Brasil ‘celebra’ aniversário do Acordo de Paris com subsídio multibilionário a petroleiras

    Senado vota MP do Trilhão no mesmo dia em que pacto climático completa dois anos e líderes mundiais se reúnem na França para discutir o fim das subvenções a combustíveis fósseis No dia do aniversário de dois anos da assinatura do Acordo de Paris contra os gases de efeito estufa, o Brasil se prepara para dar um presentão à indústria dos combustíveis fósseis: o Senado Federal deve votar nesta terça-feira (12)

Às vésperas da COP 23, ONU aponta riscos para efetivação do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas

  ABr   Há dois anos, 195 países firmaram o Acordo de Paris, fruto da Conferência Mundial do Clima (COP21) sobre a redução de emissões de gases de efeito estufa. Era a primeira vez na história que governos reconheciam conjuntamente os riscos associadas ao aquecimento global e pactuavam um acordo global sobre o clima. Apesar da relevância do acordo, um estudo divulgado hoje (31), pela ONU Meio Ambiente afirma que o acordo está em

Esperanças científicas e fatos políticos básicos sobre o Acordo de Paris; análise de Luiz Marques

  Jornal da UNICAMP Um trabalho publicado neste mês de setembro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences assim define três níveis de risco atual decorrentes do aquecimento global: “>1,5º C perigoso; >3º C catastrófico; e >5º C desconhecido, ou seja, além de catastrófico, incluindo ameaças existenciais” [1]. Segundo os autores, para manter as temperaturas médias do planeta abaixo dos níveis perigosos de aquecimento seria preciso “reverter a curva das

Regiões áridas podem enfrentar aquecimento de 4°C sob o objetivo do Acordo de Paris

  O objetivo do acordo de Paris, de limitar o aquecimento global médio a menos de dois graus Celsius, é insuficiente para proteger as terras secas do mundo, diz um novo estudo. Por Madhukara Putty*, SciDev.Net     O estudo, publicado on-line em Nature Climate Change, também sugere que reduzir o objetivo do aquecimento global a 1,5 graus Celsius é benéfico tanto para as terras áridas como para as regiões úmidas. Essas descobertas são importantes para

Acordo de Paris: saída dos EUA reforça nova dinâmica geopolítica e protagonismo da China, artigo de Luiz Eduardo Osorio

    [EcoDebate] A recente saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris terá amplos reflexos sobre o cenário diplomático, econômico e ambiental. Em um momento em que nações e empresas se preparam para a transição rumo a uma economia de baixo carbono, a decisão norte-americana abre espaço para uma maior aproximação entre China e Europa. Também aumenta a pressão internacional sobre os líderes globais para que estabeleçam metas mais ambiciosas de

Documento final do G20 isola EUA ao afirmar que Acordo de Paris é irreversível

  ABr   Reunidos em Hamburgo, na Alemanha, para discutir os principais desafios econômicos globais, os representantes políticos das 20 maiores economias mundiais (G20) reafirmaram, no documento final da cúpula, a determinação de enfrentar conjuntamente questões como a pobreza, o terrorismo, o deslocamento forçado de populações, o desemprego, a desigualdade de gênero e as mudanças climáticas. Ao abordar a questão ambiental, no entanto, o comunicado final do encontro deixou evidente a divergência entre os

‘O modelo agroexportador brasileiro é completamente contrário ao Acordo de Paris’, entrevista com Alexandre Costa

  O presidente Michel Temer regulamentou na semana passada o Acordo de Paris, que estabelece metas de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa. O gesto, que foi interpretado como uma tentativa de buscar apoio em meio à crise política que ameaça seu governo, veio poucos dias após o anúncio, pelo presidente Donald Trump, da retirada dos Estados Unidos do Acordo, firmado em 2015 durante a Cúpula do Clima

Sem os jogos de cena de Donald Trump, ao menos quatro países deixam de honrar as metas do Acordo de Paris

  As duas formas de sair do Acordo de Paris: a espetaculosa e a sorrateira; análise de Luiz Marques [Jornal da Unicamp] ​​ Quais são as consequências para as mudanças climáticas globais da saída espetaculosa dos EUA do Acordo de Paris? Segundo o Banco Mundial, em 2012, os EUA emitiram 6,3 GtCO2-eq (bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, ou GEE, expressos em termos equivalentes ao potencial de aquecimento global do

Trump anuncia saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris

  ABr     O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem (01) a decisão de retirar o país do Acordo de Paris, que define os compromissos globais na luta contra os efeitos das mudanças climáticas. O anúncio foi transmitido ao vivo pela TV e por outros meios de comunicação. Os termos e as condições da retirada deverão ser conhecidos progressivamente. Concretamente, o anúncio do presidente americano vai de encontro à decisão de líderes

Saída dos EUA do Acordo de Paris reflete pensamento de uma elite industrial decadente, diz professor da FGV

    1° de junho: O presidente Donald Trump anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris porque considera o acordo desvantajoso para os norte-americanos pela metas ousadas que o país deveria cumprir. Os EUA são o segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa, que compromete o planeta. “A posição dos EUA não tem fundamento científico e nem representa a opinião da maioria dos cidadãos americanos, mas sim a de

Nota do Observatório do Clima sobre saída dos EUA do Acordo de Paris

    Numa lamentável demonstração de irresponsabilidade, cegueira ideológica e inépcia estratégica, o presidente Donald J. Trump anunciou nesta quinta-feira que os Estados Unidos sairão do acordo do clima de Paris. A decisão é um erro histórico, que terá repercussões gravíssimas para toda a humanidade e para a população e a economia dos EUA. O ato desta quinta-feira praticamente sepulta a chance da humanidade de atingir a meta de estabilizar o aquecimento global

Estados Unidos impedem acordo sobre mudança climática e o Acordo de Paris no G7

    Da Agência EFE / ABr Os líderes do G7 não chegaram a um consenso na sexta-feira (25) sobre a luta contra a mudança climática e o Acordo de Paris porque os Estados Unidos estão revendo sua posição sobre esta matéria e não tomarão uma decisão antes de algumas semanas, disse o primeiro-ministro italiano Paolo Gentiloni. A informação é da agência EFE. "Há uma questão que permanece suspensa sobre o clima porque o

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