Morte de macacos no Acre mostra que febre amarela é uma questão de saúde pública

  Morte de macacos no Acre mostra que febre amarela é uma questão de saúde pública Doença infecciosa aguda causada por um vírus transmitido por mosquitos vetores, a febre amarela é uma doença endêmica no Brasil, principalmente na região amazônica. Apesar da devastação causada pela pandemia da covid-19 em todo o mundo, as zoonoses e arboviroses continuam sendo um tema relevante para a Vigilância Epidemiológica, os serviços de saúde e a população. Prova disso

Sob risco, estados do Sul e Sudeste têm vacinação contra febre amarela abaixo da meta

  Dados divulgados ontem (14) pelo Ministério da Saúde revelam que cerca de 36,9 milhões de pessoas no Sudeste e 13,1 milhões no Sul do país ainda não se vacinaram contra a febre amarela. ABr “Apesar de os estados do Sul e Sudeste já fazerem parte da área de recomendação para a vacina, todos os estados ainda registram coberturas abaixo da meta 95%”, informou a pasta. Vacinação contra febre amarela está abaixo da meta

Ministério da Saúde alerta para o aumento da febre amarela durante o verão e recomenda vacinação

  Febre Amarela - A população que mora em áreas recomendadas para a vacina da febre amarela deve buscar a vacinação antes do início do verão, período de maior risco de transmissão da doença. O alerta do Ministério da Saúde se dá porque áreas recém-afetadas e com grande contingente populacional, como as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Minas Gerias e São Paulo, ainda possuem um quantitativo elevado de pessoas não

Febre amarela, uma ameaça à saúde pública e uma tragédia ambiental, artigo Sérgio Lucena

    Febre amarela, uma ameaça à saúde pública e uma tragédia ambiental, artigo Sérgio Lucena [EcoDebate] A febre amarela é provocada por um vírus que foi trazido da África há, pelo menos, três séculos. O vírus, adaptado a primatas (macacos e humanos) é transmitido exclusivamente por algumas espécies de mosquitos. A doença não é transmitida de um ser humano para o outro, do macaco para o homem, ou vice-versa. A maioria das pessoas

Febre amarela dificilmente será erradicada. Vacinação é a forma mais efetiva de controlar a doença

    Febre amarela dificilmente será erradicada. Vacinação é a forma mais efetiva de controlar a doença. Entrevista especial com Tatiana Guimarães de Noronha IHU “A febre amarela silvestre nunca foi erradicada e muito dificilmente será, pois ela é perpetuada pelos mosquitos que vivem nas áreas de florestas e seus habitantes naturais, os macacos”, alerta Tatiana Guimarães de Noronha, médica e pesquisadora responsável pela área de Epidemiologia Clínica da Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos/Fiocruz. Entretanto, adverte, o controle

Pesquisadores explicam papel de vetores da febre amarela

  Pesquisadores explicam papel de vetores da febre amarela Por Maíra Menezes (IOC/Fiocruz) Dados do Ministério da Saúde mostram que o país contabiliza, de julho de 2017 a fevereiro de 2018, 164 mortes por febre amarela, com 545 casos confirmados e 422 em investigação. Até o momento, todas as notificações estão associadas ao ciclo silvestre da doença, afetando pessoas que contraíram o vírus em áreas de mata ou em suas proximidades. Segundo a

#ACulpaNãoéDoMacaco – Macacos não transmitem febre amarela: denuncie agressões

  Ibama Agredir ou matar macacos é crime ambiental e prejudica o trabalho de prevenção dos surtos de febre amarela. Além de não transmitirem o vírus, macacos são os primeiros a morrer com o contágio em ambiente silvestre, servindo de alerta para que sejam adotadas medidas de controle. A Lei n° 9.605/98 estabelece detenção de seis meses a um ano e multa para quem matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou

Não existe vacina homeopática para a febre amarela, artigo de Moises Chencinski

  Não existe vacina homeopática para a febre amarela, artigo de Moises Chencinski [EcoDebate] Em matéria publicada em sua coluna (“Até vacina homeopática integra rol de absurdos e boatos sobre febre amarela”), na Folha de São Paulo, do dia 30/01/2018, a jornalista Cláudia Colucci apresenta uma crítica à homeopatia, quando expõe uma “suposta vacina e uma prescrição homeopática” para proteção contra a febre amarela, orientada por um profissional da área através de

Especialistas investigam relação entre o surto de febre amarela e degradação ambiental

  Especialistas investigam relação entre o surto de febre amarela e degradação ambiental ABr Um grupo de especialistas de diferentes estados do Brasil está se articulando para investigar a relação entre o surto de febre amarela e a degradação do meio ambiente. Eles acreditam que se houvesse mais conhecimento sobre o assunto, a propagação repentina do vírus de tempos em tempos poderia ser prevenida. O surto de febre amarela em Minas Gerais já provocou 38

Casos de febre amarela alertam para o desmatamento, artigo de Rodrigo Berté

  Casos de febre amarela alertam para o desmatamento, artigo de Rodrigo Berté [EcoDebate] Autoridades, Ministério da Saúde e Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e Minas Gerais estão vigilantes. Não é para menos, já foram registradas 38 mortes de febre amarela silvestre no Brasil. A doença é causada por um vírus inoculado no nosso corpo proveniente da picada de um mosquito, e que pode levar a morte. As causas desse

Pesquisador da Fiocruz fala sobre vacina fracionada e dá orientações sobre a febre amarela

    Por Tatiane Vargas (Informe Ensp) O Informe Ensp conversou com o pesquisador do Departamento de Epidemiologia e Métodos Quantitativos da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), Luiz Antonio Bastos Camacho, que participou do estudo sobre o fracionamento da vacina de febre amarela. Na entrevista, Camacho fala sobre as características do fracionamento da vacina e sua durabilidade, além da transmissão urbana da doença, do volume de doses disponíveis e do treinamento realizado na Fundação com

Especialistas da Fiocruz explicam vacina da febre amarela e circulação do vírus

  Especialistas da Fiocruz explicam vacina da febre amarela e circulação do vírus ABr Diante do avanço da febre amarela no país, com aumento do número de casos confirmados e de mortes, a preocupação com a doença tem aumentado e levado a uma corrida pela vacina em alguns estados. A situação levou inclusive o governo a fracionar a vacina contra a febre amarela em algumas regiões e antecipar a campanha de imunização de 19 de fevereiro

Febre amarela: dose fracionada da vacina imuniza por oito anos diz pesquisa do Bio-Manguinhos/Fiocruz

  Por Pamela Lang (Agência Fiocruz de Notícias) A estratégia anunciada pelo Ministério da Saúde (MS), na última terça-feira (9/1), de fracionar a vacina de febre amarela para três estados brasileiros teve como base um estudo da Fiocruz, realizado pelo seu Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), que comprova que 1/5 da dose da vacina gera uma proteção equivalente à da dose padrão por oito anos. A pesquisa com doses fracionadas da vacina de

Febre amarela, do século XIX a 2018: o que Oswaldo Cruz faria nos dias de hoje? artigo de Sucena Shkrada Resk

  Febre amarela, do século XIX a 2018: o que Oswaldo Cruz faria nos dias de hoje? artigo de Sucena Shkrada Resk Final do século XIX e 2018. Neste ir e vir da história, a questão sanitária no Brasil é ainda o calcanhar de Aquiles que permeia a condução da gestão pública no país. Hoje o aumento do número de casos comprovados e suspeitos de febre amarela silvestre (pelos vetores Haemagogus ou o

Estudo da Fiocruz alerta para risco de reintrodução do vírus da febre amarela no ambiente urbano no Brasil

    Estudo da Fiocruz alerta para risco de reintrodução do vírus da febre amarela no ambiente urbano no Brasil Estudo feito pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur, da França, mostrou que o Brasil corre o risco de uma reintrodução do vírus da febre amarela no ambiente urbano. A pesquisa envolveu 11 populações de mosquitos transmissores da doença no Brasil (Aedes aegypti, Aedes albopictus, Haemagogus leocucelaenus e Sabethes albipirvus)

Campanha: Não matem os macacos! Eles são aliados da saúde no combate à Febre Amarela

  Esses animais têm papel fundamental na vigilância da doença. Quem é responsável pela transmissão de febre amarela em humanos é um mosquito “Eles servem como anjos da guarda, como sentinelas da ocorrência da Febre Amarela”, explica Renato Alves, gerente de vigilância das Doenças de Transmissão Vetorial, do Ministério da Saúde. Esse é um alerta para que a população não mate os macacos, principalmente em regiões onde há incidência da Febre Amarela

Febre amarela: problema de saúde pública e ambiental, artigo de Sérgio Lucena Mendes

    [EcoDebate] No final do século XVII, o médico português João Ferreira da Rocha foi enviado a Pernambuco para tratar os doentes da febre amarela e publicou, em 1694, o primeiro tratado sobre a doença. Ele descreveu com precisão os sintomas e sugeriu uma série de tratamentos, alguns duvidosos, é claro, diante da medicina atual. O que já se sabe desde aquela época é que a doença causa febre, calafrios, náuseas, vômito,

Morte de macacos pela população prejudica controle da febre amarela

  ICTB/Fiocruz O Brasil vivencia um dos períodos de maior mortandade de primatas da história devido à febre amarela silvestre no país, segundo a Sociedade Brasileira de Primatologia (SBPr). Além das mortes pela infecção pelo vírus, autoridades suspeitam que macacos estejam sendo executados pela população pelo medo de transmissão da doença. O quadro prejudica a implementação de medidas preventivas pelas autoridades sanitárias e pode levar à extinção de espécies, prejudicando todo o

Febre Amarela: Medo e desinformação põe em risco macacos na Mata Atlântica

    Ministério esclarece que primatas não transmitem o vírus a humanos. Animais ajudam a alertar sobre a presença da doença. O surto de febre amarela tem provocado uma grave ameaça a primatas da Mata Atlântica, inclusive a espécies ameaçadas de extinção. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) emitiu, nesta semana, um alerta à sociedade para reforçar a preservação dessas espécies e evitar maus-tratos e violência provocados pela ação do homem em áreas

Comunidade científica alerta para mortandade de macacos por causa da febre amarela

    Em nota, especialistas de instituições de pesquisa e conservação sobre primatas disponibilizam informações sobre o ciclo da doença e pedem à mídia – jornais, rádios, TVs e sites de notícias – que ajude na divulgação correta dos dados Representantes da comunidade científica brasileira, ligados à área da conservação dos primatas, expediram na quarta-feira (15) nota à imprensa alertando para um desastre ambiental “gravíssimo” que ocorre neste momento: a mortandade sem precedentes

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