Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.820, de 22/04/2013

    Do coração, artigo de Montserrat Martins ANGRA 1 novamente parada, artigo de Paulo Mancini Casca de banana pode descontaminar águas poluídas com pesticida, diz pesquisa da USP Os oceanos são uma grande fonte potencial de energia Rio não divulga lista das áreas contaminadas e moradores reclamam da falta de informação Pesquisadores tentam salvar a produção do café das mudanças climáticas Os objetivos do planeta e as fantasias políticas, artigo de

Do coração, artigo de Montserrat Martins

  Estetoscópio. Foto: Marcos Santos/USP Imagens   [EcoDebate] Temos notícias do coração através do Dr. Luchese, cirurgião cardiovascular, segundo o qual os aspectos espirituais dos pacientes cardíacos (inclua os aspectos emocionais junto aí, num sentido mais amplo) são fatores importantes na sua recuperação. Uma pesquisa entre pacientes apontou que cerca de 75% deles constatam a influência da paz espiritual na sua saúde cardíaca, percentual similar ao dos médicos cardiologistas que também percebem isso,

ANGRA 1 novamente parada, artigo de Paulo Mancini

  Angra 1. Foto: http://educar.sc.usp.br/   [EcoDebate] Segundo nota da agência Ambientebrasil, de 19 de abril corrente, a Usina Nuclear Angra 1 está com sua produção de energia parada desde de quinta-feira (18.04.13) de manhã; e, pior, não tem previsões de quando voltará a entrar em atividade. Em 28 de março passado, a mesma agência noticiosa Ambientebrasil noticiou que o Governo Federal deverá investir R$ 300 milhões na segurança da Usina. Angra 1 é vetusta:

Casca de banana pode descontaminar águas poluídas com pesticida, diz pesquisa da USP

  Banana Nanica. Foto: Marcos Santos/USP Imagens   Um estudo da USP identificou que a casca de banana pode ser utilizada no tratamento de água contaminada pelos pesticidas atrazina e ametrina. Pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) fizeram testes com amostras coletadas nos rios Piracicaba e Capivari, no interior do estado de São Paulo, que comprovaram a absorção de 70% dos químicos pela casca. Embora ainda não comprovada a toxicidade

Os oceanos são uma grande fonte potencial de energia

  Primeira usina de energia a partir de ondas já opera no Porto de Pecém, CE – Ondas movem braços mecânicos flutuantes que ativam bombas hidráulicas: energia para abastecer porto. Foto: Aneel   A energia do oceano - Os oceanos são uma grande fonte potencial de energia. E eu não estou falando do petróleo da camada pré-sal. O movimento das ondas, das marés e das correntes marinhas e as diferenças de temperatura e

Rio não divulga lista das áreas contaminadas e moradores reclamam da falta de informação

  O Condomínio Volta Grande IV, que tem 791 imóveis, entre residenciais e comerciais, foi construído nos anos 1990 em terreno doado pela CSN ao Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda com finalidades expressamente residenciais. Foto no FocoRegional.com.br   Medo. Moradores do Volta Grande IV caminham ao lado de placa que alerta para a contaminação do solo por resíduos siderúrgicos: Inea quer a retirada das pessoas da área. Mão atadas. Lucinda de Souza

Pesquisadores tentam salvar a produção do café das mudanças climáticas

    A caminho da serra: plantar em lugares mais altos pode ser a solução para escapar do aumento da temperatura O Brasil é o maior produtor de café do mundo, responsável por 25% da produção global. Mas isso pode mudar com as alterações no clima previstas por pesquisadores. O café é a bebida preferida do mundo e a commodity mais requisitada depois do petróleo. Mas ele pode estar ameaçado pelas mudanças climáticas. Com

Os objetivos do planeta e as fantasias políticas, artigo de Washington Novaes

    [O Estado de S.Paulo] Com vários pronunciamentos, dirigentes da ONU assinalaram no início deste mês que já estamos a menos de mil dias do final de 2015, prazo para que se cumpram os chamados Objetivos do Milênio, dos quais ainda estamos bastante distantes - basta lembrar, como alguns deles fizeram e foi mencionado aqui na semana passada, que neste mundo de 7 bilhões de habitantes, embora 6 bilhões possuam telefones

Nota pública das lideranças presentes no Abril Indígena em repúdio a presidenta Dilma Rousseff

  Brasília, 18/04/2013 - Índios fazem manifestação em frente ao Palácio do Planalto. Eles protestam contra a PEC 215, que transfere para o Congresso poder de demarcar terras indígenas. Foto de Valter Campanato/ABr   Desde que assumiu a presidência, em 2011, Dilma Rousseff tem se negado a dialogar com o movimento indígena. Durante esta semana, em mobilizações legítimas de nossos povos reunidos no Abril Indígena – 2013, fomos recebidos pelos presidentes da Câmara

Ministro da Justiça diz que governo estuda mudanças em processos de demarcação de terras indígenas

  Brasília, 19/04/2013 - Os ministros Maria do Rosário (Direitos Humanos), José Eduardo Cardozo (Justiça), Izabella Teixeira (Meio Ambiente), a presidenta da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marta Azevedo, e o cacique Raoni participam da cerimônia que cria o Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas. Foto Elza Fiúza/ABr   Com objetivo de “dar maior transparência e segurança jurídica aos processos dermacatórios”, o governo estuda formas de

Demarcação de terras indígenas: uma demanda histórica. Entrevista com Cleber Buzatto

  Brasília, 18/04/2013 - Índios fazem manifestação em frente ao Palácio do Planalto. Eles protestam contra a PEC 215, que transfere para o Congresso poder de demarcar terras indígenas   “De um total de 1046 terras indígenas, apenas um terço delas está regularizada, um terço está em procedimento e outras 300 terras indígenas reivindicadas ainda não foram concedidas pelo Estado brasileiro. Essa é uma demanda premente que continua atual”, diz o secretário executivo

Projetos de mineração ameaçam 152 terras indígenas na Amazônia

  Baniwa garimpando no Rio Içana, Amazonas.|Celio Horst / Blogue do ISA   Existem 152 terras indígenas na Amazônia potencialmente ameaçadas por projetos de mineração. Todos os processos minerários em terras indígenas estão suspensos, mas, se fossem liberados, cobririam 37,6% das áreas. O diagnóstico faz parte de um estudo do Instituto Socioambiental (ISA) e mostra a pressão que os índios sofreriam se suas terras fossem abertas à exploração, como pode ocorrer no segundo

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