Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.606, de 04/06/2012

  Código Florestal: O bom e o mau do veto, artigo de Efraim Rodrigues Água no Século XXI Desafios e Oportunidades, artigo de Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira Vale a pena investir na educação e conscientização ambiental dos cidadãos a favor da vida, artigo de Julio Cesar Rech Anhaia SC: O novo projeto da CASAN poderá destruir a Praia de Canasvieiras? artigo de Ana Echevenguá Emendas à MP

Código Florestal: O bom e o mau do veto, artigo de Efraim Rodrigues

  [EcoDebate] Escrevo a coluna desta semana voltando de uma aula de jornalismo em Curitiba com a jornalista Katia Brembatti da Gazeta do Povo e seus leitores, onde aprendi, por exemplo, que leitores não gostam de repetição. Como bom aluno, vou fazer o exato oposto. Voltamos ao Código Florestal porque é um assunto cheio de detalhes importantes, além de ser uma momento tão importante para o país quanto a abolição da escravatura

Água no Século XXI Desafios e Oportunidades, artigo de Marco Antonio Ferreira Gomes e Lauro Charlet Pereira

  [EcoDebate] Introdução A água é um recurso natural essencial para a sustentação da vida e do meio ambiente. Ela desempenha papel importante no processo de desenvolvimento econômico e social de qualquer país, sendo um dos principais fatores limitantes para o crescimento e desenvolvimento econômico das civilizações (Biswas, 1997). A água, ingrediente essencial à vida, certamente é o recurso mais precioso que a humanidade dispõe. Embora se observe pelo mundo afora tanta

Vale a pena investir na educação e conscientização ambiental dos cidadãos a favor da vida, artigo de Julio Cesar Rech Anhaia

  Imgem: IHU “A preocupação básica da Educação Ambiental é a de garantir um meio ambiente sadio para todos os homens e tipos de vida existentes na face da Terra,” (AB´SABER, 1991, p.1). A EDUCAÇÃO AMBIENTAL FRENTE À CRISE AMBIENTAL HODIERNA [EcoDebate] Três de junho, comemoramos o primeiro Dia Nacional da Educação Ambiental, a data tem como referência a abertura da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, ocorrida no

SC: O novo projeto da CASAN poderá destruir a Praia de Canasvieiras? artigo de Ana Echevenguá

  [EcoDebate] Início de junho de 2012. A maré está alta e as águas do mar de Canasvieiras estão verdes. Os verdes mares do sul! As gaivotas retornaram. Os pescadores esperam pacientemente a tainha. Apesar de estarmos no outono, os dias ensolarados permitem um agradável banho de mar. Água limpa e banho de mar saudável em Canasvieiras... ah! Isso é sadia qualidade de vida que precisa ser perpetuada. De que forma? Quem

Emendas à MP do Código Florestal poderão ser apresentadas até a meia-noite de hoje (4)

Deputados e senadores têm até a meia-noite de hoje (4) para apresentarem emendas que alterem a Medida Provisória (MP) 571 que trata do Código Florestal Brasileiro. Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária propuseram, até a última sexta-feira (1º), 62 emendas, enquanto o Partido Verde apresentou seis modificações. Está prevista para a terça-feira (5) a instalação da comissão mista do Congresso que irá analisar previamente a MP. O colegiado deve apreciar

Código Florestal é uma ‘caixa de Pandora’, diz Marina Silva

A aprovação do novo Código Florestal, mesmo com os vetos da presidenta Dilma Rousseff, significa, para a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, a revogação de “mais de 20 anos de esforço de regulação e governança ambiental” no país. “Temos um Código Florestal que não é mais florestal, é um Código Agrário. O que está sendo avaliado é uma caixa de Pandora [caixa que, na mitologia grega, continha

SP: Pesquisa mostra que o problema da escassez de água para abastecimento e das inundações tem raízes históricas semelhantes

  Relação de São Paulo com as águas é tema de livro Dois problemas aparentemente opostos que afetam a Região Metropolitana de São Paulo – a escassez de água e as inundações – possuem raízes históricas semelhantes: políticas públicas equivocadas, guiadas muitas vezes por interesses particulares, e um processo de apropriação excludente dos recursos hídricos e áreas de várzea da capital. A análise foi feita pela geógrafa Vanderli Custódio, professora do Instituto de

Área verde por habitante cai 26% no Rio com avanço de favelas e especulação imobiliária

Foto de arquivo O Rio é uma das poucas cidades no mundo que pode se orgulhar de ter uma grande floresta em sua área urbana. Mas ela pode estar com os dias contados. O avanço das favelas e da especulação imobiliária está aos poucos mudando a imagem da cobertura vegetal da cidade que tem na Floresta da Tijuca o seu símbolo maior. Nos últimos 30 anos a cidade perdeu pelo menos

Prefeitura do Rio quer recuperar matas plantando 1 milhão de árvores este ano

  A perda de milhares de hectares de matas nativas nas últimas décadas, consumidos pela especulação imobiliária e o processo de favelização, deixou feridas visíveis na paisagem da capital fluminense. Embora ainda exista muito verde, principalmente por causa do Parque Nacional da Tijuca, com seus 3.958 hectares de floresta, basta uma olhada rápida para ver o resultado do crescimento desordenado sobre os morros cariocas, tomados de barracos ou mesmo casas de

Marina Silva afirma que energia nuclear deixa ‘castigo’ para futuras gerações

  A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva reafirmou, em 1/6, sua posição contrária ao emprego da energia nuclear pelo Brasil. “Não é uma energia segura, não se sabe o que fazer com os resíduos, e vai ficar, não como um legado, mas como um castigo para as futuras gerações”, afirmou, após participar do seminário Energia Limpa: Oportunidades e Desafios no Brasil. O evento faz parte da programação da Coordenação

O Brasil não precisa de mais usinas nucleares, artigo de Joaquim de Carvalho e Ildo Sauer

  [Valor Econômico] O acidente de Fukushima aconteceu 25 anos depois do de Chernobyl (ex-União Soviética, atual Ucrânia), que aconteceu sete anos depois do de Three Mile Island (Estados Unidos). Essa sequência de acidentes jogou por terra as conclusões do mais importante estudo sobre segurança de reatores nucleares, segundo o qual a probabilidade de acidentes graves em centrais nucleares é tão pequena, que só a cada 35 mil anos poderia acontecer um.

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