Índice da edição nº 2.912, 2018 [de 26/01/2018]

    Sexta extinção em massa e a insegurança alimentar global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Estudo revela que partículas de poluição emitidas pelas cidades intensificam as chuvas na Amazônia Especialistas investigam relação entre o surto de febre amarela e degradação ambiental Rio já tem 131 macacos mortos em todo o estado; 69% foram vítimas de ação humana Disque Denúncia do RJ faz campanha contra contra o ataque a macacos Iniciativa da Articulação das CPT's da

Sexta extinção em massa e a insegurança alimentar global, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A humanidade, de modo geral, é egoísta e não se preocupa muito com o destino das demais espécies vivas da Terra. Pior, o avanço do bem-estar humano tem ocorrido às custas do empobrecimento dos ecossistemas e da crescente perda de biodiversidade. Enquanto cresce a população humana, decresce as populações não humanas da fauna e da flora. Mas este processo é insustentável e pode levar a civilização ao colapso, pois

Estudo revela que partículas de poluição emitidas pelas cidades intensificam as chuvas na Amazônia

    Partículas ultrafinas de aerossol intensificam as chuvas na Amazônia Por Karina Toledo | Agência FAPESP Um estudo divulgado no dia 25 de janeiro na revista Science revelou como a presença atmosférica de partículas ultrafinas de aerossol – aquelas com diâmetro menor do que 50 nanômetros (ou bilionésimos de metro) – pode intensificar o processo de formação de nuvens e também as chuvas que caem sobre a região amazônica. De acordo com os autores do artigo,

Especialistas investigam relação entre o surto de febre amarela e degradação ambiental

    ABr Um grupo de especialistas de diferentes estados do Brasil está se articulando para investigar a relação entre o surto de febre amarela e a degradação do meio ambiente. Eles acreditam que se houvesse mais conhecimento sobre o assunto, a propagação repentina do vírus de tempos em tempos poderia ser prevenida. O surto de febre amarela em Minas Gerais já provocou 38 mortes confirmadas em 2017, segundo o boletim epidemiológico mais recente

Rio já tem 131 macacos mortos em todo o estado; 69% foram vítimas de ação humana

  ABr O estado do Rio de Janeiro já contabiliza 131 macacos mortos desde o início do ano. No entanto, a maioria das mortes não deve ter relação com o vírus da febre amarela. Do total, 69% registram sinais de ataques humanos, seja por meio de espancamento ou de envenenamento. É o que aponta a Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses (Subvisa) da prefeitura do Rio de Janeiro, órgão

Disque Denúncia do RJ faz campanha contra contra o ataque a macacos

    ABr O Linha Verde, programa do Disque-Denúncia específico para delatar crimes ambientais, lançou uma campanha contra o ataque a macacos no Rio de Janeiro, depois da morte de 118 primatas apenas este ano. Os animais são hospedeiros da febre amarela silvestre, e apesar de não transmitirem a doença, estão sendo atacados pela população. Quem souber de algum episódio de morte ou agressão a macacos deve entrar em contato pelos telefones 2253-1177 (para

Iniciativa da Articulação das CPT’s da Amazônia, Atlas de Conflitos na Amazônia é disponibilizado para download

  Lançada em setembro de 2017, a publicação é uma iniciativa da Articulação das CPT’s da Amazônia – projeto da Comissão Pastoral da Terra (CPT) que reúne os nove regionais presentes na Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Tocantins, Pará, Rondônia, Roraima, Maranhão e Mato Grosso. O Atlas tem como objetivo visibilizar, principalmente através de mapas e gráficos, os conflitos no campo presentes nestes estados. O Atlas de Conflitos na Amazônia foi lançado

PA: Justiça Federal condena mineradora Vale por assoreamento de rio e impactos a famílias quilombolas

  Empresa também foi obrigada a manter compensação financeira a famílias quilombolas impactadas e a implementar projeto de geração de renda A Justiça Federal condenou a mineradora Vale a reparar os danos ambientais relativos ao assoreamento de rios e igarapés e ao enfraquecimento do solo de área impactada por operações da empresa no território quilombola de Jambuaçu, em Moju, no nordeste do Pará. A decisão, do juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, que

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