A inflexão da Antártida: aquecimento e aceleração do degelo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Em nossa opinião, a evidência dos pontos de inflexão sugere que estamos em um estado de emergência planetária: tanto o risco quanto a urgência da situação são acentuados” Timothy Lenton (27/11/2019) [EcoDebate] Os últimos 6 anos foram os mais quentes já registrados e a década 2011-20 é a mais quente da série histórica. O Planeta está com febre e não só está esquentando, com aquece a taxas crescentes. Por isso, o aquecimento

O degelo do Ártico e as emissões do permafrost, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“A crise climática é a ameaça mais urgente do nosso tempo” The Guardian   [EcoDebate] Não existem mais dúvidas sobre o aquecimento global provocado pela emissão de gases de efeito estufa. Os últimos 6 anos (2014-19) foram os mais quentes já registrados e a década 2011-20 é a mais quente da série histórica. A atmosfera do Planeta está ficando mais quente e isto tem um impacto devastador em diversos aspectos, pois vai deixar

Recorde de degelo nos polos em julho de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] O mês de julho de 2019 bateu todos os recordes de degelo nos polos, contribuindo para a elevação do nível dos oceanos e servindo de alerta para bilhões de pessoas que moram nas áreas litorâneas. Depois de cinco sucessivos anos (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) de recordes de temperaturas globais, o ano de 2019 caminha para ser o segundo mais quente já registrado. Os meses de junho e

Aquecimento Global – Degelo precoce e chegada antecipada da primavera interrompem o mutualismo entre plantas e polinizadores

  O degelo precoce aumenta o risco de descompasso fenológico, no qual o florescimento de plantas periódicas e polinizadores sai de sincronia, comprometendo a produção de sementes.     Hokkaido University* Gaku Kudo, da Hokkaido University e Elisabeth J. Cooper, da Arctic University of Norway, demonstraram que, com o início do degelo derretido na primavera, o efêmero Corydalis ambigua floresce à frente do surgimento de seu polinizador, a abelha. O aquecimento global afetou a fenologia de

2019 começa com recorde de degelo nos polos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Os dados mostram que os níveis de degelo do início de 2019 na Antártida estão batendo todos os recordes históricos     [EcoDebate] O ano de 2019 começa com recorde de degelo nos polos. Depois de cinco anos sucessivos (2014, 2015, 2016, 2017 e 2018) de recordes de temperaturas globais, fato sem precedentes no Holoceno (últimos 12 mil anos), a deglaciação cresce e tende a aumentar o nível dos oceanos, além de liberar

Pesticidas expostos pelo degelo do Alasca apresentam risco de câncer

  Crianças no Alasca, cuja dieta inclui muitos peixes de rios alimentados pela Cordilheira Oriental do Alasca, podem ter um elevado risco de câncer a longo prazo por causa de inseticidas, incluindo o DDT, expostos pelo degelo. Mesmo com níveis baixos de pesticidas organoclorados (OCPs) no degelo glacial, o risco de câncer para jovens e adultos que contam com o peixe como alimento básico em sua dieta está acima do limite máximo

Degelo do permafrost coloca a infraestrutura do Ártico em risco

  Setenta por cento da infraestrutura atual no Ártico tem um alto potencial para ser afetada pelo derretimento do permafrost nos próximos 30 anos. Mesmo cumprir as metas de mudança climática do Acordo de Paris não reduzirá substancialmente os impactos projetados, de acordo com um novo estudo publicado na Nature Communications. University of Alaska Fairbanks*     "Muito mais precisa ser feito para preparar o Alasca para as conseqüências adversas das mudanças no permafrost e no

Com o degelo, a Antártida está se tornando mais parecida com a Groenlândia?

  Em uma nova perspectiva, cientistas pedem mais atenção ao derretimento da superfície da Antártida University of Colorado Boulder**     A Antártida é alta e seca e, na maioria das vezes, muito fria, e é fácil pensar no gelo e na neve trancados em um freezer, protegidos do derretimento, exceto em torno de suas costas baixas e plataformas de gelo flutuantes. Mas essa visão pode estar errada. A água de degelo está agora se acumulando

Degelo do permafrost aumenta as emissões de gases estufa dos rios da Sibéria

  Solos de permafrost armazenam grandes quantidades de carbono congelado e desempenham um papel importante na regulação do clima da Terra. Em um estudo publicado na Nature Geoscience, pesquisadores da Umeå University, Suécia, em colaboração com uma equipe internacional, agora mostram que as emissões de gases do efeito estufa do rio estão aumentando em áreas onde o permafrost siberiano está ativamente descongelando. Umeå University*     À medida que o permafrost se degrada, o carbono previamente

O degelo da Groenlândia ameaça às áreas costeiras do mundo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Groenlândia está em processo acelerado de degelo devido ao aquecimento global, provocado pelo crescimento da emissão de gases de efeito estufa, gerado pelo aumento exponencial das atividades antrópicas, incentivado pela concentração de capital e riqueza. Uma ilha continental, tranquila, despovoada e gelada, localizada no Atlântico Norte, próxima ao Ártico, é a principal vítima dos efeitos perversos do crescimento incessante da produção de bens e serviços para satisfazer o bem-estar

A aceleração do degelo global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Os anos de 2016 e 2017 bateram todos os recordes de degelo global. Com o aquecimento da temperatura, a tendência de perda do gelo nos polos e nos glaciares é bastante clara. A curva apresentada no gráfico acima tem uma distribuição bimodal, pois o hemisfério Sul tem pico de gelo em junho e julho e um pico de degelo em fevereiro e março. O máximo do gelo global acontece

O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Um dos efeitos do aquecimento global é a elevação do nível do mar. Aquecimento e degelo reforçam-se mutuamente através de mecanismos de retroalimentação amplificante, pois o aquecimento superficial da água e da troposfera aumenta o degelo e esse, ao diminuir o albedo (a fração rebatida para o espaço da radiação solar incidente sobre a Terra), acelera o aquecimento, num círculo vicioso. Uma vez desencadeados, o aquecimento da água

Degelo: Mudança climática poderia aumentar a área livre de gelo na Antártida em 25% até 2100

    Da Agência EFE / ABr O fenômeno da mudança climática poderia aumentar em 25% a área livre de gelo na Antártida até o fim deste século, o que provocaria efeitos drásticos na biodiversidade do continente, informaram nesta quinta-feira (29) fontes oficiais. A área sem gelo representa atualmente 1% da superfície do Continente Polar - cuja extensão total é de aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados -, local onde se concentra quase toda

Recorde de degelo global em janeiro e fevereiro de 2017, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Para cada mil pessoas dedicadas a cortar as folhas do mal, há apenas uma atacando as raízes”. Duzentos anos do nascimento de Henry Thoreau (1817-1862)     [EcoDebate] Não há mais como contestar. Os negacionistas das mudanças climáticas perderam totalmente seus argumentos, claramente, anticientíficos. O degelo global bateu todos os recordes em janeiro e fevereiro de 2017. Depois de três anos (2014, 2015 e 2016) de temperaturas muito elevadas, sem precedentes no Holoceno

O degelo da Antártica e a subida do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A maior parte do gelo da Antártica está sobre o continente e tem um volume de água congelada que, caso derreta completamente, tem o potencial de fazer o nível do mar subir de 60 a 65 metros no longo prazo. Se as emissões de gases de efeito estufa (GEE) continuarem a provocar o aumento do aquecimento global no ritmo atual, o degelo na Antártica pode contribuir para que o

Degelo ártico ameaça os ecossistemas locais e pode ter consequências catastróficas

  Degelo ártico ameaça resto do mundo - Relatório apresenta 19 pontos críticos em que mudanças climáticas na região polar podem causar impactos permanentes; temperaturas em partes do Ártico estão até 20ºC mais altas que a média Do Observatório do Clima   O Ártico enfrenta mudanças climáticas bruscas que ameaçam os ecossistemas locais e podem ter consequências catastróficas para o restante do planeta. É o que mostra o Arctic Resilience Report, relatório resultante de

O degelo da Groenlândia e a subida do nível do mar, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O nível dos oceanos aumentou mais rapidamente desde o século passado do que durante os últimos três milênios. Quatro artigos, publicados em fevereiro de 2016 nos Proceedings, da Academia Nacional de Ciências (PNAS) dos Estados Unidos, ilustram o crescente poder dos computadores para simular as interações complexas entre o clima, o gelo polar, e os oceanos. Os artigos também ressaltam os efeitos que o aumento dos gases de efeito

Degelo na Groenlândia e Antártida dobra em cinco anos, diz estudo

  Os mapas mostram os resultados dos modelos de elevação gerados pela equipe alemã   A redução da área de gelo da Groenlândia e Antártida, as duas principais capas de gelo do planeta, dobrou desde 2009, de acordo com um estudo que analisou imagens de um satélite europeu. O exame dos dados gerados pelo CryoSat indicam que só a Groenlândia vem perdendo cerca de 375 km cúbicos de gelo por ano. Somado, o volume de

Degelo na Antártica desencadearia um círculo vicioso que aumentaria o efeito estufa, dizem pesquisadores

  A Antártica é a maior reserva de água doce da Terra. Seus 14,2 milhões de quilômetros quadrados - 1,6 vezes a extensão territorial do Brasil - são cobertos por uma capa de gelo de 2 quilômetros de espessura média. Além disso, tem as maiores reservas de gelo (90%) e água doce (70%) do planeta. Em seu estado sólido, essas reservas regulam o clima do Hemisfério Sul e distribuem umidade pelo

Cientistas registram aumento do degelo no oeste da Antártida

  Imagem: CPOM/ESA   A cobertura de gelo no oeste da Antártida parece estar recuando muito mais do que alguns anos atrás, revelou um estudo climático da Agência Espacial Europeia (ESA). Matéria da AFP, no UOL Notícias, com informações adicionais do EcoDebate. Estudos anteriores, realizados entre 2005 e 2010, estimaram que a cobertura de gelo contribuiu com 0,28 milímetro ao ano para a elevação do nível do mar. Mas três anos de observações do satélite

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