O grande aliado dos ‘nucleolóides’, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Sem dúvida estamos vivenciando um momento trágico da história de nosso país, onde a irresponsabilidade dos veículos de comunicação tradicional, para se dizer o mínimo, pratica a antítese do jornalismo, e de suas boas práticas, se aliando ao atual governo de extrema direita. Assim tem-se mentido, manipulado, e confundido o povo brasileiro. Nunca o dito de José Saramago (Premio Nobel de literatura de 1998) foi tão sintonizado com o

Acidentes em usinas nucleares quando ocorrem são catastróficos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Os argumentos dos defensores da energia nuclear como fonte de energia elétrica se baseiam principalmente em minimizar os riscos da ocorrência de acidentes nas usinas nucleares. Se referenciam em informações citando cientistas, instituições e organismos pró nuclear para suas alegações, e se aliam a setores econômicos que se beneficiam diretamente ou indiretamente da expansão desta tecnologia. Uma das irresponsabilidades maiores dos defensores dos “negócios nucleares” é a insistência em minimizar,

Alerta: nucleolóides em ação! artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [Ecodebate] No atual governo de extrema direita, vencedor das últimas eleições presidenciais, ressurgiu com grande ímpeto a lenda de que o Brasil precisa construir usinas nucleares para atender a demanda nacional por energia elétrica. Chegam alguns até em afirmar que sem tais usinas os apagões serão frequentes. Outros argumentos, considerados “mais técnicos” vindo de “especialistas”, afirmam categoricamente que o Brasil precisa de energia firme, aquela ininterruptamente fornecida por usinas, sem as

Energia nuclear não é assunto somente para técnicos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Existe uma estrategia clara dos defensores da energia nuclear, para produção de energia elétrica, em minimizar os acidentes que podem ocorrer nas indústrias envolvidas no chamado ciclo do combustível nuclear, em particular nas usinas núcleo-elétricas. Querem nos fazer crer que a segurança das centrais nucleares é infalível, e que acidentes com a liberação de material radioativo não acontecem, e nem acontecerão. Além de tentarem desqualificar aqueles que são contrários

8° aniversário do desastre de Fukushima: 11 de março de 2011, um dia para não ser esquecido, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Oito anos se passaram desde o acidente na usina nuclear Fukushima Dai-Ichi, com a explosão de 3 reatores, e que espalhou poeira radioativa pela província japonesa de Fukushima, em 11 de março de 2011. A contaminação do ar, da terra e da água forçou o deslocamento de mais de 100.000 pessoas. Antes do acidente, a província de Fukushima tinha 2 milhões de habitantes, e era conhecida como uma área tranquila

E se houvesse um acidente nuclear em uma usina instalada no Rio São Francisco? artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O acidente mais grave que pode ocorrer em uma usina nuclear é a liberação de material radioativo para o ar-terra-água. Nunca uma usina poderá explodir tal qual uma bomba atômica. Por uma razão simples. O combustível usado na usina tem uma concentração do material físsil bem inferior do que a usada em uma bomba nuclear. Ou seja, o urânio que se presta a fissão nuclear (reação química com quebra

Tudo a ver: crimes da mineração e usinas nucleares, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A cada nova tragédia humana, ambiental e econômica em nosso país, vivenciamos a vulnerabilidade da população mais pobre, da população nativa e tradicional, diante da força e da crueldade do capitalismo, da ganância do setor privado, enaltecidos por alguns como a “salvador da pátria”. A este, recai toda responsabilidade dos últimos acontecimentos, e que poderiam ser evitados, em que centenas de pessoas perderam suas vidas. E o meio ambiente

Programa nuclear brasileiro nas mãos dos militares – A hora e a vez da bomba atômica tupiniquim? Artigo de Heitor Scalambrini Costa

  Historicamente a relação entre o uso da energia nuclear para fins energéticos e para fins militares é muito estreita. [EcoDebate] O Programa Nuclear Brasileiro surgiu durante a ditadura militar, e até hoje atende demandas de setores das forças armadas, fascinados pelo poder que a energia nuclear lhes traz, e com a justificativa da necessidade de proteção e de segurança das nossas fronteiras, e de nossas riquezas. No governo que tomará posse no

Modelo de expansão das eólicas gera danos sociais e ambientais, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Muito tem sido dito sobre o papel das fontes renováveis de energia (solar, eólicas, hidrelétricas, biomassa) na solução para tornar a matriz energética mundial mais “limpa”, e de mitigar os impactos das mudanças climáticas globais. Todos os vários cenários sobre o futuro da energia no mundo, elaborados por entidades como a Agência Internacional de Energia (IEA, sigla em inglês), apontam para o aumento do uso das fontes renováveis. No Brasil

Quem quer a Eletrobrás privatizada, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Parodiando recente artigo publicado no jornal Estado de São Paulo intitulado “Quem não quer a Eletrobras privatizada”, escrito pelo jornalista Celso Ming, resolvi escrever algumas linhas sobre o que considero um crime lesa-pátria, a venda da Eletrobras. Ao longo do referido texto, o jornalista, conhecido defensor do mercado, assevera sua crença no mercado como guardião da ética e da eficiência, ao defender a privatização da maior empresa do setor elétrico

Privatização do setor elétrico = Aumento das tarifas e demissões, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Entra ano, sai ano, e os aumentos nas contas de luz dos consumidores brasileiros aumentam escancaradamente acima da inflação. E é justificado, no jargão tecnocrata, como “necessário para manter o equilíbrio econômico financeiro dos contratos das distribuidoras”. O que significa no bom português “garantir lucros exorbitantes, extorsivos para as distribuidoras a custa do consumidor”. Um exemplo para ilustrar, dos muitos existentes pelo Brasil afora sobre este descalabro, aceito ainda passivamente

Usinas Eólicas: a bola da vez é Bonito/PE, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] O município de Bonito, no agreste pernambucano, situado a 136 km do Recife, foi recentemente manchete nacional, depois que sua administração anunciou o interesse de promover mudanças em sua política ambiental. Inspirada em iniciativas que estão acontecendo em vários países, propõe conceder aos recursos naturais, direitos jurídicos próprios reconhecidos na lei orgânica do município. Também chamada “Cidade das Águas” Bonito é conhecida pelas belas cachoeiras, e várias nascentes, constituindo destino

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