Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.457, de 26/10/2011

  Como estabilizar a população mundial? artigo de José Eustáquio Diniz Alves Degradação física dos terrenos, artigo de Roberto Naime Enchentes: Impedir a erosão para evitar o assoreamento, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos Código Florestal: Pedido de vista adia para o dia 8/11 votação no Senado Governo elogia relatório do novo Código Florestal, mas trabalha por ajustes adicionais Exclusivo: Relatório do senador Luiz Henrique para o novo Código Florestal na

Como estabilizar a população mundial? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] De acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o habitante de número 7 bilhões chegará ao mundo no dia 31 de outubro de 2011. A espécie humana chegou a 3,5 bilhões em 1968, a 4 bilhões em 1974, a 5 bilhões em 1987 e a 6 bilhões em 1999. Ou seja, em 43 anos (entre 1968 e 2011), a população global dobrou de tamanho, tendo acrescentado

Degradação física dos terrenos, artigo de Roberto Naime

  [EcoDebate] Todos os solos são decomposições intempéricas das rochas subjacentes aos solos. Por intempérie ou intemperismo se entende as alterações físico-químicas produzidas pelas alterações de temperatura e umidade e os processos microbiológicos associados que também dependem dos mesmos fatores. Se denomina de erosão aos processos a que são submetidos os solos quando estão sujeitos ao desmanche de sua estrutura por ação hídrica e ao carregamento para outros locais topograficamente de cotas

Enchentes: Impedir a erosão para evitar o assoreamento, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

  [EcoDebate] Esse é o quarto artigo de uma série de textos dedicados à demonstração da importância das medidas ditas não estruturais no combate às enchentes urbanas. Esses textos estão concebidos para, o mais didaticamente quanto o espaço permite, demonstrar a imperiosa necessidade da adoção de uma nova cultura técnica para a gestão dos problemas urbanos e orientar ações que podem perfeitamente ser adotadas pela sociedade e pelas administrações públicas e

Código Florestal: Pedido de vista adia para o dia 8/11 votação no Senado

  Após leitura do relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) sobre o novo Código Florestal na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e na de Ciência e Tecnologia, os senadores fizeram pedido de vista conjunto para analisar o projeto com mais tempo. A votação do texto ficou então para o dia 8 de novembro. Em acordo, os parlamentares decidiram que as apresentações de emendas ao relatório devem ocorrer até terça-feira (1º). O

Governo elogia relatório do novo Código Florestal, mas trabalha por ajustes adicionais

  O governo faz uma avaliação positiva das alterações feitas ao projeto de novo Código Florestal (PLC 30/2011) pelo senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), relator da matéria nas comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT). A apresentação do relatório nesta terça-feira (25) foi acompanhada pelo secretário de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João de Deus Medeiros. - O texto incorpora mudanças significativas de aprimoramento do texto, na

Exclusivo: Relatório do senador Luiz Henrique para o novo Código Florestal na íntegra

  Disponibilizamos, na íntegra, o relatório do senador Luiz Henrique do novo Código Florestal, conforme apresentado em reunião conjunta das comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT), no dia 25/10/2011. Para acessar e/ou fazer o download do relatório (arquivo PDF, com 83 páginas e 555 Kb) clique aqui. EcoDebate, 26/10/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao

Ambientalistas querem transparência em concessão de unidades de conservação (UCs) federais

  O anúncio, na semana passada, de que o governo começa a estudar uma fórmula para fazer parcerias público-privadas (PPPs) e concessões de unidades de conservação federais , como os parques nacionais, foi recebido com entusiasmo por ambientalistas ouvidos pela Agência Brasil. Eles esperam, no entanto, que o estabelecimento das regras de licitação e a própria concessão sejam transparentes. “Gostaria de saber como vai ser o controle social na sequência”, diz a

Trabalho Escravo: OIT traça perfil de vítimas, intermediadores e empregadores

  “De primeiro a escravidão era quando trabalhava apanhando. Hoje é quando trabalha humilhado.” Essa é a definição de trabalho escravo de uma pessoa que sentiu na pele as condições degradantes do trabalho análogo à escravidão. O relato, colhido de um trabalhador resgatado durante uma operação de fiscalização do Ministério do Trabalho, faz parte de um estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado ontem (25), que traça um perfil dos atores

Trabalho Escravo: Erradicação esbarra no Legislativo e no Judiciário, diz Conatrae

  A falta de sensibilização do Congresso Nacional e do Poder Judiciário são os maiores entraves para a erradicação do trabalho escravo no país, segundo o coordenador da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), José Guerra. A Proposta de Emenda à Constituição 438/01, conhecida como PEC do Trabalho Escravo, está tramitando há dez anos na Câmara dos Deputados. Para ele, é necessário que os trabalhadores que estavam nessa condição sejam

Trabalho Escravo: Brasil avançou no combate, mas não é modelo

  Desde 1995, quando reconheceu oficialmente a existência de trabalho análogo à escravidão, o Brasil tem avançado no combate à exploração de trabalhadores, mas ainda precisa ampliar as políticas para diminuir a vulnerabilidade social das vítimas e garantir a punição dos criminosos. A análise é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que divulgou ontem (25) um estudo com o perfil dos atores envolvidos no trabalho escravo rural no Brasil: as vítimas,

Transgênicos: A biodiversidade transformada em mercadoria, entrevista com Larissa Ambrosano Packer

  “Os agricultores, há 10 mil anos, desde a revolução agrícola, vêm melhorando sementes de forma coletiva, histórica, selecionando e reutilizando sementes para a safra seguinte. Mas a Monsanto, a Bayer e a Syngenta se apropriam desse material genético com algumas modificações feitas em laboratório e, a partir daí, os países optam por remunerar as inovações vindas dos laboratórios em detrimento das inovações feitas há 10 mil anos pelos agricultores”. A

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