Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.667, de 29/08/2012

    Metas demográficas e o Cairo + 20, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Ocupação Eliana Silva ressurge das cinzas, artigo de Gilvander Luís Moreira Falta de consenso em torno da Medida Provisória do Código Florestal (MP 571/12) adia votação Movimentos sociais alertam população do Semiárido a não trocar voto por água Nota do Movimento Xingu Vivo sobre as decisões jurídicas de Belo Monte União repassa R$ 540 milhões para recuperação

Metas demográficas e o Cairo + 20, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Existe um tabu em relação à idéia de metas demográficas. Este tabu é justificável, pois regimes autoritários já colocaram em prática metas de crescimento ou controle da população, com efeitos desastrosos. Ao longo da história, o genocídio sempre foi utilizado como uma arma de guerra. O caso mais dramático do uso da manipulação demográfica e de prática eugênicas ocorreu no Nazismo, quando Hitler incentivava o crescimento demográfico das raças

Ocupação Eliana Silva ressurge das cinzas, artigo de Gilvander Luís Moreira

    Ocupação Eliana Silva ressurge das cinzas. Gilvander Luís Moreira1 [EcoDebate] Dias 11 e 12 de maio último (2012), a Polícia Militar de Minas Gerais, com um fortíssimo aparato repressor – mais de 400 policiais, com cavalaria, tanque de guerra (caveirão), cachorros e muitas armas – despejaram 350 famílias sem-casa e sem-terra da Ocupação Eliana Silva, no Barreiro, em Belo Horizonte, MG. O povo resistiu 36 horas e, extenuado fisicamente, saiu do terreno,

Falta de consenso em torno da Medida Provisória do Código Florestal (MP 571/12) adia votação

    Segue a falta de consenso em torno da Medida Provisória do Código Florestal (MP 571/12). A comissão mista destinada a analisar o texto fará nova tentativa de votação na manhã desta quarta-feira (29), já temendo pela perda de validade da medida. A MP 571 preenche as lacunas deixadas pelos vetos da presidente Dilma Rousseff ao novo Código Florestal e tem prazo limite para aprovação no Congresso até 8 de outubro. O

Movimentos sociais alertam população do Semiárido a não trocar voto por água

    “Quem pede voto em troca de água não merece nossa confiança” é o slogan usado por representantes de movimentos sociais para alertar a população do Semiárido a não aceitar o uso eleitoreiro da água e a denunciar a negociação de votos em troca de benefícios durante a campanha para as eleições municipais deste ano. Intitulada Não Troque Seu Voto por Água. A Água É Um Direito Seu!, a campanha foi lançada

Nota do Movimento Xingu Vivo sobre as decisões jurídicas de Belo Monte

  Foto no blogue Olhar pra frente: plante esta ideia!, de Miriam Prochnow   O presidente do STF, ministro Carlos Ayres Brito, decidiu na noite desta segunda, 27, atender ao recurso da Advocacia Geral da União (AGU) e liberar a hidrelétrica de Belo Monte. A usina estava paralisada desde a última sexta, 24, por decisão do Tribunal Regional Federal da 1a Região (TRF1). Lamentamos profundamente a pressa do STF em decidir sobre o tema,

União repassa R$ 540 milhões para recuperação de rios da região serrana do Rio

  Teresópolis (RJ), 18/01/2011 - Região de Vieira, distrito de Teresópolis, alagada por chuva de uma hora de duração, foto de Valter Campanato/ABr   Mais de um ano e meio após as chuvas de janeiro de 2011 na região serrana do Rio de Janeiro, que deixou mais de 900 mortos e centenas de feridos, o governo federal vai investir R$ 540 milhões nas obras de recuperação dos rios daquela região. A informação foi

Conselho nacional restabelece comissão para investigar violações contra guarani-kaiowá e ñandeva

  Cacique Guarani-Kaiowá na IV Aldeia Multiétnica na Chapada dos Veadeiros (Anne Vilela/Agência de Notícias Cavaleiro de Jorge)   O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH) restabeleceu a comissão especial responsável por apurar denúncias de violações aos direitos do povos indígenas guarani-kaiowá e ñandeva que vivem no Mato Grosso do Sul. A resolução do órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos, publicada em 27/8, no Diário Oficial da União, que

Indígenas, integrantes do MPF e da Funai são atacados por pistoleiros no Mato Grosso do Sul

    Por Renato Santana, de Brasília, do Cimi. Pistoleiros atiraram na tarde desta terça-feira, 28, contra o tekoha Arroio Korá, do povo Guarani Kaiowá, localizado no município de Paranhos, fronteira do estado do Mato Grosso do Sul com o Paraguai. Por enquanto, não há notícias de feridos, mas a violência imposta pelos jagunços dessa vez não respeitou ao menos órgãos federais. Durante o ataque dos atiradores, a comunidade indígena estava reunida com o

Amazônia – livro trata de situações de tensão na região

    Pororoca pequena: marolinhas sobre a(s) Amazônia (s) de Cá, a ser lançado no dia 31, sexta feira, na Universidade Federal do Pará (UFPA), campi de Marabá tem o patrocínio do Banco da Amazônia. O livro será lançado durante um evento que reflete sobre a contribuição do sociólogo Florestan Fernandes, organizado pelo movimento Debate e Ação. O projeto para a edição da obra concorreu com outros 862 de toda região, e foi

O dinheiro sumiu da escola; e a educação também

  Por Ana Aranha, de A Pública Pública foi ao Pará em busca dos investimentos do destino da verba do governo federal para a educação . Encontrou salas em ruínas, alunos sem livro, caderno, merenda e até sem aula.     Um aluno da 1a série assiste à aula encharcado. Ele caiu do barco de madeira superlotado que faz o transporte escolar. Na mesma cidade, funcionários da prefeitura circulam em lanchas enviadas pelo Ministério da

Flexibilização das unidades de conservação: um risco ambiental e social. Entrevista com Adalberto Veríssimo

  “O governo tem dado sinais dúbios do que quer fazer com as unidades de conservação da região amazônica, em relação aos limites originários. Esse é o principal fator que tem contribuído para o aumento no desmatamento na região da BR-163”, informa o agrônomo. Confira a entrevista. A sinalização do governo federal de flexibilizar ou alterar o limite das unidades de conservação na região amazônica é dúbia e contribui para o aumento

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