Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.994, de 13/01/2014

    De algoz a vítima: ainda sobre a EBSERH na UFPE, artigo de Heitor Scalambrini Costa Estupro na TV, artigo de Márcia Acioli Sites, blogs e redes sociais podem ser responsabilizados por conteúdo ofensivo ou preconceituoso Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil: o mapa de conflitos. Resenha por André Burigo Elementos da poluição atmosférica modificam o DNA humano, revela pesquisa Pesquisadores alertam para expansão de transgênicos e agrotóxicos no Brasil Atletas

De algoz a vítima: ainda sobre a EBSERH na UFPE, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  Foto: Frente Nacional Contra Privatização da Saúde   [EcoDebate] Merece registro o desdobramento do episódio que “aprovou” a transferência da gestão do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), o qual aprofundou ainda mais o fosso criado, nos últimos dois anos, entre a administração central e aqueles que fazem a Universidade (docentes, discentes e técnicos administrativos). Se antes apenas o viaduto

Estupro na TV, artigo de Márcia Acioli

    Em artigo, assessora política do Inesc trata do caso da exibição do estupro de uma menina de 9 anos pela TV Cidade, de Fortaleza, afiliada da Rede Record. A especialista aponta a série de agressões que foram sofridas pela criança. Para além da violência, a exibição das cenas na TV atinge a intimidade da menina e banaliza a questão na mídia. Vale ler!   Um fato impensável invade lares de milhares de

Sites, blogs e redes sociais podem ser responsabilizados por conteúdo ofensivo ou preconceituoso

    Postagens de conteúdo ofensivo ou preconceituoso em sites, blogs e redes sociais podem gerar responsabilidade para os administradores dessas plataformas. O alerta é do advogado Leonardo Ranna, especialista em direito de internet. Segundo Ranna, há possibilidade de responder civilmente pelos danos, e os autores e difusores do material podem ser responsabilizados criminalmente. Para Leonardo Ranna, no caso recente envolvendo o site de vendas MercadoLivre, onde foi postado um anúncio vendendo negros

Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil: o mapa de conflitos. Resenha por André Burigo

    Recém-lançado, o livro ‘Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil: o Mapa de Conflitos’ traz análises – de método e conteúdo, assim como de potencialidades e desafios – de um projeto ousado, criativo, solidário, competente e comprometido com as lutas pró-justiça socioambiental desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Federação dos Órgãos para a Assistência Social e Educacional (Fase): o Mapa de conflitos envolvendo injustiça ambiental e saúde no Brasil,

Elementos da poluição atmosférica modificam o DNA humano, revela pesquisa

    Além dos males causados pela poluição atmosférica já conhecidos, cientistas acabam de detectar, pela primeira vez, uma modificação em DNA humano causada pela presença de dois aldeídos – acetaldeído e crotonaldeído – encontrados na fumaça do cigarro e nas emissões veiculares. “Esses aldeídos são mutagênicos e, em concentrações elevadas, podem levar ao desenvolvimento de câncer”, alerta a professora Marisa Helena Gennari de Medeiros, docente do Instituto de Química (IQ) da

Pesquisadores alertam para expansão de transgênicos e agrotóxicos no Brasil

  O pedido para a liberação de sementes transgênicas de soja e milho resistentes ao herbicida 2,4-D esquentou o debate sobre a regulamentação de plantas geneticamente modificadas e agrotóxicos na agricultura brasileira. Pesquisadores e o Ministério Público Federal (MPF) solicitaram em dezembro à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), encarregada de analisar pedidos de vendas de transgênicos, que suspendesse os trâmites para a autorização das sementes tolerantes ao 2,4-D, um herbicida usado

Atletas velejam em meio ao lixo na Baía de Guanabara

  A 30 meses da Olimpíada do Rio, apenas 34% do esgoto produzido na região da baía é tratado; governo garante que Olimpíada não terá problemas.     Enquanto brasileiros batalham seus lugares na equipe olímpica na Copa Brasil de Vela, realizada nesta semana em Niterói, velejadores estrangeiros buscam dominar as águas da Baía de Guanabara – e aprender a driblar seus obstáculos. As equipes olímpicas internacionais estão buscando se acostumar com uma realidade que

Que se fará com o lixo nuclear? artigo de Washington Novaes

    [O Estado de S.Paulo] Estranho que possa parecer, está de volta a discussão, nos meios científicos e na comunicação, no mundo todo, do tema energia nuclear, que parecia ultrapassado quando, após o acidente na usina de Fukushima, no Japão, a Alemanha decidiu fechar, até meados da próxima década, todas as suas usinas - e foi acompanhada por vários países. Até a França, que depende da nuclear em 70% de seu

Humaitá, AM: Autoridades reúnem-se para tentar superar conflito entre os índios da etnia Tenharim e moradores

    O vice-governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, representantes do Exército e das força de segurança – Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional – nos municípios de Humaitá e Manicoré estão reunidos neste momento para discutir medidas objetivando superar o conflito entre os índios da etnia Tenharim e moradores da região. Também estão presentes representantes da Secretaria-Geral da Presidência da República. Na reunião que ocorre no 54º Batalhão de

O chão e a fúria, artigo de Uirá Garcia

    "Nos anos recentes, nos deparamos com os nomes tenharim, jiahui, awá-guajá, guarani-caiouá e munduruku não pelos motivos que gostaríamos, mas por suas tragédias, acompanhadas quase em tempo real. E, enquanto para alguns povos as terras ainda são motivo de ataque, contra outros, que vivem fora da região amazônica, como os guaranis que nem a terra possuem, só sobrou a fúria", escreve Uirá Garcia, antropólogo que trabalha com os Awá-Guajás desde

Pará e Mato Grosso lideram lista suja do trabalho escravo

  Goiás e Minas também se destacam no ranking. Dos 579 empregadores presentes na lista, há 108 novos nomes     Na mais recente atualização do Cadastro de Empregadores que promovem trabalho escravo contemporâneo, divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), existem 579 nomes, entre pessoas físicas e jurídicas. O maior número de inscritos na chamada "lista suja" é do Pará (26,08%), seguido por Mato Grosso (11,23%), Goiás (8,46%) e Minas Gerais (8,12%). Dos

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