nº 2.520, 2016 [04/05/2016]

    Desobediência civil para libertar-se dos combustíveis fósseis, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Inteligência Ambiental - Festa do Umbu e da Vida em Uauá, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó) Campanha Global ‘Vamos nos LIBERTAR dos combustíveis fósseis!’ Lama tóxica do desastre de Mariana pode ter afetado animais marinhos pouco estudados MPF cobra R$ 155 bi para reparar danos sociais, ambientais e econômicos do rompimento da barragem da Samarco MPF é

Desobediência civil para libertar-se dos combustíveis fósseis, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Henry Thoreau

  “Por mim ficaria contente se todos os prados do mundo ficassem em estado selvagem como consequência das iniciativas dos homens para se redimirem” Henry Thoreau     [EcoDebate] “Liberte-se dos Combustíveis Fósseis". De 4 a 15 de maio de 2016, uma onda global de desobediência civil terá como alvo os projetos mais perigosos relacionados aos combustíveis fósseis, para manter o carvão, petróleo e gás no subsolo e acelerar a transição rápida para 100%

Inteligência Ambiental – Festa do Umbu e da Vida em Uauá, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

  Imagem: Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada - IRPAA   [EcoDebate] Você quer ver mel em abundância, cerveja de umbu (25 reais a longuinete), bode assado com macaxeira por todo lado, geleia de umbu, compota de umbu, suco de maracujá da caatinga, rendas, artesanatos e tantos produtos que mostram a abundância da vida no Semiárido Brasileiro? Então você deveria ter ido ao 7º Festival do Umbu em Uauá, organizado pela Cooperativa Agropecuária

Campanha Global ‘Vamos nos LIBERTAR dos combustíveis fósseis!’

De 2 a 15 de maio de 2016, uma onda global de ações em massa terá como alvo os projetos mais perigosos relacionados a combustíveis fósseis para manter o carvão, petróleo e gás no subsolo e acelerar a transição justa para 100% de energia renovável. É o movimento LIBERTE-SE DOS COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS, ou BREAK FREE 2016 em inglês. Todos podem ajudar a fazer uma revolução energética, aproveitando o melhor momento da história para abandonar de

Lama tóxica do desastre de Mariana pode ter afetado animais marinhos pouco estudados

  Por Elton Alisson, Agência FAPESP Além de diversas espécies já conhecidas, o desastre ambiental de Mariana, em Minas Gerais, pode ter afetado uma enorme variedade de outros organismos marinhos ainda pouco estudados que ocorriam em regiões atingidas pela lama tóxica vazada da barragem de rejeitos de minério de ferro, que rompeu no início de novembro. Um desses organismos é a extremamente rara água-viva Kishinouyea corbini Larson, cuja única população estabelecida e conhecida

MPF cobra R$ 155 bi para reparar danos sociais, ambientais e econômicos do rompimento da barragem da Samarco

  O Ministério Público Federal (MPF) apresentou na tarde de ontem (3) o teor de uma ação civil pública para reparação total dos danos sociais, ambientais e econômicos causados pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco. A tragédia, que ocorreu no dia 5 novembro de 2015, em Mariana (MG), deixou 19 mortos, causou destruição da vegetação nativa e poluiu a bacia do Rio Doce. Os procuradores estimam em R$ 155 bilhões

MPF é contra PEC que autoriza obra sem licenciamento ambiental

    A proposta foi aprovada em 27 de abril pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal A 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (MPF), juntamente com a 6ª Câmara e a PFDC, divulgaram, nesta terça-feira, 3 de maio, nota técnica contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65/2012, que autoriza a execução de obra ou atividade a partir da apresentação do estudo prévio de

Ecobarreira se rompe e toneladas de plantas subaquáticas atingem praias do Rio

    Toneladas de gigogas apareceram neste final de semana na praia da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio e ontem (3) também na Praia de Ipanema, na zona sul carioca. As plantas subaquáticas estão sendo retiradas da areia por equipes da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) e, até agora, foram recolhidos mais de 53 toneladas de resíduos das praias. As gigogas foram levadas para o mar após o rompimento

Pesquisadores estudam índice do mercúrio em peixe e no leite materno na Amazônia

   Pesquisadores de várias universidades do país e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) participam, em Manaus, do III Workshop do projeto Biomarcadores de toxidade de mercúrio aplicados ao setor hidrelétrico na Amazônia. Os estudos começaram em 2013 para verificar a presença do metal em peixes, alimentos e no leite materno. As amostras foram coletadas na bacia do Rio Madeira, em Rondônia, na bacia do Rio Tocantins, em Goiás e

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