‘Cure’ seu ambiente de trabalho, artigo de Américo Canhoto

[EcoDebate] Quando se fala em doenças profissionais, na hora, o que nos vem á cabeça, é a relação direta com a insalubridade do ambiente; ou até do labor com mudança de turnos que detona com o ritmo biológico de qualquer pessoa.

Pouco se fala e se pensa na qualidade energética do ambiente de trabalho. São raros os Departamentos de Recursos Humanos que se preocupam com essa importante questão; afinal, a matéria é apenas um dos estados da energia.

Atendo muitas pessoas que passam a adoecer de forma sistemática após aquela tão sonhada promoção – ou depois, de ser admitida na empresa dos sonhos.

Muitas vezes, o problema é o próprio local.

Deixando de lado coisas importantes como o descuido na manutenção do ar condicionado ou a adequada regulagem; a falta de ventilação e de luminosidade; excesso de radiação produzida pela parafernália eletrônica; presença de torres de retransmissão de sinais de telefonia; distúrbios eletromagnéticos do solo (geobiologia) – o que nos interessa hoje é a qualidade da energia gerada pelas pessoas que convivem e trabalham no local.

A qualidade da relação profissional, em qualquer lugar, deixa a desejar, pela falta de qualidade humana da maior parte de nós.

Em muitas empresas esse detalhe nem foi percebido ainda; é uma pena, pois onde ninguém está interessado em melhorar a qualidade dos relacionamentos a situação de sanidade é complicada.

Nas quais algumas pessoas já despertaram para a necessidade e a possibilidade de melhorar a energia do ambiente profissional, tudo pode melhorar; até a saúde física e psicológica dos que ali vivem parte de seu dia; isso sem falar na produtividade.

Vejamos apenas alguns dos problemas de personalidade que costumam desarticular a energia ambiental e a produtividade:

Agressividade:
No ambiente de trabalho a agressividade é mais verbal e de conceitos. As pessoas costumam ferir-se com “geladas”, palavras e traições.
A violência subliminar ainda costuma predominar.

Voracidade:
Os que melhor se adaptaram ao estilo neurótico de viver, querem tudo para si; não medem esforços nem conseqüências para assumir o maior numerário no contracheque e os melhores postos; doa a quem doer.

Impulsividade:
Os que falam e agem sem pensar nos estragos que podem fazer aos outros; estão sempre arrumando inimigos por toda a parte e atrapalhando o equilíbrio do ambiente. Vivem pedindo desculpas feito crianças e logo repetem tudo outra vez.

Soberba:
Os orgulhosos e inseguros adoram pisar nos outros, humilhando-os para sentirem-se mais e melhores. Facilmente caem na armadilha da calúnia e da difamação para derrubar possíveis adversários.

Apego:
O apego ao cargo, objetos, locais, pessoas e tarefas, atrapalha a vida de muita gente e perturba o ambiente; além disso, causa sérios prejuízos ao desempenho. Além disso essas pessoas funcionam como verdadeiros obsessores.

Inveja:
Querer para si o que pertence ao outro é o maior de todos os males que afligem a alma do homem. E o mais negado. As pessoas invejosas costumam desestabilizar os colegas de trabalho.

Negligência:
Quando a eficiência do trabalho de uns depende diretamente da qualidade do trabalho do outro; e ele não corresponde é natural que as relações se tornem complicadas e doentias.

Vampirismo:
Muitas pessoas descobriram de forma inconsciente que é mais fácil e cômodo roubar energia dos outros do que captar na natureza. Nesse grupo estão os invejosos, os do olho gordo, etc.

Evidente que todos os problemas de caráter do ser humano contribuem para gerar distúrbios energéticos no ambiente de trabalho que se materializam na forma de doenças físicas – insira no raciocínio os que ocorrem no seu local de trabalho e que não foram aqui colocadas, e boa diversão; mas, cuidado com as críticas a pessoas ausentes; mesmo que apenas no terreno das idéias.

Há solução?
Nem sempre é possível mudar de emprego; daí algumas mudanças simples, gratuitas e eficientes, podem ser produzidas pelas pessoas interessadas.

Além da energia mental de harmonia que pode ser enviada ás pessoas mais difíceis na forma de mentalizaçao, oração…, basta investir alguns minutos ao dia, e os resultados logo aparecem.

A vigilância pessoal para não baixar a freqüência de padrão vibratório é vital, tanto como processo de defesa quanto para ajudar na limpeza ambiental (isso é caridade). Não venha com a desculpa – Cansei, só eu faço! Só eu limpo o ambiente! – Quem mais sabe; mais tem que usar esse saber – isso é lei cósmica.
Qualquer pessoa de boa vontade pode se tornar o “faxineiro” das energias pesadas e negativas; claro que conhecimento ajuda. O salário é do além; mas, você começa a receber aqui mesmo na forma de bem estar, paz, felicidade, saúde, etc.

A aplicação de Reiki no ambiente é de inestimável valor.

Plantas drenadoras de energias mais pesadas são úteis – Por exemplo, se você colocar em cima da sua mesa um vasinho de pimentas, os vampiros vão ficar oriçados – é até divertido, engraçado ver a reação de algumas pessoas – é como se elas soubessem que você descobriu suas intenções; preste atenção aos comentários.

Muitos são os recursos; mas, nenhum substitui nossa reciclagem de personalidade. Aprenda a questionar o que o levou até aquele ambiente de trabalho.
Preste atenção á sintonia.

ALERTA:

Todo cuidado e honestidade na avaliação é pouco; pois o problema pode estar em nós… Serei eu o “sujismundo ambiental”?
Interessante é observar esses mesmos problemas ocorrendo em Instituições de Caridade, ONGs, etc. Locais onde não deveria haver tanto jogo de interesses.

Não importa onde nem o nome da empresa ou da Instituição: Sobra tudo pros preto véio – juízo zinfíu…

Américo Canhoto: Clínico Geral, médico de famílias há 30 anos. Pesquisador de saúde holística. Usa a Homeopatia e os florais de Bach. Escritor de assuntos temáticos: saúde – educação – espiritualidade. Palestrante e condutor de workshops. Coordenador do grupo ecumênico “Mãos estendidas” de SBC. Projeto voltado para o atendimento de pessoas vítimas do estresse crônico portadoras de ansiedade e medo que conduz a: depressão, angústia crônica e pânico.

* Colaboração de Américo Canhoto para o EcoDebate, 10/01/2011


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