

Como as doenças da alma (expressa na personalidade) se materializam no corpo físico?

Cada conjunto de pensar/sentir/agir emitido é uma energia liberada que se irradia tal e qual uma estação de rádio ou televisão, e que retorna ao agente emissor. Faz o seguinte trajeto: centros de força, meridianos de acupuntura, sistema nervoso, sistema glandular, todos os outros sistemas, células, etc. Na contenção da onda de agressividade e violência o outro escapa de levar uma surra verbal ou física; mas acaba sobrando para o fígado, o estômago, o coração, a pele…, do agressivo e violento contido. Desarticulando, adoecendo; até morrendo.

Dica.
Recomendamos o estudo de nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua”. Já está com tireoidite? – Lupus? Artrose? Perda de memória? Insônia? Depressão? Pânico? Refluxo? Rinite? Sinusite? Etc. – ainda não? – Aprenda a se reavaliar com urgência – não se agrida nem se penalize.

Proposta de trabalho.
Aprenda a valorizar a saúde ao invés de se tornar uma vítima campeã da doença.

Violência como resultado de aprendizagem
Praticamos a violência subliminar o tempo todo sem perceber; pois sofremos de uma doença chamada “normose” (todo mundo faz então eu também posso e devo) – não percebemos a agressividade e a violência nas críticas, no tom e voz e nas palavras, nas ameaças, na mentira, na chantagem, na competição exacerbada…

A maioria de nós traz desde o nascimento propensão para agressividade e ímpetos de violência; porém muitas
formas de expressão das atitudes violentas praticadas no dia a dia serão fruto da influência do meio ambiente sobre nós e também como resultado da educação recebida.

Alerta.
Somos responsáveis pelo que transmitimos aos outros – perante a justiça natural, somos co-autores de muitos desatinos cometidos por pessoas que sofreram nossa influência de forma direta ou indireta. Filho de peixe; peixinho é – tem uma conotação jurídica na legislação da ética cósmica fora do alcance da maioria que, não desenvolveu o hábito de pensar antes de agir.

Dica.
Quando adultos, observemos nossos impulsos quando nossos interesses são contrariados; nós nos sentimos lesados, agredidos. Qual a forma de reagir?

Proposta de trabalho.
Iniciado nossa tarefa de autoconhecimento e de vigilância para a reforma do padrão habitual de atitudes; é necessário estudarmos os impulsos e o padrão de atitudes das nossas crianças. É vital anotar tudo, para posterior consulta e reformulações. Funciona mais ou menos como qualquer diagnóstico para que depois, seja seguido de propostas de cura.

Por exemplo, podemos trabalhar preventivamente no comportamento das crianças, alimentando sua alma com alimentos corretos (bons exemplos – pois “nem só de pão vive o homem”) e vacinando-a contra as penalidades que a vida nos impõe.

O que caracteriza uma pessoa da paz?
Ser manso pacífico é diferente de estar em paz; pois muitas vezes essa é uma forma provisória de nos sentirmos; já que, sob a ação anestésica das justificativas.

Ser é um estágio definitivo de conquista, no qual o indivíduo não ofende nem se sente ofendido, e vive num estado de ausência de violência sem precisar explicar nem justificar atitudes. Não precisa pedir perdão nem perdoar (pois, não sente as atitudes dos outros, como ofensas).

Na fase anterior, a de não/violência ou estar em paz, ainda precisamos perdoar e sermos perdoados de forma condicional num primeiro estágio e depois incondicional numa fase mais avançada.

O processo é gradativo: Ao tentar conter impulsos agressivos a pessoa menos amadurecida dá início ao seu processo de humanização verdadeira.

Alerta.
Muito se comete o erro de afirmar que a criatura agressiva e violenta é animalizada. É preciso que fique claro que o animal em estado selvagem não é agressivo; apenas se defende quando é ameaçado de alguma forma. Suas reações são puramente instintivas em concordância com a espécie a que pertence.

Os animais domésticos podem expressar agressividade e violência; pois convivem há muito tempo com o homem e adotam com o passar dos anos, o “ar ou o jeitão dos donos” e, assimilam também algo da forma de reagir das pessoas com as quais convivem e podem se mostrar agressivos ou dóceis (Quem chama uma pessoa agressiva e violenta, de animal; está cometendo uma injustiça).

A natureza também não é agressiva nem violenta ela apenas atua; não reage contra nós; mesmo que causemos distúrbios graves ao meio ambiente.

Se houve inundação e, bens materiais e vidas se perderam; ninguém mandou ficar no caminho do rio – Se as águas do mar numa ressaca invadiram as ruas e destruiu casas; ninguém mandou especular e gulosamente invadir as praias.

MOMENTO DE REFLEXÃO

Estamos com viagem marcada, todos sairemos desta dimensão quando menos se espera. Nossos conflitos e discórdias nos acompanharão para onde quer que estejamos ajustando o botão de sintonia – De outro lado, nossa paz também irá conosco – Enfim, estaremos no céu ou no inferno que criamos para nós. Quem nos fará companhia?

Alerta.
Nossas atitudes funcionam como portas que se abrem ou se fecham á nossa paz.

Para que a necessidade de nos tornarmos da paz?

Dentre outros requisitos, os dias de hoje, não apenas solicitam, e sim exigem novas criaturas em carne e osso já dotadas de novos objetivos e de novos valores, para “sobreviver com qualidade” não somente à morte física, mas também às necessidades da vida contemporânea como morar, vestir, comer…; impostas pelo cotidiano de uma sociedade tecnológica explicitamente globalizada, e que começa a exigir qualidade em tudo e, em larga escala.

Para reforçar a necessidade íntima de modernizar a busca da qualidade pessoal, no quesito: paz; olhemos à nossa volta, o rápido aumento de inadequados, de pessoas defasadas do momento; os milhões de “mortos-vivos” depressivos, infelizes e angustiados que já se encontram “infernizados” pela sua pouca qualidade e, que tinham tudo segundo velhos conceitos e valores, para serem felizes… Alguns, até gerenciam bem grandes empresas, porém, a sua própria vida encontra-se à beira do desastre na saúde, á beira do caos nas relações interpessoais, da falência emocional e até da prisão, nas cadeias do remorso e da culpa…

Mas, apenas boa vontade não basta mais – É preciso sair da informalidade ao gerenciar a vida e a evolução pessoal. Ainda hoje, nossa melhora íntima no cotidiano é informal; talvez porque, documentar, perpetuar na escrita o conflito entre o ser e o parecer seja sofrido aos nos defrontarmos com nós mesmos e dê trabalho.

Quando começar a nos tornarmos da paz? O momento de começar é neste instante, nem antes nem depois. É hora de cada um buscar os próprios valores analisando se estão alinhados às Leis Naturais da Evolução para não precisar retroceder no futuro, quando já houver clareza de intenções.

O problema é que, breve, não haverá mais mercado para esse tipo de indivíduo que vem se “excluindo” dos dias de hoje pela milenar falta de qualidade humana.

Como fazer? O que devo buscar? Do que devo abrir mão?

Claro que há muito que se discutir sobre agressividade e violência, sob muitos ângulos e formas de ver e sentir a vida. Por exemplo, as leis de mercado; política; aplicação da justiça; atuação da medicina mercantilista; moda; verdades da ciência, etc.

Retornaremos ao assunto da busca da qualidade humana; pois, sem paz não haverá amor; natureza ou planeta.

ALERTA.
Nossos pensamentos, sentimentos e atitudes geram um quantum de energia – cada tipo vibra numa freqüência diferente; pensamentos, atitudes e ações de raiva, ira, cólera, agressividade e violência alteram não apenas nossa grade energética causando doenças (a acupuntura explica bem) – mas, também adoecem o planeta alterando a grade energética planetária – daí; quando nos esforçamos para mudar a freqüência, estamos colaborando para a manutenção da vida. Hoje, não basta mais empunhar a bandeira do verde nem se preocupar com créditos de carbono e desenvolvimento sustentável; é preciso ir além; é vital desmaterializar o raciocínio.

Dica final.
Antes de querer pacificar os outros pacifiquemos a nós mesmos.

Américo Canhoto: Clínico Geral, médico de famílias há 30 anos. Pesquisador de saúde holística. Usa a Homeopatia e os florais de Bach. Escritor de assuntos temáticos: saúde – educação – espiritualidade. Palestrante e condutor de workshops. Coordenador do grupo ecumênico “Mãos estendidas” de SBC. Projeto voltado para o atendimento de pessoas vítimas do estresse crônico portadoras de ansiedade e medo que conduz a: depressão, angústia crônica e pânico.

* Colaboração de Américo Canhoto para o EcoDebate, 19/04/2010

Nota: Leiam, ainda, a primeira parte do artigo clicando aqui.

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