Índice da edição nº 2.637, 2016 [26/10/2016]

    A humanidade ultrapassou a capacidade de carga do Planeta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Vulnerabilidade Social e Injustiça Ambiental, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime Grandes obras: impacto e retratos da desigualdade do acesso à água no Semiárido brasileiro. Entrevista com João Suassuna Obras emergenciais da Samarco para conter lama de rejeitos estão atrasadas, diz Ibama Pesca Sustentável do pirarucu beneficia comunidades pesqueiras do Acre Pesquisa para apoiar implantação dos Programas de Regularização Ambiental

A humanidade ultrapassou a capacidade de carga do Planeta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Não é o que olhamos que importa, é o que vemos” Henry Thoreau (1817-1862)     [EcoDebate] A principal característica do século XX foi a exploração desenfreada da natureza. A população mundial passou de 1,65 bilhão de habitantes em 1900, para 6 bilhões em 2000, um aumento de quase 4 vezes. Mas o crescimento da economia ocorreu em ritmo bem mais elevado. A emissão de gases de efeito estufa atingiu níveis alarmantes e

Vulnerabilidade Social e Injustiça Ambiental, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RANGEL (2015) verifica o desenvolvimento da ocorrência de um discurso pautado na preocupação com o esgotamento e exaurimento dos recursos naturais, em especial aqueles dotados de valor econômico, a exemplo das matrizes energéticas como o petróleo. Em um cenário de achatamento cada vez maior da população, sobretudo aquela considerada como vulnerável, condicionada em comunidades carentes e bolsões de pobreza. Estas populações são diretamente afetadas pelos passivos produzidos, diante das ambições de

Grandes obras: impacto e retratos da desigualdade do acesso à água no Semiárido brasileiro. Entrevista com João Suassuna

  Há décadas, os efeitos da seca no Semiárido brasileiro têm sido pauta no debate de ações governamentais que objetivam sanar os efeitos da escassez de água para a população que vive na região. Neste contexto, a açudagem, irrigação e perfuração de poços são algumas das obras que costumeiramente são promessas de resolução do problema nos tantos municípios que compõem o Semiárido. Além destas, há ainda a transposição do Rio São Francisco cujas

Obras emergenciais da Samarco para conter lama de rejeitos estão atrasadas, diz Ibama

    O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apresentou ontem (25), em Belo Horizonte, um balanço dos trabalhos do Comitê Intefederativo criado para fiscalizar os projetos de reparação nas áreas atingidas pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco, no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana (MG). Considerada a maior tragédia ambiental do país, o episódio completará um ano no dia 5 de novembro. Segundo o Ibama, as

Pesca Sustentável do pirarucu beneficia comunidades pesqueiras do Acre

  Aumento da renda dos pescadores e maior engajamento da comunidade em prol da conservação do meio ambiente são apenas alguns dos resultados     Com pouco mais de dois anos de atuação, o projeto Pesca Sustentável tem trazido inúmeros benefícios para comunidades pesqueiras dos municípios de Feijó e Tarauacá, no estado do Acre. A iniciativa tem capacitado pescadores para o desenvolvimento de sistemas de manejo sustentável do pirarucu e implementado esforços para o

Pesquisa para apoiar implantação dos Programas de Regularização Ambiental aponta riscos para áreas de APPs

    Já está disponível e pode ser baixado livremente o estudo “Código Florestal: contribuições para a regulamentação dos programas de regularização ambiental (PRAs)”, da série Sustentabilidade em Debate, com curadoria do IMAFLORA e ESALQ/USP. O trabalho, que reúne pesquisadores das duas instituições, contém recomendações para a implementação do Programa de Regularização Ambiental, especialmente para o Estado de São Paulo, que é condição para a execução da Lei Florestal. O objetivo foi avaliar

Produção de partículas em nuvens na Amazônia acontece em altas altitudes

  Estudo veiculado na revista “Nature” revela que a origem dos aerossóis atmosféricos que alimentam as nuvens da região amazônica em condições livres de poluição está a cerca de 15 mil metros de altitude Há mais de 25 anos cientistas que estudam a população de partículas e núcleos de condensação de nuvens na Amazônia procuravam os mecanismos de produção dessas partículas. Sabia-se que parte delas vinha da própria floresta, pelas emissões biogênicas,

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