Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.537, de 27/02/2012

  Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio, artigo de Gilvander Moreira Causas Profundas do Subdesenvolvimento, artigo de Millos Augusto Stringuini O fosso quase intransponível das políticas públicas no Maranhão, artigo de Mayron Régis Imazon: Amazônia perdeu pelo menos 33 Km2 de floresta em janeiro Cientistas chamam atenção para futuro dos oceanos Belo Monte: Norte Energia descumpriu PBA e apresentou 'informações enganosas', diz Ibama Indígenas da etnia Pataxó Hã-Hã-Hãe ocupam fazendas

Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio, artigo de Gilvander Moreira

Fraternidade e Saúde pública: um grande desafio. Gilvander Moreira1 "A saúde é direito de todos e dever do Estado.” (Art. 196 da CF/1988) [EcoDebate] Desde 1963, há 49 anos, a CNBB2, anualmente, durante os 40 dias da quaresma, promove a Campanha da Fraternidade – CF -, que tem colocado para estudo, reflexão e ação assuntos que são grandes desafios – clamores ensurdecedores - no seio da sociedade. O Tema da CF/2012 é "Fraternidade

Causas Profundas do Subdesenvolvimento, artigo de Millos Augusto Stringuini

  CAUSAS PROFUNDAS DO SUBDESENVOLVIMENTO. Millos Augusto Stringuini, Dr. Sc1 [EcoDebate] O desenvolvimento dos países tem sido analisado e comparado segundo uma ótica econômica tradicional usando indicadores como, por exemplo, PIB, IDH e similares. Esses indicadores sempre serão incompletos, pois o desenvolvimento de um país depende fundamentalmente de sua Gestão Territorial. O grau de administração territorial integrada (gestão territorial) determina o nível de desenvolvimento dos países. Paises com gestão territorial eficaz são desenvolvidos,

O fosso quase intransponível das políticas públicas no Maranhão, artigo de Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Um fosso, quase intransponível, formou-se ao longo dos anos entre as reais aspirações das comunidades do Baixo Parnaiba maranhense e o que realmente chega a ela vide os e via canais legais e ilegais. Esse fosso talvez nem exista de verdade se é que a verdade prova qualquer coisa nessa região eivada de mentiras. Bem, do ponto de vista formal, nos anais do Baixo Parnaiba nenhuma

Imazon: Amazônia perdeu pelo menos 33 Km2 de floresta em janeiro

  A Amazônia perdeu pelo menos 33 quilômetros quadrados (km²) de floresta em janeiro, segundo dados divulgados, no dia 24/2, pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que faz um monitoramento, paralelo ao do governo, do desmatamento da região. O número pode estar subestimado porque, no período, 88% da floresta estava encoberta por nuvens, o que impede a visualização da área pelos satélites. Apesar da cobertura variável de

Cientistas chamam atenção para futuro dos oceanos

  A conferência anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS) foi realizada de 16 a 20 de fevereiro em Vancouver, cidade à beira-mar no Canadá. Não por acaso, diversos relatos de pesquisas relevantes sobre a vida e o futuro dos oceanos foram apresentados durante o encontro e chamaram a atenção do público em geral e especialmente da comunidade local. Uma das exposições de grande repercussão foi a de James

Belo Monte: Norte Energia descumpriu PBA e apresentou ‘informações enganosas’, diz Ibama

  Parecer técnico do órgão ambiental analisa ações de mitigação e aponta falhas graves no cumprimento e inverdades em relatório do Consórcio. Apenas uma condicionante da Licença de Instalação foi cumprida. Por Xingu Vivo Apesar do ritmo acelerado das obras de Belo Monte e de campanhas cada vez mais agressivas da Norte Energia e do governo federal em defesa da usina, populações rurais, moradores urbanos, trabalhadores, migrantes, fauna, flora, municípios, infraestrutura, agricultura, segurança

Indígenas da etnia Pataxó Hã-Hã-Hãe ocupam fazendas na Bahia para pressionar STF a votar demarcações

  Cerca de 500 índios da etnia Pataxó Hã-Hã-Hãe ocuparam 46 fazendas próximas ao município de Itaju de Colônia, no sul da Bahia. O objetivo é pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a julgar a demarcação da Terra Indígena (TI) de Caramuru-Paraguaçu, área que abrange todas as fazendas. Segundo a Polícia Federal (PF), os conflitos começaram no dia 15, na quarta-feira anterior ao carnaval. “No começo, foram invadidas sete fazendas e, no

Revitalização do Complexo Turístico e Ambiental do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, deve durar 18 meses

  O consórcio vencedor da licitação aberta pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para a revitalização do Complexo Turístico e Ambiental do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, no Rio, tem prazo até agosto deste ano para apresentar os projetos físico e financeiro do empreendimento. As obras deverão ser executadas em 18 meses. Embora a concorrência tenha apresentado apenas um interessado, ainda está correndo o prazo legal para recursos,

Congresso e Casa Civil avaliam projetos para aumentar alcance da pesquisa com biodiversidade

  Três projetos de lei que alteram as regras de acesso à biodiversidade para a pesquisa básica, de caráter acadêmico, e para a pesquisa com finalidade comercial tramitam no Congresso Nacional. Anteprojeto com teor semelhante está na Casa Civil da Presidência da República. Mas especialistas ouvidos pela Agência Brasil consideram as regras atuais, descritas na Medida Provisória (MP) 2186-16/2001, um empecilho para a realização de estudos e criação de produtos que

A refundação do Brasil. Rumo à sociedade biocentrada. Entrevista com Luiz Gonzaga de Souza Lima

  O cientista político fala sobre sua mais recente obra, que é uma nova interpretação de um país integrado ao sistema mundial, globalizado, desde o seu nascimento, da formação do nosso povo – um povo novo – e da cultura exuberante que conseguiu criar. Confira a entrevista. Recém lançada pela Editora Rima, de São Carlos - SP, a obra A refundação do Brasil. Rumo à sociedade biocentrada, discute o país. A IHU On-Line

Política: A mesmice ou a coragem, qual será nossa escolha? artigo de Washington Novaes

  [O Estado de S.Paulo] Todos os dias, ao defrontar-se na comunicação com o noticiário do País sobre a administração, o mundo da política, o andamento dos negócios públicos, o cidadão (inclusive o autor destas linhas) com certeza se sente perplexo e desorientado, perguntando-se o que pode e deve fazer para que mude tal quadro. Mas não encontra respostas fáceis nem imediatas. Pode-se começar pelo Executivo federal, no qual tudo parece semiparalisado

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