Portal EcoDebate: Índice da edição nº 2.047, de 01/04/2014

    Controle Operacional das emissões atmosféricas, artigo de Roberto Naime Mudanças climáticas aumentam riscos globais de fome, inundações e conflitos, alerta IPCC Mudanças Climáticas 2014: Impacto, Adaptação e Vulnerabilidade. Os impactos das mudanças climáticas região por região Governo precisa de plano nacional de adaptação às mudanças climáticas, diz Observatório do Clima Tribunal Internacional de Justiça proíbe Japão de caçar baleias na Antártida População brasileira é ainda patriarcal, mostra pesquisa do IPEA

Controle Operacional das emissões atmosféricas, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] O controle das emissões atmosféricas, ao contrário dos efluentes líquidos e resíduos sólidos, encontra um grande problema com os custos dos sistemas e a ausência de grande número de empresas e organizações com capacidade técnica e científica, além de equipamentos, para realizar este tipo de controle. Mas de qualquer forma os componentes de emissões atmosféricas não devem ser negligenciados e mais cedo ou mais tarde haverão no pais grande número

Mudanças climáticas aumentam riscos globais de fome, inundações e conflitos, alerta IPCC

    O mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) – denominado “Mudanças Climáticas 2014: Impactos, Adaptação e Vulnerabilidade” – afirmou que os efeitos das mudanças climáticas, em sua maior parte, ocorrem pela mal preparação para seus riscos. O documento alertou que, embora ações possam ser tomadas, a gestão de impactos do fenômeno será difícil em meio a um planeta aquecendo rapidamente. O IPCC, que foi divulgado nesta segunda-feira (31) em

Mudanças Climáticas 2014: Impacto, Adaptação e Vulnerabilidade. Os impactos das mudanças climáticas região por região

    O impacto das mudanças climáticas no mundo varia substancialmente por regiões, como se deduz das previsões de um grupo de cientistas das Nações Unidas publicadas em um relatório nesta segunda-feira. O documento [Climate Change 2014: Impacts, Adaptation, and Vulnerability] forma parte da quinta revisão de dados do Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), criado em 1988. Matéria da AFP, no UOL Notícias. O documento identifica os

Governo precisa de plano nacional de adaptação às mudanças climáticas, diz Observatório do Clima

    O coordenador-geral do Observatório do Clima (OC - rede de organizações não governamentais e movimentos sociais brasileiros que atuam na agenda de mudanças climáticas no país), André Ferretti, disse ontem (31) à Agência Brasil que o governo federal necessita ter um plano nacional de adaptação para enfrentar as consequências do aquecimento global. Segundo Ferretti, o novo relatório do Painel Intergovernamental da Organização das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (IPCC), divulgado hoje

Tribunal Internacional de Justiça proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

    A Corte Internacional de Justiça (CIJ) decidiu que o programa baleeiro japonês na Antártida não é para fins científicos e proibiu a concessão de novas licenças de caça às baleias. A decisão do Tribunal Internacional de Justiça é a favor do argumento da Austrália, de que programa de caça do Japão é realizado para fins comerciais. O Japão tem usado a Convenção Internacional para a Regulação da Atividade Baleeira [International Convention for

População brasileira é ainda patriarcal, mostra pesquisa do IPEA apoiada pela ONU

  Na última quinta-feira (27), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), com apoio da ONU Mulheres, lançou a primeira pesquisa que mede a tolerância da sociedade brasileira em relação à violência contra as mulheres. Os dados revelam que, de modo geral, a população brasileira ainda possui uma visão de família nuclear patriarcal em que o homem é percebido como o chefe da família e a esposa, por sua vez, deve “se

Por que a data do golpe é 1º de abril de 1964, e não 31 de março, por Mário Magalhães

    [Blog do Mário Magalhães]  Ninguém deveria perder fios de cabelos, colecionar mais rugas e encrencar por conta uma controvérsia que não altera o essencial: em 31 de março ou 1º de abril de 1964, o presidente constitucional João Belchior Marques Goulart foi deposto por um golpe de Estado que fuzilou a democracia e pariu uma ditadura. A controvérsia não altera o essencial, mas existe. Algumas versões difundidas recentemente, com o propósito ou

Jango tinha 70% de aprovação popular às vésperas do golpe de 64, aponta pesquisa da época

    Levantamento do Ibope contradiz suposta fragilidade do governo de João Goulart, um dos argumentos usados pelos militares para tomar o poder, há 50 anos. Reportagem especial retrata a opinião de deputados e especialistas sobre esse período da história brasileira. Pesquisas feitas pelo Ibope às vésperas do golpe de 31 de março de 1964 mostram que o então presidente da República, João Goulart, deposto pelos militares, tinha amplo apoio popular. Doadas à

Crescimento econômico em 18 anos de democracia pré-golpe de 1964 foi o maior da história

  A democracia que tomava forma no Brasil a partir da metade do século 20 registrou um crescimento expressivo no diz respeito à área econômica. Entre 1946 e 1963, o Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, cresceu, em média, 7,12% ao ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na média, o brasileiro também ficou mais rico, mas em ritmo menor. O PIB per capita,

‘Milagre’ econômico para uns, crescimento da economia, durante a ditadura militar, foi retrocesso para maioria

  O forte crescimento da economia do país no período conhecido como milagre econômico, ocorrido no final dos anos 1960 e início dos 1970, durante a ditadura militar, ganhou destaque graças aos índices de crescimento obtidos pelo Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, a riqueza gerada não foi distribuída igualmente entre os setores da economia. Para aqueles que viviam de salário mínimo, por exemplo, o período representou um retrocesso. “Nos anos 60

‘Herança’ da ditadura militar no país ainda permanece na Amazônia

  Comunidade Jatuarana, localizada dentro de área do Exército. Foto: Elaíze Farias   [Amazônia Real] O regime militar brasileiro acabou há quase 30 anos, mas seu legado e seus fundamentos permanecem. E, em algumas situações, são resgatados com as tintas da democracia. Na Amazônia, a herança é mais evidente nas esferas das estruturas do poder criado para “desenvolver” a região, nos impactos ambientais causados por grandes obras sem estudo prévio e na violação dos

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