Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.478, de 28/11/2011

  A Crise dos Rinocerontes, artigo de Priscila Salvino 'Para construir uma sociedade convivial, é preciso sair do consumo massivo de energia', por Serge Latouche Ruralista ameaça governo e Senado vota Código Florestal sem multa Código Florestal: uma mensagem negativa. Entrevista com Jean Paul Metzger Países desenvolvidos começaram a recuperar florestas no século 18, diz pesquisador da USP Sucesso do Pré-Sal depende mais do rigor na fiscalização do que da tecnologia

A Crise dos Rinocerontes, artigo de Priscila Salvino

  [EcoDebate] Recentemente, me deparei com uma noticia. A espécie de rinoceronte negro da África Ocidental foi declarada oficialmente extinta pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) no ultimo dia 10.  O que me chamou a atenção foi que a tal noticia estava num artigo pequenino, de poucas palavras, quase imperceptível. Afinal, noticias de primeira pagina como a crise europeia, tema principal do ultimo G20, a crise no Ministério

‘Para construir uma sociedade convivial, é preciso sair do consumo massivo de energia’, por Serge Latouche

  “A energia é uma das causas da destruição da convivialidade na sociedade moderna. Para construir uma sociedade convivial, é preciso sair desse consumo massivo de energia”. Foi a partir dessa constatação que o economista e sociólogo francês Serge Latouche abordou, na noite desta quarta-feira, 23 de novembro, na Unisinos,  a questão: Sociedade convivial e economia de baixo carbono: Uma relação convivial?, título da conferência que compõe o Ciclo de Palestras: Economia

Ruralista ameaça governo e Senado vota Código Florestal sem multa

  Bancada do agronegócio aproveita urgência da aprovação da DRU para governo, empareda Comissão de Meio Ambiente e consegue que novo Código Florestal chegue ao plenário do Senado sem previsão de multa a desmatadores. Votação na comissão foi liquidada nesta quinta (24), sob protesto de ambientalistas. Plenário deve apreciar nesta semana. Por Najla Passos, da Carta Maior. BRASÍLIA - Enquanto a norte-americana Chevron ataca o meio ambiente brasileiro com petróleo no mar, a

Código Florestal: uma mensagem negativa. Entrevista com Jean Paul Metzger

  As alterações no texto do novo Código Florestal, aprovado na Comissão de Meio Ambiente – CMA do Senado, “foram muito mais políticas do que pautadas na ciência”, pondera o pesquisador da USP, Jean Paul Metzger. “A grande vantagem, em relação ao que foi discutido a partir do relatório de Aldo Rebelo e do debate no Senado, é que os senadores, de fato, ouviram os cientistas de uma forma mais ampla.

Países desenvolvidos começaram a recuperar florestas no século 18, diz pesquisador da USP

  Pesquisador da USP afirma que nas nações desenvolvidas não há dicotomia entre preservação e desenvolvimento e que discussão do Código Florestal brasileiro está equivocada Pesquisador do Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo (IPE- USP), Thiago Fonseca Morello é autor do paper Desmatamento e Desenvolvimento: O Que o Brasil Tem a Aprender com a História dos Países Desenvolvidos? Nele, mostra que os países hoje considerados desenvolvidos iniciaram a recuperação

Sucesso do Pré-Sal depende mais do rigor na fiscalização do que da tecnologia

Litoral Norte Fluminense, 24/11 - Mancha de óleo provocada pelo vazamento no poço da Chevron na Bacia de Campos, no norte fluminense. Foto Divulgação/ABr. Mais do que desafios técnicos, a exploração do Pré-Sal vai exigir rigor das agências reguladoras. Seriedade na conduta desses órgãos é vista como fundamental para a prevenção de catástrofes. Antes que o vazamento no campo de Frade, no Rio de Janeiro, explorado pela norte-americana Chevron, levantasse dúvidas sobre

Grande emissor de CO2 o carvão permanece importante fonte de energia no mundo em desenvolvimento

  Termelétrica a carvão Torres de concreto de destacam em meio à vegetação africana, enquanto a maior usina elétrica do continente, movida a carvão, toma forma em um projeto multibilionário que mostra a dificuldade que as nações em desenvolvimento têm de prescindir do carvão, um dos combustíveis fósseis que mais emitem carbono. A África do Sul, assim como a China e a Índia, tem grandes reservas domésticas de carvão que fornecem uma fonte

COP17, em Durban: Negociadores do clima buscam limitar aquecimento do planeta em 2ºC

  As negociações sobre o clima recomeçam na próxima semana na cidade sul-africana de Durban para tentar alcançar um objetivo com o qual todos concordam, mas que nunca pareceu tão distante: limitar o aquecimento do planeta a 2ºC. Matéria de Anthony Lucas e Marlowe Hood, na AFP. Desde a conferência de Copenhague, no final de 2009, que deixou uma lembrança amarga depois que, com um texto mínimo e elaborado apressadamente por poucos

COP17, em Durban: Convenção de Clima começa sem expectativa de acordo

  Pessimismo global - A três dias da Convenção de Clima (COP-17) em Durban (28/11), na África do Sul, dados ambientais e até mesmo vazamento de e-mails de cientistas vêm sendo publicados com a perspectiva de influenciar as negociações. Ainda que ganhem grande repercussão, não alimentam a esperança de metas de redução da emissão de gases-estufa. Para muitos especialistas, evitar um retrocesso já pode ser considerado uma vitória. E, num pior

COP17, em Durban: Pnuma diz que só ‘milagre’ estabelecerá novo Protocolo de Kyoto

  Somente por um "milagre" seria estabelecido um novo Protocolo de Kyoto na 17ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-17) de Durban, na África do Sul, opina em entrevista à Agência Efe o diretor-executivo do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. Matéria de Pedro Alonso, da EFE. "Sabemos que não será feito um segundo Protocolo de Kyoto em Durban, isso seria

COP17, em Durban: Florestas renderão duras discussões na convenção do clima

  Em todo o mundo são destruídos a cada ano 13 milhões de hectares de florestas. Para colocar um fim a essa tendência, o chamado programa REDD foi incluído nas negociações internacionais sobre o clima.   As florestas contribuem há centenas de milhares de anos para o bem do planeta, por retirarem o dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Elas absorvem até um terço das emissões anuais de gás carbônico. Só na Alemanha,

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