nº 2.570, 2016 [18/07/2016]

    O colapso da Venezuela e a maldição do petróleo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Ceará pode proibir pulverização aérea de agrotóxicos Pulverização aérea de agrotóxico provoca danos persistentes, dizem especialistas Produção de alimentos é suficiente, mas, com a desigualdade de renda e o desperdício, ainda há fome no país O custo ambiental de comer carne Estudo revela que 30% dos solos do mundo estão degradados Rio Doce: a negligência com a bacia hidrográfica é histórica Olimpíada

O colapso da Venezuela e a maldição do petróleo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Venezuela é um dos membros fundadores da OPEP e possui uma das maiores reservas de petróleo do planeta (quase 300 bilhões de barris). Porém, mesmo com toda essa riqueza mineral, o país está passando pela maior crise econômica e social de sua história. O mito do “Eldorado negro” virou a realidade da “maldição do petróleo”. Nem sempre achar hidrocarbonetos é uma boa notícia. Depende dos custos de extração

Ceará pode proibir pulverização aérea de agrotóxicos

  “Os aviões faziam o retorno em cima da comunidade e passavam por cima da igreja. A comunidade ficava toda branca, como se estivesse nevando.” O relato da agricultora Socorro Guimarães, 42 anos, diz respeito à prática da pulverização aérea de agrotóxicos nas propriedades rurais próximas da comunidade Tomé, em Limoeiro do Norte, a 200 quilômetros de Fortaleza. O município se localiza na região da Chapada do Apodi, uma das áreas

Pulverização aérea de agrotóxico provoca danos persistentes, dizem especialistas

  Em 2006, uma nuvem tóxica oriunda da pulverização aérea em plantações de soja chegou à área urbana e provocou intoxicação aguda em crianças e idosos de Lucas do Rio Verde (MT). Já em 2013, quase 100 pessoas, entre professores e alunos, tiveram intoxicação depois que um avião jogou defensivos agrícolas sobre uma escola de Rio Verde (GO). O professor do Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador da Universidade Federal

Produção de alimentos é suficiente, mas, com a desigualdade de renda e o desperdício, ainda há fome no país

  A produção nacional de alimentos é suficiente para os mais de 204 milhões de brasileiros, mas a desigualdade de renda e o desperdício ainda fazem com que 7,2 milhões de pessoas sejam afetadas pelo problema da fome no país, revela estudo conduzido pelo professor Danilo Rolim Dias de Aguiar, pesquisador do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos. “Temos uma concentração de renda muito grande. Se,

O custo ambiental de comer carne

    Na medida em que as ciências ambientais avançam, é cada vez mais evidente que o apetite humano por carne animal agrava a maioria dos problemas ambientais, como o desmatamento, a erosão, a escassez de água potável, a contaminação atmosférica e da água, a mudança climática e a perda de biodiversidade, a injustiça social, a desestabilização das comunidades e a expansão das doenças”. O artigo foi publicado por Mundo Nuevo e reproduzido por

Estudo revela que 30% dos solos do mundo estão degradados

    Ameaças como compactação, desequilíbrio de nutrientes e perda de matéria orgânica atingem quase um terço das terras do Planeta. Um amplo estudo envolvendo 600 pesquisadores de 60 países mostrou que mais de 30% dos solos do mundo estão degradados. Coordenado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o trabalho publicou seus resultados no livro “Estado da Arte do Recurso Solo no Mundo” (Status of the

Rio Doce: a negligência com a bacia hidrográfica é histórica

  Rio Doce: a negligência com a bacia hidrográfica é histórica. Entrevista especial com Fabiano de Melo “Em Minas Gerais há uma discussão muito intensa no sentido de que tudo que se faça em termos de fiscalização ou de licenciamento ambiental seja feito no âmbito da Bacia Hidrográfica. Isso porque a Bacia, teoricamente, é aquele elemento da paisagem que dá uma noção melhor do sinergismo dos impactos ao longo da cadeia produtiva”,

Olimpíada Rio 2016: para o benefício de quem?

  Os megaeventos esportivos mundiais, como a Copa do Mundo FIFA e os Jogos Olímpicos, transformaram-se em um modelo de negócio na era globalizada, responsável pela atração de fluxos financeiros, reestruturação de circuitos de circulação e acumulação local. Em entrevista para o INCT Observatório das Metrópoles, o pesquisador Christopher Gaffney mostra como os Jogos Olímpicos Rio 2016 representam mais uma etapa desse modelo, formado pela coalizão de interesses entre classe política,

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