O desmatamento da floresta amazônica pode acelerar como resultado da guerra comercial EUA-China, alertaram os pesquisadores

  Desmatamento da floresta amazônica O aumento das tarifas fez com que as exportações de grãos de soja dos EUA para a China caíssem pela metade em 2018, criando um enorme déficit que poderia desencadear um extenso corte de árvores no Brasil, dizem especialistas. University of Edinburgh, School of Geosciences*     O estudo, da Universidade de Edimburgo e Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, adverte que o Brasil estará sob pressão para fornecer até 38 milhões

Comunidades rurais da China são mais vulneráveis a eventos climáticos extremos do que as pessoas que vivem em áreas urbanas

  Quente ou frio, os moradores rurais são mais vulneráveis a eventos climáticos extremos International Institute for Applied Systems Analysis (IIASA)*   Temperaturas extremas, tanto frias quanto quentes, trazem maior risco de mortalidade para as pessoas que vivem nas comunidades rurais da China do que nas áreas urbanas, de acordo com um estudo recente publicado na revista Environmental Health Perspectives. A disparidade entre o risco de mortalidade urbano e rural foi encontrada em toda

O avanço da indústria de veículos elétricos na China, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    O avanço da indústria de veículos elétricos na China [Ecodebate] A indústria automobilística está passando pela mudança mais significativa desde a sua origem. A época do motor à combustão interna, com base nos combustíveis fósseis, está sendo substituída pela época dos carros elétricos, tendo como base a energia renovável. Este processo é fundamental para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e contribuir para a mitigação do aquecimento global. A substituição

A população da África ultrapassará a população da China e da Índia em 2023, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são considerados países continentais, pois tinham, cada um, uma população maior do que todo o continente africano. Mas como mostra o gráfico abaixo, com dados da Divisão de População da ONU, a população da África vai ultrapassar a população da China e da Índia em 2023 e deve continuar crescendo rapidamente durante todo o século XXI, enquanto a China começa a decrescer a partir

O fim da política de filho único e o futuro da fecundidade na China, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A China vai completar 70 anos da Revolução Comunista no dia 01 de outubro de 2019. Nestas 7 décadas muita coisa mudou no maior país do mundo em termos demográficos. Na primeira década revolucionária (1950-1960) as taxas de mortalidade infantil e de fecundidade começaram a cair, apontando para um declínio rápido que poderia atenuar as altas taxas de crescimento demográfico e a estrutura etária muito jovem. Porém, com o

Crescimento demoeconômico da Etiópia: a ‘China da África’? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Etiópia é o berço do Homo sapiens e dos grãos do café. Atualmente é uma das principais nações da África. A população da Etiópia, em 2018, de 107,5 milhões de habitantes é a segunda maior do continente, ficando atrás somente da Nigéria com 195,9 milhões de habitantes, mas à frente do Egito com 99,4 milhões de habitantes e com cerca do dobro da população da África do Sul

A Índia deve ultrapassar a população da China até 2024, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são os dois países mais populosos do mundo, mas vão alternar a posição e experimentar mudanças significativas nas próximas décadas. Em 1950, a China tinha uma população de 554,4 milhões de habitantes, cerca de 50% superior aos 376,3 milhões de habitantes da Índia. Em 1981 a China atingiu 1 bilhão de habitantes e tinha uma população cerca de 40% superior aos 713 milhões da

A China pretende liderar a corrida tecnológica com o plano ‘Made in China 2025’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O plano “Made in China 2025” faz parte de uma nova estratégia de desenvolvimento e de posicionamento afirmativo da China no processo de liderança científica e tecnológica global. A China pretende encabeçar a 4ª Revolução Industrial em todas as frentes mais promissoras e lucrativas das novas fronteiras produtivas. Desde a Guerra do Ópio, em meados do século XIX, até o final da década de 1970 a China se atrasou em

Com projetos de restauração ecológica de larga escala, a área florestal total da China aumentou 74,3 milhões de hectares

  Restauração Ecológica Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem. Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas

Quarenta anos das reformas de Deng Xiaoping e o renascimento da China como potência, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Uma China como potência assertiva, dominante e autoconfiante (além de pouco democrática) é a nova realidade das relações internacionais. “Art. 1: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade” 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10/12/1948)   “A religião para mim é ciência e a ciência é religião” 203 anos do nascimento

A China continua tendo superávits recordes a despeito da guerra comercial de Trump, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [Ecodebate] A China continua vencendo a guerra comercial com os Estados Unidos e apresentando superávits recordes. Os dados da balança bilateral de comércio entre os dois países, divulgados pelo US Census Bureau, mostram que o superávit comercial da China com os EUA foi de US$ 261,1 bilhões nos 8 primeiros meses de 2018, número bem superior aos US$ 239,8 bilhões de 2017 e os US$ 225 bilhões de 2016 (governo

China: maior potência global e ateísta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Pela primeira vez na história da humanidade a maior potência mundial é também uma sociedade majoritariamente ateísta, onde a religião não tem uma força predominante e onde o Estado controla as crenças da população. Os chineses são predominantemente ateus, mas a China não é um Estado laico, pois não há liberdade religiosa no país mais populoso do mundo. Segundo Frank Jacobs (2018), com base em Worldwide Independent Network/Gallup International Association

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