O grande crescimento da Pegada Ecológica no mundo e nos continentes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A civilização é a multiplicação ilimitada de necessidades desnecessárias” Mark Twain     [EcoDebate] O mundo tinha superávit ambiental em 1961. A pegada ecológica total era de 7 bilhões de hectares globais (gha) para 9,6 bilhões de gha de biocapacidade. A pegada ecológica per capita era de 2,29 gha e a biocapacidade per capita de 3,13 gha, para uma população em torno de 3 bilhões de habitantes, em 1961. A figura acima, com dados sobre

O grande crescimento da Pegada Ecológica no mundo e nos continentes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O mundo tinha superávit ambiental em 1961, pois a pegada ecológica total era de 7 bilhões de hectares globais (gha) para 9,6 bilhões de gha de biocapacidade. A pegada ecológica per capita era de 2,29 gha e a biocapacidade per capita de 3,13 gha, para uma população em torno de 3 bilhões de habitantes. A figura acima, com dados sobre a pegada ecológica total para os continentes, mostra (gráfico pequeno)

População e Pegada Ecológica na África, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O continente africano tem um grande desafio no século XXI: garantir bem-estar para sua crescente população e qualidade ambiental para um meio ambiente em constante deterioração. As projeções probabilísticas da ONU, conforme o gráfico acima, indicam que a África pode ter uma população entre 3 e 6 bilhões de habitantes em 2100, mas com a projeção média indicando a maior probabilidade de haver 4,5 bilhões de habitantes no final do

Dos limites do crescimento ao decrescimento da Pegada Ecológica, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Acreditar que o crescimento econômico exponencial pode continuar infinitamente num mundo finito é coisa de louco ou de economista” Kenneth Boulding (1910-1993)     [EcoDebate] A economia é um subsistema da ecologia. Desta forma, a Pegada Ecológica gerada pela economia não pode ser maior do que a biocapacidade fornecida pela ecologia. Para manter a sustentabilidade e garantir o adequado padrão de vida da humanidade, sem degradar as condições ambientais, a Pegada Ecológica, no

Pegada ecológica no mundo, Canadá e Índia: o que fazer? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O lema do debate sobre população e desenvolvimento no século XXI deveria ser: menos gente, menos consumo, menor desigualdade social e maior qualidade de vida humana e ambiental”. Alves, 20/07/2016     [EcoDebate] O Canadá e a Índia são dois grandes países, com ampla disponibilidade de recursos naturais, e uma biocapacidade total de aproximadamente 560 milhões de hectares globais. Porém, o Canadá possui superávit ambiental e a Índia possui déficit ambiental. Vamos recordar os

O mapa da Pegada Ecológica, artigo José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Global Footprint Network apresenta duas medidas úteis para se avaliar o impacto humano sobre o meio ambiente e a disponibilidade de “capital natural” do mundo. A Pegada Ecológica serve para avaliar o impacto que o ser humano exerce sobre a biosfera. A Biocapacidade avalia o montante de terra e água, biologicamente produtivo, para prover bens e serviços do ecossistema à demanda humana por consumo, sendo equivalente à capacidade

Desenvolvimento humano e o aumento da Pegada Ecológica, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Pegada Ecológica mede a quantidade de recursos naturais necessários para manter o padrão de consumo dos seres humanos. Tudo o que usamos e o ar que respiramos vem da natureza e jamais deixará de pertencer à natureza. Em geral, a civilização produz luxo e descarta lixo. O avanço humano tem ocorrido em detrimento da saúde do Planeta. O desenvolvimento humano está altamente correlacionado com o aumento da pegada ecológica.

Programa Água Brasil lança calculadora brasileira da Pegada Ecológica

    O consumo da humanidade está cada vez mais desenfreado. Tanto que, neste ano, o Dia da Sobrecarga da Terra chegou ainda mais cedo: em agosto. A data seria uma estimativa para o esgotamento dos recursos naturais disponíveis no Planeta, se a sociedade mantiver os atuais níveis de consumo. Para reverter essa situação no País, o Programa Água Brasil, parceria entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional

Relatório da WWF aponta perda de biodiversidade e aumento da Pegada Ecológica

  A biodiversidade está diminuindo rapidamente, enquanto a demanda da humanidade sobre a natureza é crescente e insustentável. Populações de espécies no mundo todo diminuíram 52% desde 1970. Precisamos de 1,5 planeta para satisfazer nossa demanda anual por recursos naturais. Esses são apenas alguns dos alertas feitos no Relatório Planeta Vivo 2014, lançado mundialmente pela Rede WWF.     Trata-se de uma importante publicação bienal que apresenta o cenário detalhado e atualizado da situação

Pegada Ecológica do Canadá e do mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] As pegadas ecológicas do Canadá e do mundo eram, respectivamente, de 6,43 hectares globais (gha) per capita e 2,7 gha per capita, em 2008. Os valores da biocapacidade eram, respectivamente, de 14,9 gha e 1,78 gha. Portanto, havia superávit ambiental no Canadá e déficit ambiental no mundo. Mesmo tendo alta pegada ecológica (ou seja, alto padrão de consumo), o Canadá tinha (e tem) superávit ambiental porque tem uma população pequena

Pegada Ecológica e declínio da biocapacidade, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Footprint Network apresenta duas medidas úteis para se avaliar o impacto humano sobre o meio ambiente e a disponibilidade de “capital natural” do mundo. A Pegada Ecológica serve para avaliar o impacto que o ser humano exerce sobre a biosfera. A Biocapacidade avalia o montante de terra e água, biologicamente produtivo, para prover bens e serviços do ecossistema à demanda humana por consumo, sendo equivalente à capacidade regenerativa

Pegada Ecológica: e se eliminarmos os países ricos? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Terra é um Planeta finito. Isto significa que os seres vivos possuem um espaço comum e delimitado para a sobrevivência conjunta. O crescimento exponencial de uma espécie significa a redução do espaço para a vida de outras espécies. Da mesma forma, o crescimento ilimitado de cada país aumenta a demanda global por matérias-primas e commodities e contribui para o sobre-uso dos recursos naturais. Ninguém vive sem demandar bens

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