EcoDebate: Índice da edição nº 3.330, de 27/11/2019

  Revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394   Desafios da COP25 e a Greve do Clima 29 de novembro de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Geração Distribuída: retomada de discussões geram incertezas no setor de energia renováveis, artigo de Mariana de Meira Todeschini O assassinato arquitetônico do CRUSP, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos Estudo revela a importância de levar em consideração os impactos climáticos da água no planejamento da rede elétrica Energias solar e eólica

Desafios da COP25 e a Greve do Clima 29 de novembro de 2019, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Vocês não estão fazendo o suficiente” Greta Thunberg "Não precisamos de oração, precisamos de ação" Paloma Costa     [EcoDebate] A Cúpula da Ação Climática da ONU, ocorrida em Nova York, entre os dias 21 e 23 de setembro de 2019, foi precedida pelas maiores manifestações populares contra a crise ambiental. Mais de 4 milhões de jovens (com participação de adultos e idosos) chamaram a atenção para a Emergência Climática e ocuparam as ruas

Geração Distribuída: retomada de discussões geram incertezas no setor de energia renováveis, artigo de Mariana de Meira Todeschini

    [EcoDebate] Em 15 de outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a realização de consulta pública de nº 026/2019, que trata sobre a proposta de taxação do sistema de compensação de energia elétrica decorrente da Geração Distribuída (GD). Tal consulta provocou inúmeras críticas da sociedade e reacendeu os debates sobre a geração de energia elétrica distribuída no país, que, desde a Resolução Normativa nº 482/2012 da ANEEL, revisada

O assassinato arquitetônico do CRUSP, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    O ASSASSINATO ARQUITETÔNICO DO CRUSP Geol. Álvaro Rodrigues dos Santos (santosalvaro@uol.com.br) Morador do CRUSP do final de 1964 a 1968 - apto 602 E 1 - Introdução O CRUSP – Conjunto Residencial da Universidade de São Paulo situa-se no Campus da Cidade Universitária, Bairro do Butantã, na capital paulista. Representou, desde sua concepção arquitetônica original, a mais ousada e inspirada experiência de oferecimento de moradia a estudantes que dela necessitasse por sua condição econômica e social

Estudo revela a importância de levar em consideração os impactos climáticos da água no planejamento da rede elétrica

A confiabilidade da rede sob as mudanças climáticas pode exigir mais capacidade de geração de energia do que o estimado Os pesquisadores criaram uma nova abordagem de modelagem que explica os impactos do clima e da água no desenvolvimento da infraestrutura elétrica. A nova análise compara os resultados com as abordagens de modelagem tradicionais que podem ou não considerar os impactos climáticos, revelando que a rede elétrica dos EUA pode

Energias solar e eólica representam o caminho mais seguro para descarbonizar o setor elétrico mundial

  Por: Ruy Fontes – Agência #movidos Um novo estudo realizado por cientistas alemães mostrou que as fontes de energia solar e eólica são a melhor solução para reduzir as emissões da geração elétrica mundial. Intitulado “Co-benefícios Ambientais e Efeitos Colaterais Desfavoráveis Para Estratégias de Descarbonização do Setor Elétrico”, o estudo foi publicado na revista Nature Communications. Segundo seus autores, essas duas fontes de energia renováveis são mais eficientes para combater o aquecimento

Rio de Janeiro muda classificação de riscos para catástrofes climáticas

  O prefeito Marcelo Crivella, assinou decreto ontem (26) em que estabelece uma nova classificação dos estágios operacionais da cidade em caso de chuva ou acidentes graves, com a finalidade de agir mais rápido em casos de catástrofes climáticas.   Foto: Tânia Rêgo/ABr   ABr A partir de agora, os níveis de alerta serão cinco e não mais apenas três, como era anteriormente. Antes, as fases eram Normalidade, Atenção e Crise, o mais grave. A ordem

Emergência Climática: Concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera atingem novo recorde em 2018

  Os níveis de gases de efeito estufa na atmosfera atingiram outro novo recorde, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial. Essa tendência contínua de longo prazo significa que as gerações futuras serão confrontadas com impactos cada vez mais severos das mudanças climáticas, incluindo temperaturas crescentes, clima mais extremo, estresse hídrico, aumento do nível do mar e perturbações nos ecossistemas marinhos e terrestres. O  Boletim de Gases de Efeito Estufa da OMM  mostrou que as

Emergência Climática: Para atingir a meta do Acordo de Paris, o corte de emissões globais precisa ser de 7,6% ao ano, afirma relatório da ONU

Com os atuais compromissos, o mundo caminha para um aumento de temperatura de 3,2°C. As tecnologias e o conhecimento necessários para reduzir as emissões já existem, mas as transformações precisam começar já. Os países do G20 respondem por 78% de todas as emissões, mas 15 membros do G20 não se comprometeram com um cronograma para emissões líquidas zero. Às vésperas do ano em que as nações deverão fortalecer seus compromissos

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