Vazamento de caulim em Barcarena, PA: Ação quer interditar bacias da Imerys

Defensoria Pública espera que a Justiça paralise atividades da mineradora - A Defensoria Pública do Estado do Pará ajuizou, ontem, uma ação civil pública contra a Imerys Rio Capim Caulim, pedindo a interdição imediata das bacias operadas pela mineradora. A ação foi ajuizada, às 13h30, no Fórum de Barcarena, por conta do segundo vazamento de caulim, em menos de um ano, que teria contaminado o rio das Cobras e igarapés

O Direito de Escolha

As pessoas e as sociedades são livres para escolher o próprio destino. O governo das sociedades existe para oferecer informações e oportunidades para que possam fazer escolhas conscientes. Cumpre ao governo das sociedades oferecer informações e oportunidades que aumentem o bem estar. 371

Barcarena, PA: Caulim vaza e pára em rio e igarapés

Vazamento da argila pura preocupa os ribeirinhos - Técnicos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) irão avaliar, hoje pela manhã, a extensão dos danos causados por mais um vazamento de caulim na bacia hidrográfica do rio das Cobras e igarapés Cureperé, Dendê e São João, além da praia de Vila do Conde, no Distrito Industrial de Barcarena. O vazamento ocorreu na madrugada de domingo e as águas

Pajé luta contra mineração em terras indígenas. Líder diz que pode haver tragédia

“Não sou presidente, como o Lula, mas sou liderança do meu povo, que mora na floresta faz 500 anos, e mereço ser ouvido.” - A declaração, em tom de desabafo, tem sido repetida em Brasília nos últimos dias pelo pajé Davi Kopenawa, respeitado líder dos ianomâmis - grupo de 15.500 índios que habita uma vasta região de florestas, com 9 milhões de hectares, entre Roraima e Amazonas, na fronteira com

O minério é nosso?

A Vale tenta a maior compra de sua história, mas a União teme que os interesses de mercado prevaleçam sobre os do País. Roger Agnelli, da Vale, tem insistido, mas o presidente resiste em dar a benção à operação. Por André Siqueira , publicado pela Carta Capital, Edição 481 736

O público e o privado, o oficial e o oficioso…, artigo de Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] O Liberal de 20/12/2007 publicou matéria no caderno Poder, que o governo do Pará e a diretoria da Vale assinaram três protocolos de intenção anunciando ações de pesquisa tecnológica e formação de mão-de-obra local na área de mineração. A parceria pretende ‘conter o desmatamento no Estado do Pará a partir de 2008 e prevê a instalação do Fórum Paraense de Competitividade’ para viabilizar ações entre o governo e a

Balanço anual da Vale em 2007, por Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] Ao dar a informação no almoço de balanço anual da Vale com jornalistas de todo o país e correspondentes estrangeiros, no último dia 7 de dezembro, Roger Agnelli avançou substancialmente no discurso em relação ao do ano passado, e acabou fazendo uma crítica contundente aos governos do PSDB. Devemos concordar com Agnelli, pelo menos parcialmente. São muitas as reportagens veiculadas na imprensa, notadamente em “O Liberal”, que poderiam servir

Vale: Projeto fantástico de privatização é impossível de realizar, Nelson Batista Tembra

O Presidente Lula fez duras críticas à decisão do PT de abraçar “uma causa demagógica”, pois considera “irreal” a organização de plebiscito sobre a possibilidade de anulação da privatização da Companhia Vale do Rio Doce. Do mesmo modo, seguindo a mesma linha de raciocínio, deve ser “irreal” a acusação de que, em 1997, a Companhia Vale do Rio Doce – patrimônio construído pelo povo brasileiro – foi fraudulentamente privatizada e que

Miséria, prostituição e meio ambiente, Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] O Estadão, de 25 de Novembro de 2007, publicou a brilhante matéria de Bruno Paes Manso, sob o título “Miséria e prostituição na trilha de L., 15 anos, elucidando as raízes socioeconômicas de um episódio que ganhou repercussão nacional e internacional. Bruno relata que a 2 quilômetros da praia da Vila do Conde - onde ancoram navios estrangeiros vindos das Filipinas, Croácia e Rússia para buscar minério no complexo

Críticas ao licenciamento ambiental do projeto bauxita da CVRD, em Paragominas, Pará, por Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] Venho solidarizar-me ao COMITÊ NACIONAL PELA ANULAÇÃO DO LEILÃO DE PRIVATIZAÇÂO DA VALE, bem como às entidades, partidos e personalidades, comprometidas com a defesa dos interesses da Nação, e justificar minha posição com detalhes, relatando o calvário que tenho enfrentado no caso que envolve o licenciamento ambiental do projeto bauxita da Companhia Vale do Rio Doce, no Município de Paragominas, Estado do Pará. 1404

Premonições, por Nelson Batista Tembra

[EcoDebate] Esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não podem ou não devem ser vulgarizados. Não sou esotérico, mas ao aproximar-se o mês de dezembro, posso arriscar algumas previsões para as declarações que Roger Agnelli deverá fazer durante o balanço de fim de ano da Companhia Vale do Rio Doce, o que provavelmente, a exemplo dos anos anteriores, deverá ser realizado na sede da Federação das

Mineração: Entre natureza e homem: onde estará o equilíbrio? artigo de Lúcio Flávio Pinto

Adital - Agora, é Curionópolis. O futuro do Pará está indissoluvelmente associado à mineração. Por uma razão: seu subsolo é muito rico. Mas a exploração dessa riqueza não tem resultado em desenvolvimento. A cada novo projeto renascem as esperanças, mas elas se frustram com o tempo. Esse ciclo vai se repetir com a nova mina de ferro da CVRD, em Serra Leste? Esta é a questão. 1748

Barcarena-na cidade do alumínio prevalece a força, por Rogério Almeida

[EcoDebate] Faz 10 anos que a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) foi privatizada. O leilão é questionado por ações judiciais que sinalizam para a ação como um crime de lesa pátria. A empresa é uma das maiores mineradoras do mundo. Talvez seja esse poder que provoca o silêncio dos ditos grandes meios de comunicação, que não pinçam nenhum debate sobre a questão. Como a mobilização popular para o Plebiscito

CVRD Grandeza fora do Pará, por Lúcio Flávio Pinto

A Companhia Vale do Rio Doce está comemorando grandezas sem paralelo na sua história e na do país. O Pará contribui bastante para esses números recordes. Mas se beneficia pouco dessas realizações. Por quê? Em cinco anos, entre 2001 e 2005, a Companhia Vale do Rio Doce investiu no Brasil mais de 28 bilhões de reais (o equivalente a 10,5 bilhões de dólares). Nenhuma empresa privada investiu

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