O lema do governo é retrógrado: ‘combater a seca’. Isso é uma ilusão, pois a seca é cíclica. Entrevista com Márcio Moura

  “A corrupção nas prefeituras municipais é um dos principais fatores para o entrave do desenvolvimento no semiárido”, declara o agrônomo. Confira a entrevista. O sertanejo sabe conviver com a seca e, diante de um longo período de estiagem, como o que se abate pelo semiárido brasileiro, faltam investimentos governamentais para garantir qualidade de vida aos agricultores. Diante desse cenário, o lema do governo de combater a seca “é retrógrado”, enfatiza o

Energia Solar: O sol nasce para todos, mas o Brasil não aproveita

  Apesar da grande incidência de luz solar em todo o território brasileiro, uso dessa fonte para eletricidade e aquecimento de água é irrisório. Especialistas dizem que incentivos do governo ainda são insuficientes A reportagem é de Fernanda Fraga e publicada pela Gazeta do Povo, 08-07-2012. Aquecedores solares de água em conjunto habitacional de Londrina: país aproveita pouco a luz solar. Foto: Roberto Custódio / Jornal de Londrina Não falta sol no Brasil, mas

Quênia investe em energia geotérmica para ampliar acessos à rede elétrica

  Todo tipo de lenda circula sobre a cratera de Menengai, a maior do Quênia, que, do alto de seus 2.200 metros, forma uma espécie de sacada sobre o Vale do Rift. Histórias de demônios e de fantasmas, sempre prontos a agarrar os visitantes mais medrosos na visão dos supostos donos dos lugares. Por Laurence Caramel, do Le Monde, no UOL Notícias. No entanto, em uma manhã de junho, o rosto das

Monocultivos, fumigaciones, agronegocios y modelos neocoloniales, por Jorge Eduardo Rulli

  Agobiados por los monocultivos, las consecuencias de las fumigaciones y la creciente inseguridad alimentaria, nos planteamos la necesidad de pensar nuevos modelos agrícolas para nuestra América Latina. Los que nos han impuesto y sufrimos actualmente, son el modo en que el capitalismo globalizado, a través de las empresas transnacionales, aplica en nuestros países creando nuevas situaciones de dependencia colonial: modelos extractivistas y de agro exportación y con ellos, la primarización

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