Índice da edição nº 2.901, 2018 [de 11/01/2018]

    Biofertilizantes, artigo de Roberto Naime Febre amarela, do século XIX a 2018: o que Oswaldo Cruz faria nos dias de hoje? artigo de Sucena Shkrada Resk Mudanças climáticas ameaçam as cadeias alimentares marinhas Monitoramento indica que maiores desflorestamentos no bioma Amazônia não estão associados à soja BA: Pescadores tradicionais sufocados por deserto verde da Fibria S.A temem pelo futuro Agroecologia: incomodando a sociedade dos alimentos enlatados, por Ruy Sposati Redução do nível de oxigênio nos oceanos

Biofertilizantes, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] São substâncias que contém microrganismos vivos e quando aplicadas em sementes, na superfície da planta, ou nos solos, colonizam a rizosfera ou o interior da planta e promovem o crescimento da mesma pelo aumento da disponibilidade e suprimento de nutrientes, ou aumentando o acesso aos nutrientes pela planta por causa da maior superfície radicular. O biofertilizante líquido é obtido a partir da fermentação, em sistema fechado, com ausência de ar

Febre amarela, do século XIX a 2018: o que Oswaldo Cruz faria nos dias de hoje? artigo de Sucena Shkrada Resk

  Final do século XIX e 2018. Neste ir e vir da história, a questão sanitária no Brasil é ainda o calcanhar de aquiles que permeia a condução da gestão pública no país. Hoje o aumento do número de casos comprovados e suspeitos de febre amarela silvestre (pelos vetores Haemagogus ou o Sabethes, que transmitem o vírus RNA) acenderam a luz amarela para a versão urbana da doença, sobre a qual

Mudanças climáticas ameaçam as cadeias alimentares marinhas

  The University of Adelaide* Um novo estudo descobriu que os níveis de estoques de peixes comerciais podem ser prejudicados à medida que o aumento da temperatura do mar afeta sua fonte de alimento. Os cientistas da Universidade de Adelaide demonstraram como as mudanças climáticas podem reduzir o colapso das "cadeias alimentares" marinhas.     O estudo indica que o aumento da temperatura reduz o fluxo vital de energia dos principais produtores de alimentos na base

Monitoramento indica que maiores desflorestamentos no bioma Amazônia não estão associados à soja

ABr Fruto de um esforço intersetorial, um relatório, encomendado anualmente pelo Grupo de Trabalho da Soja (GTS), indica que, nos últimos 11 anos, embora a área de semeadura de oleaginosa tenha triplicado, a soja respondeu somente por 1,2% do total desflorestado por corte raso (quando há remoção absoluta da vegetação de um local) na Amazônia. A área de cultivo saltou de 1,14 milhão de hectares (ha) na safra 2006/2007 para 4,48 milhões

BA: Pescadores tradicionais sufocados por deserto verde da Fibria S.A temem pelo futuro

  CPT Deserto Verde - os monocultivos de eucalipto - controlado pela Fibria S.A ameaça sobrevivência de pescadores tradicionais da região Sul da Bahia, que são criminalizados por defender seus direitos territoriais e a RESEX Cassurubá.   Reportagem / imagens: Thomas Bauer / CPT Bahia Edição: Elvis Marques / CPT Nacional Os olhos dos pescadores tradicionais mais antigos chegam a brilhar quando falam da riqueza dos manguezais, que fazem parte do Banco dos Abrolhos, situado no

Agroecologia: incomodando a sociedade dos alimentos enlatados, por Ruy Sposati

  Cimi – Conselho Indigenista Missionário Práticas agroecológicas revaloram comunidades que produzem e têm tempo de descanso, que cooperam e não competem, turbinando o pensamento sobre mudar o mundo     Por Ruy Sposati, do 3o. Encontro Tocantinense de Agroeocologia/TI Apinajé O Estado e o mercado ignoram – quando não combatem – as múltiplas formas de se alimentar, produzir, falar e viver de pescadores, camponeses, indígenas, quilombolas e quebradeiras de coco. É preciso reagir – afirmaram os

Redução do nível de oxigênio nos oceanos ameaça vida marinha, alerta estudo

  ONU Um novo artigo publicado na revista Science mostra que as concentrações de oxigênio no oceano estão caindo, não apenas como resultado das mudanças climáticas, mas também da poluição. Tal fenômeno representa uma séria ameaça para a vida marinha e para as populações cuja sobrevivência depende dos oceanos. O estudo — realizado por uma equipe de cientistas da Global Ocean Oxygen Network, um novo grupo de trabalho criado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental

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