nº 2.478, 2016 [25 e 26/02/2016]

    A COP21 e os desafios futuros do aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Consequências de agrotóxicos na saúde pública, parte III (Final), artigo de Roberto Naime Amazônia: grandes números, grandes contrastes, artigo de Rinaldo Segundo Aedes aegypti: Um único agente transmissor e várias doenças transmitidas, por Jan Carlo Delorenzi e Gabrielle de Souza Mury Mortalidade elevada do boto-cinza na baías de Sepetiba e da Ilha Grande pode levar

A COP21 e os desafios futuros do aquecimento global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Só amanhece o dia para o qual estamos acordados” Henry Thoreau     [EcoDebate] De todas as Conferências das Partes, a COP21 foi a que agregou a maior quantidade de pontos positivos. O Acordo de Paris, de 2015, é mais avançado do que o Protocolo de Kyoto, de 1997. Hoje, pode-se dizer, com certeza, que há um reconhecimento por parte de todos os países sobre a necessidade de enfrentar o aumento do aquecimento

Consequências de agrotóxicos na saúde pública, parte III (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CASSAL et. al. (2014) concluem sua reflexão assegurando que no Brasil, os casos de intoxicação por agrotóxicos apresentam grande subnotificação e descentralização de informações, decorrentes de fatores diversos, como dificuldade de acesso dos agricultores às unidades de saúde, inexistência de centros de saúde em regiões produtoras importantes, dificuldade de diagnóstico e de relacionar os problemas de saúde com a exposição a agrotóxicos, escassez de laboratórios de monitoramento biológico e

Amazônia: grandes números, grandes contrastes, artigo de Rinaldo Segundo

Amazônia Legal

    “... a grandeza sabe se reconhecer.” Shakespeare, Henrique IV. [EcoDebate] A Amazônia é grande em todos os sentidos. Territorialmente, mais de 60% do território brasileiro é ocupado pela Amazônia Legal. Isso é meia Europa. Ambientalmente, 42% da Amazônia brasileira é área protegida (Onde o desmatamento é menor. Por isso, criar áreas de proteção tem sido estratégia eficaz para reduzir o desmatamento) Isso representa 2,15 milhões km². Embora tenha diminuído nos últimos 10

Aedes aegypti: Um único agente transmissor e várias doenças transmitidas, por Jan Carlo Delorenzi e Gabrielle de Souza Mury

Aedes aegypti

[EcoDebate] O Aedes aegypti tornou-se uma das principais ameaças ao bem-estar das pessoas nos últimos tempos, sendo transmissor de doenças como Zika, Chikungunya, Dengue e Febre Amarela. O Aedes está extremamente adaptado às áreas urbanas, onde a fêmea consegue facilmente se alimentar e ainda encontra muitos criadouros para depositar seus ovos. Após uma intensa campanha de extermínio, com o objetivo de reduzir os casos de Febre Amarela, o mosquito foi totalmente

Mortalidade elevada do boto-cinza na baías de Sepetiba e da Ilha Grande pode levar a sua extinção em menos de 10 anos

    O Ministério Público Federal (MPF) em Angra dos Reis (RJ) vem atuando, por meio de sucessivas recomendações, para que os órgãos públicos ambientais e de fiscalização tomem providências para paralisar a mortalidade de boto-cinza na baías de Sepetiba e da Ilha Grande. Caso o número alarmante de mortes persista, em menos de dez anos a espécie estará completamente extinta na região. Paralelamente, o MPF também cobra ações para preservação das

Cidades têm papel de destaque no combate à mudança do clima, diz especialista

aquecimento

    Num cenário em que mais de 80% da população brasileira vive no ambiente urbano, as cidades assumem papel de protagonistas na implementação de ações sustentáveis e no enfrentamento às mudanças climáticas. Em Fortaleza, gestores municipais, pesquisadores e entidades nacionais e internacionais debateram as responsabilidades, os desafios e as oportunidades dos governos locais diante dessa realidade. A 2ª Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas ocorre após a 21ª Conferência das Partes da

Projeto da Fiocruz é alternativa no controle de Aedes

  Por Nathane Dovale (Fiocruz Amazonas) O projeto de pesquisadores do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazonas) e do Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR/ Fiocruz Minas), que utiliza mosquitos no combate de doenças como dengue, chikungunya e zika, foi o único escolhido, pelo Ministério da Saúde (MS), como uma das principais novas alternativas para o controle do Aedes aegypti no Brasil. A metodologia será incorporada, ainda sem data, nas diretrizes

Álcool na gravidez, substâncias químicas ou desnutrição também podem provocar microcefalia, diz OMS

saúde

    Lembrete foi dado pela porta-voz da OMS em Genebra, destacando que a suspeita de ligação entre o vírus zika, a microcefalia e outras desordens neurológicas – declarada emergência pública internacional – está sendo investigada, com foco nos casos do Brasil Uma porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse a jornalistas durante uma coletiva em Genebra que a agência da ONU está preparando quatro informes que seriam lançados em breve. Segundo Fadela

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