Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.376, de 06/07/2011

A 'ameaça' de internacionalização da Amazônia é mito, por Henrique Cortez Qual será a população mundial em 2100? artigo de José Eustáquio Diniz Alves A Natureza e a Sociedade Humana, artigo de Maurício Gomide Martins Falando a verdade sobre Belo Monte e o Plano Decenal de Energia, artigo de Telma Monteiro Cientistas da SBPC, ABC e Embrapa debatem no Senado o novo Código Florestal Código Florestal: cientistas sugerem melhor uso

A ‘ameaça’ de internacionalização da Amazônia é mito, por Henrique Cortez

[EcoDebate] Novamente retornam as preocupações para com a internacionalização da Amazônia, inclusive servindo de lastro para acusar os ambientalistas, ONGs e críticos da devastação, como se estivessem a soldo de interesses escusos. Como pano de fundo, temos o medo de uma pretensa internacionalização de nossa Amazônia. Aliás, freqüentemente falamos da nossa Amazônia, das ameaças à nossa Amazônia, dos desafios da Amazônia brasileira e por aí vai, sempre esquecendo que a região

Qual será a população mundial em 2100? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] No século XX, a população mundial passou de 1,56 bilhão, em 1900, para 6,1 bilhões de habitantes, em 2000. Um crescimento de quatro vezes. Este alto crescimento ocorreu em decorrência da transição demográfica, que possibilitou uma grande queda das taxas de mortalidade e uma queda posterior e mais lenta das taxas de fecundidade. A esperança de vida ao nascer da população mundial estava em torno de 30 anos de idade

A Natureza e a Sociedade Humana, artigo de Maurício Gomide Martins

[EcoDebate] Fizemos anteriormente ligeira consideração sobre a gênese da comunidade humana. Na sua origem, ela era natural e justa. Com a introdução da idéia personalista de posse permanente, a que se deu o nome de propriedade, o aglomerado humano ficou integrado a um sistema estranho e acorrentado a essas novas forças. A sociedade, que antes tinha a consciência de comunidade, passou a se ajustar aos interesses materialistas da estrutura econômica,

Falando a verdade sobre Belo Monte e o Plano Decenal de Energia, artigo de Telma Monteiro

Palestra em Basiléia, Suiça [EcoDebate] O governo federal divulgou o Plano Decenal de Energia (PDE) 2020 com prazo para consulta que expirou em 01 de julho. O PDE incorpora o planejamento energético para um horizonte de dez anos que vai sendo adequado ano a ano. Este, em especial, não traz novidades, mas confirma a intenção de fazer acordos e estudos com outros países para gerar energia "limpa e barata". Em apresentações na

Cientistas da SBPC, ABC e Embrapa debatem no Senado o novo Código Florestal

Pesquisadores de instituições como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) participaram ontem (5) de debate no Senado sobre o projeto de lei do novo Código Florestal aprovado pela Câmara dos Deputados. A reunião contou com a participação de senadores das comissões de Meio Ambiente e de Agricultura, onde o texto está em análise,

Código Florestal: cientistas sugerem melhor uso da terra e pagamento por serviços ambientais

Aumentar a produtividade da agropecuária; transformar em reserva legal áreas degradadas pela atividade agrícola; e compensar aqueles que preservam os ecossistemas. Essas são sugestões para ampliar a produção e reduzir a pressão sobre as florestas apresentadas por cientistas em debate sobre o Código Florestal nesta terça-feira (4) nas comissões de Meio Ambiente (CMA) e Comissão de Agricultura (CRA). Para o professor Ricardo Rodrigues, da

Ana Amélia, Blairo Maggi, Kátia Abreu e Luiz Henrique querem agilizar votação do novo Código Florestal

Em debate nas comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Agricultura (CRA), que reuniu cientistas para analisar o projeto de reforma do Código Florestal, os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS), Blairo Maggi (PR-MT), Kátia Abreu (DEM-TO) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) disseram considerar que o texto deve ser votado no menor tempo possível. Os pesquisadores que participaram da audiência pública defenderam o que sejam feitas mais discussões sobre diversas questões

Fundo Socioambiental (FSA) da Caixa recebe projetos para proteção de nascentes de água e da biodiversidade da Caatinga

O Fundo Socioambiental (FSA) da Caixa Econômica Federal disponibiliza R$13,8 milhões para apoiar projetos de recuperação de nascentes de água e de matas ciliares em bacias hidrográficas que servem ao abastecimento humano, para preservar a biodiversidade da Caatinga e para a gestão de resíduos sólidos. As instituições públicas ou privadas, sem fins lucrativos, registradas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (Cnea), com projetos de recuperação hídrica, têm até 5 de agosto

Doenças e populações negligenciadas, por André Antunes

Especialistas debatem as desigualdades na saúde da população e as formas de atacar o problema O programa Brasil sem Miséria, lançado recentemente pela presidente Dilma Roussef, pretende acabar com a extrema pobreza no país. Na área da saúde, uma das ações pretende combater o que o governo chama de doenças da extrema pobreza: tuberculose, hanseníase, esquistossomose, malária, helmintíase (causada por vermes parasitários, como a tênia) e tracoma

Pelo menos 2 milhões de pessoas morrem por ano no mundo por causa de água contaminada

Pelo menos 2 milhões de pessoas, principalmente crianças com menos de 5 anos de idade, morrem por ano no mundo devido a doenças causadas pela água contaminada. Porém, os problemas podem ser evitados por meio de políticas públicas eficientes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para os especialistas, o ideal é adotar um plano de gestão de água potável de qualidade. O coordenador de Água, Saneamento, Higiene e Saúde da

A luta pela reavaliação de agrotóxicos no Brasil. Entrevista com Letícia Rodrigues da Silva, Anvisa

Segundo Letícia Rodrigues da Silva, gerente de normatização e avaliação da Anvisa, a instituição colocou 14 ingredientes ativos em reavaliação em 2008. Três anos depois, apenas seis reavaliações foram concluídas, sendo que cinco, com ações judiciais. A reavaliação de agrotóxicos no Brasil ainda faz parte de um processo lentoe frágil. Produtos que receberam a certificação de uso da Anvisa, Ibama e do Ministério da Agricultura somente são reavaliados novamente

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